Once Upon a Time – 4×21/22/23 – Mother/Operation Mongoose [Season Finale]

 

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Once Upon a Time pode ter todos os defeitos quando falamos do desenvolvimento de sua temporada e, a meu ver, as conexões com os personagens convidados e os desenvolvimentos dos mesmos. Mas, se tem uma coisa que a trama fictícia da ABC não deixa falhar, e se deixa é muito pouco, é a reta final da temporada, seja ela qual for! Com Queens of Darkness, ou Heroes and Villains, não foi diferente. A verdade é: há tempos não assistia uma season finale com gosto, com emoção e com uma euforia tão grande como foi a essa. Sendo sincero, nem sei como vou dissertar sobre, mas vamos lá!

Antes mesmo da finale, que tem o auge nos dois últimos episódios, existe uma falha, pequena, mas existente. A introdução de Queens of Darkness tinha um objetivo: o auxílio das vilãs para com Mr. Gold – porque se passaram quatro anos e ainda não sei escrever o outro nome dele – na procura eminente pelo Autor e, consequentemente, a mudança de seus finais. Não pegarei no pé, como fiz com o núcleo de Frozen, e falar do péssimo desenvolvimento das personagens porque, diferente do núcleo anterior, elas vieram com um propósito, dito acima. Mas será que não tinha espaço para elas na mudança realizada por Isaac? Ok, Cruella morreu, Úrsula se reconciliou com seu pai e Malévola finalmente encontrou sua filha. Ponto final! Mas cadê a presença delas, ou ao menos de Malévola, no “universo alternativo” Fringe feelings? A própria Lily estava presente, E OLHA QUE ELA NÃO TEM LIGAÇÃO NENHUMA COM AQUELE UNIVERSO E ESTAVA LÁ! Falha narrativa existe, eu sei disso, mas a vilã simplesmente sumiu do mapa, como Dra. Hahn de Grey’s, né?

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Mas esse detalhe se torna insignificante (guardem essa palavra) diante da magnitude que se tornou o episódio final duplo. Afinal, quem imaginaria que o plano de Mr. Gold e de Isaac, de fato, daria certo? Quem conseguia pensar em Henry tomando a frente para reunir sua família novamente? Não existe uma palavra, exceto gratificante, que consiga descrever o episódio. Tudo aquilo que foi planejado nos episódios anteriores se realizou! Uma Snow White maléfica – ressaltando que quem nasceu para ser uma Good Snow Withe nunca vai ser uma Bad Snow White -, uma Regina incapacitada, uma Zelena do bem e, acima de tudo, a maior tortura que Emma poderia viver: saber que tudo aquilo é irreal e não ter como reverter! Fiquei maluco, hiperventilei em excesso e até caiu uma lágrima dos meus olhos.

Como dito acima: Once Upon a Time sabe como elaborar uma season finale como ninguém e como prender o público. Afinal, quem diria que Emma salvaria Regina de ser possuída pelo mal? Quem conseguia imaginar que todo o esforço de Mary e David em deixar sua primogênita ausente das trevas é colocado de lado quando a mesma, por amor ao próximo, decide se tornar a nova “Senhora das Trevas”? Particularmente, não consigo imaginar o rumo que a série vai tomar, mas pelo mostrado, deve ser algo prazeroso de se ver.

Considerações Finais:

  • Zelena está presa e grávida: ela vai voltar pra quinta temporada, nem a excluam;
  • Rumple era o Sr. das Trevas mas possuía um lado bom – Bela está provando isso. Será que a tendência de Emma vai piorar a situação e deixá-la fora de si?
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