Once Upon a Time – 4×12 – Heroes and Villains

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É simplesmente incrível, e maravilhoso, de assistir o quão paradoxal um episódio pode ser e Heroes and Villains está dentro dos poucos episódios que conseguem despertar dentro do coração, e cabeças, dos fãs uma verdadeira mistura de sentimentos. A coisa é tão séria e complexa que se torna impossível classificar o episódio como bom ou ruim. Sim, o sofrimento por dar adeus a personagens, que apesar do pouco tempo conosco, já conquistaram nossos corações, e a excitação em ver uma trama maravilhosa que está por vir. Em análise do pouco que foi apresentado, posso, com um pouco de dúvida, apresentar a mais nova certeza sobre o conto de fadas de ABC: a segunda parte da temporada sempre é mais emocionante que a primeira.

Vamos com calma. Disse isso baseado no desenvolvimento que tivemos ao longo de doze episódios: um arco com um potencial incrível e, infelizmente, não teve seu devido tratamento sobre os personagens convidados. Expressei e continuarei expressando minha insatisfação pela má utilização de Anna, Kristoff e, principalmente, Elsa. O desejo de vê-los brilhar foi ofuscado por um outro personagem, ou vários outros personagens. Em contra-partida, a chegada das mais novas vilãs de Once Upon a Time tem tudo, TUDO MESMO, para ser épico e, ouso dizer, mais emocionante que a participação de Rebecca Mader (Bruxa Má do Oeste) na produção. Posso, assim como estive no final da temporada passada, está com muito desejo pelas personagens e ansioso por algo que não vá se concretizar. Mas gente, é quase impossível não sonhar com algo grande como isso!

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Entretanto, a triunfante chegada de Cruella, Ursula e Malevóla na trama de Emma e companhia não foi, pelo menos pra mim, coerente com o momento, mas deu a oportunidade de acontecimentos grandiosos. Os personagens de Frozen se quer tinham deixado Storybrooke e tinham muitas pendências para que isso fosse realizado. Narrar o encontro das vilãs com Bella e, consequentemente, Mr. Gold não sei escrever aquele nome não tinham contexto naquele momento. As coisas poderiam ser retidas por um breve momento e tudo ser “explodido” de uma vez. Porém, dizer isso é pedir para que a cena em que Anna descobre quem Mr. Gold é não aconteça e, consequentemente, os eventos seguintes não se realizem: a grande reviravolta de Bella, o resgate de Hook e a penalidade do Senhor das Trevas. São pensamentos e análises assim que nos fazem ter certeza de que: nunca teremos a capacidade, ou teremos, de produzir um show. Trabalhar e forma direta e deixar de lado as entrelinhas pode não render a consequência desejada e não ter coerência para a explanação futura da trama.

Finalizando…

  • Pode parecer óbvio, mas devemos reconhecer a importância de Bella na reta final do episódio e o que ela terá no decorrer da temporada. A sua ligação com as vilãs e o retorno, ou tentativa, de Rumple… para Storybrooke afetará em cheio a personagem. E o que fica sobre tudo isso é: sabemos que ele amou ela de verdade, a ponto de fazer uma importante troca no passado. Mas como estará essa relação agora, com as atitudes tomada pela princesa?
  • Regina e Robin é uma situação delicada. Se Rumple conseguir retornar à Storybrooke, o arqueiro também conseguirá, cedo ou tarde. Principalmente agora, em que Regina encontrou pistas concretas sobre o Autor e tudo pode mudar.
  • Regina + Emma + Henry = MOM (Melhor Operação do Mundo)
  • Tudo, ou quase tudo, estará ligado ao Autor agora hein!? Regina e a busca pelo seu happing ending, Rumple e as vilãs desejando pelas suas conquistas. Como tudo isso será trabalhado? #Ansioso #Chega1ºDeMarço

 

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