Once Upon a Time – 4×14 – Unforgiven

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Imagem: Arquivo pessoal

É difícil expor sua opinião sobre um determinado episódio quando ele é gera um verdadeiro turbilhão em sua mente. Costumamos classificá-lo em bom ou ruim se há uma continuidade com o que foi mostrado, se existe um desenvolvimento na história e dos personagens e se não é apresentado nada controverso com a história montada na trama. Claro que uma boa dose de emoção e ação nunca é demais e sempre, ou quase sempre, costumam elevar a classificação do episódio. Once Upon a Time apresentou todos esses elementos divinamente no episódio dessa semana, mais até do que o episódio da semana passada e, quiçá, da primeira parte da temporada. Mas um ponto, exatamente um ponto, começa a criar uma verdadeira avalanche.

Será que nunca teremos personagens convidados que não têm nenhuma ligação com os personagens da trama? Retifico: sempre haverá uma ligação muito maior dos convidados com alguém da trama e, consequentemente, sua presença no universo pré-maldição da Floresta Encantada? Once Upon a Time não é capaz de construir uma ligação no presente, ou no passado, sem envolver a Floresta? Exemplifiquemos com Cruella: seu universo não é ligado, de maneira nenhuma, com o universo original dos habitantes de Storybrooke. Sendo assim, como ela foi parar lá e tem toda essa história com Snow White, Charming, Rumpelstiltskin e Evil Queen? Entendo que é necessário uma ponte, como a ligação dela com as outras vilãs ou algo que mostre a formação. Mas sejamos sinceros e essas conexões sem sentidos precisam parar!

Com exceção desse pequeno, porém grande, acontecimento, Unforgiven teve tudo e mais um pouco para um ótimo episódio. Primeiro de tudo: mostrou que vilões tem sentimentos e que os mocinhos nem sempre são tão mocinhos assim. Snow White sempre teve aquela postura de boa moça, de ser em prol de um bem comum… Bem, ela não passa de uma egoísta e orgulhosa. Se unindo ou não com as vilãs, Emma continua tendo o potencial para as trevas. E acudam aqui que estou morrendo, ela sabia da maldição, de como detê-la e, principalmente, do temor que Malévola tinha! Assim como ela, a vilã só queria o bem para o seu filho, nada mais! E mais: a descoberta desse passado pode ser o estopim para uma nova Emma.

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E louvemos ao Senhor algo começa a fazer sentido na trama: a tendência de Emma ao mal. Vamos com calma e desde o princípio: como uma pessoa que tem poderes mágicos e sempre esteve cercada por algo ruim não tende para esse lado? Aquele ditado “quem anda com porcos farelo come” é praticamente aplicado aqui: ela pode, a qualquer momento, estourar um novo lado incontrolável. E saber que sua mãe não ajudou a várias pessoas quando podê, independente de com quem ela fosse se unir, é horrendo. Agora, mas que qualquer momento, é que Dark Side começa a fazer sentido.

Considerações Finais:

  • A introdução de Regina com as Rainhas das Trevas é assustadora, principalmente após o considerável progresso que a personagem fez: explodir por não conseguir o que era necessário e reconhecer seu erro, indo pedir desculpas…
  • Estou com raiva, muita raiva, de Snow White e pena, muita pena, de Malévola. Até emocionei com aquele final.
  • Belle e Will? Tive a mesma reação que Gold!

 

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