Once Upon a Time – 4×16/17 – Poor Unfortunate Soul/Best Laid Plans

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Imagem: Arquivo pessoal

Seria errado pensarmos que os episódios de Once Upon a Time fogem do padrão de qualquer produção televisiva, quando falamos na continuidade da trama? Se temos um elenco enorme, o que é notável na produção, e acrescente ao fato de sempre termos personagens convidados e flashbacks, é quase impossível manter uma linha retilínea lógica de eventos. Impossível porque, se fosse realizado, algum personagem sairia por baixo, sem o devido desenvolvimento, o que é inadmissível em uma trama com uma capacidade criativa invejável. Sendo assim, retorno a pergunta inicial com a seguinte resposta: assim como qualquer atração, existe um objetivo final. Mas, todavia, entretanto, a metodologia aplicada para alcançar tal objetivo… Bem, é Once Upon a Time, e se torna infantil explicar a realidade da série.

A questão toda foi levantada partida da seguinte observação: o encerramento em uma das tramas apresentada. Úrsula nunca foi desenvolvida plenamente na série, assim como Cruella, e chegou o momento em que sua permanência poderia causar danos futuros, apesar da personagem ser agradável. Vilões podem ter finais felizes e, como citado, isso não é exclusivo ao Autor, e se torna visível com o desenvolvimento paralelo de uma personagem específica. Claro que o Autor é importante, mas essa importância é restrita aos personagens principais que buscam uma alteração em sua linha cronológica. Regina quer, mais que tudo, ser uma heroína e não precisar recorrer ao seu lado evil… Gold quer mudar o presente e se tornar o mago mais poderoso da atualidade… Mas qual a ligação de Cruella, Úrsula e Malévola? Apenas, é impossível não dizer, tática. Os seus finais felizes não dependem disso.

Úrsula foi trabalhada e finalizada em um episódio: a necessidade de ter a sua voz artística de volta sempre foi o desejo de um final feliz e foi, na verdade, o ponto de partida para a sua ida ao “lado negro da força”. Cruella, infelizmente, ainda não foi trabalhada da maneira correta e, espero piedosamente, que tenha um encerramento digno. Malévola, entretanto, é o final feliz mais lindo e comovente que poderia existir. É imperdoável as atitudes tomadas por Snow e Charming para isolar Emma do seu lado obscuro e é isso o necessário: que os atos dos “heróis” porque não os considero como heróis depois disso seja revertido: que a bruxa encontre sua filha.

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E se as convidadas da vez não precisam do Autor, bem, o núcleo principal necessita dele mais que tudo. Não é apenas Gold e Regina: Storybrooke precisa obter respostas que só ele pode dar. Mary e David precisam ter a certeza de que nada de ruim pode acontecer com Emma; Henry precisa garantir a integridade moral que Regina vem tendo. Os dois, Regina e Gold, são o centro e principais interessados no personagem. Mas todos o querem.

Considerações Finais:

  • Sobre a citação à Arandelle e Elsa: ♥♥
  • PEGA O DESFIBRILADOR QUE EU NÃO TO BEM COM A PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:

 

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