Once Upon a Time – 4×10 – Fall

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Podemos dizer que Fall fez o trabalho da temporada em focar em duas personagens maravilhosas e desenvolver, paralelamente, uma trama complexa envolvendo todos os moradores de Storybrooke? Sim, sem dúvida alguma, o episódio dessa semana foi o melhor dessa primeira parte da temporada. Posso estar sendo equivocado, já que resta alguns episódios para trabalhar alguns dilemas importantes e, assim como esse, uma personagem em específica terá uma importância de grande valor para o encerramento do arco. Isso quer dizer que ele supriu todos os erros do arco narrativo e fechará com chave de ouro a encomenda de episódios? Não, pois nada, dou ênfase no nada, poderá superar o erro brutal da produção: o desperdício de personagem. Com exceção desses aspectos, houve algo novo no episódio? Sim: a luta pela sobrevivência!

Não é a primeira, nem será a última, vez que a pequena cidade do Maine é assolada por um feitiço que coloca todos os cidadãos em risco. Não sou aquele tipo de fã que sabe todos os acontecimentos, primários e secundários, ocorridos na cidade fictícia ou nos personagens, pois ver mais de trinta séries não permite que guarde essa riqueza de detalhes. Lembro apenas de dois, e se houver mais, avisem. Feitiços que colocaram a cidade em risco: o que trouxe os personagens da Floresta Encantada e que resultou naquele fim de temporada excepcional do primeiro ano da atração, e o feitiço posto por Zelena, durante a segunda metade da temporada passada. Mas dos três tipos apresentados, qual a diferença gritante e de maior significado para os personagens? O cuidado, ou responsabilidade, que cada um tinha dentro dos respectivos acontecimentos.

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Emma foi o centro dos dois primeiros, onde sempre tinha a responsabilidade de salvar todos os moradores da pequena cidade e a própria cidade. Não diminuo os créditos postos nos outros envolvidos pelo combate sobre os feitiços, como Regina e tantos outros. Mas a memória é falha e, além do que, a matéria se tornaria extensa. Diferente do narrado, a responsabilidade novamente recai sobre Emma, mas e os outras pessoas? Qual o comportamento delas diante do novo desafio? O mais nobre possível: isolar-se do mundo na tentativa de proteger à todos que estão em sua volta. Regina se isolando em seu mausoléu, Margaret e David se prendendo nas celas, o isolamento de Bella e Henry e tantos outros métodos descritos. De fato, tudo está nas mãos de Elsa, Anna e Emma, que têm o poder de combater Ingrid e desfazer o feitiço.

Ah, em hipótese alguma posso esquecer de comentar a felicidade em ver Elsa ganhar um desenvolvimento digno da personagem. Não é só o encontro com Anna, que foi perfeito, mas tudo que envolveu a busca pela sua irmã no episódio: a sua inteligência em enganar à todos que pensavam que ela iria entregar o colar, o seu desespero ao imaginar que algo de ruim tivesse acontecido com sua irmã, a fé de que Anna estava viva e o maravilhoso encontro. Apesar das duas terem um desenvolvimento mediano no decorrer da temporada, preciso dizer que não consigo imaginar Once Upon a Time sem a presença da família Real de Arandelle: a múltipla personalidade de Anna, que a faz uma personagem tão única e tão amável, e a determinação e temor de Elsa. E, ao que tudo indica, a grandiosidade das personagens ficará para os últimos episódios, já que ambas estão imunes ao feitiço da Visão Fragmentada.

Finalizando…

  • Sabe quando um personagem é tão bom que dá nojo? Pronto, essa é minha sensação com Mr. Gold. Ele está assumindo o papel de vilão, a identidade de Sr. das Trevas. Mas isso dá uma raiva!
  • Regina se despedindo de todo mundo (Robin e Henry) foi de partir o coração e de deixar as lágrimas correrem soltas.
  • Não suporto Mary Margaret e David, mas tenho que dizer: aquela cena final deles foi de enlouquecer!
  • Preciso dizer que: bateu saudade da Rainha Leiteira

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