A quarta temporada de O Poder e a Lei reafirma o status da série como um dos grandes thrillers jurídicos do streaming. Disponível na Netflix desde fevereiro de 2026, a produção voltou a dominar rankings mundiais e consolidou uma base fiel de fãs. Desta vez, a trama traz uma reviravolta interessante: o advogado Mickey Haller passa de defensor a réu, após ser acusado de assassinato.
Nota máxima da crítica chama atenção
Um dos fatores que impulsionaram a repercussão foi a avaliação perfeita no site Rotten Tomatoes, onde a temporada 4 de O Poder e a Lei alcançou 100% de aprovação entre críticos. Muitos elogiaram a mudança de perspectiva narrativa, que coloca o protagonista sob pressão e renova a dinâmica da série.
Público dividido, mas ainda fiel
Apesar do entusiasmo crítico, parte do público considerou o ritmo inicial mais lento e apontou episódios com desenvolvimento excessivo. Ainda assim, a recepção geral de O Poder e a Lei segue positiva, principalmente por causa das reviravoltas inteligentes, do realismo jurídico e da atuação consistente de Manuel Garcia-Rulfo como Mickey Haller.
Futuro garantido para a série
O sucesso não se limita à recepção atual: a quinta temporada já está confirmada, evidenciando a confiança da plataforma no potencial contínuo da produção. Com suspense bem construído e personagens fortes, O Poder e a Lei segue como referência entre dramas jurídicos contemporâneos.
Assim, mesmo com críticas pontuais, a série demonstra fôlego e relevância — um sinal claro de que ainda deve permanecer entre os títulos mais comentados do streaming.