Once Upon a Time – 5×05 – Dreamcatcher

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Imagem: Banco de Séries

 

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Comida: checked! Líquido para hidratar: checked! Um episódio cheio de plots twistsemossaum para dar e vender: checked! Está se tornando uma tarefa difícil, quase impossível, de assistir Once Upon a Time e não se surpreender. Não ponham palavras em minha boca: não estou dizendo que ela é uma produção ausente de suspense, de plots twists e qualquer outro elemento que possa vir em sua cabeça, por que ela é! Mas em todo episódio termos algo assim é extremamente inovador. E mais inovador ainda, fica claramente perceptível nesse episódio, é o objetivo da temporada: desconhecido.

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Ouso em dizer que é extremamente inovador, foquem nesse termo, porque sempre conseguíamos prever algo, destrinchar algo para os próximos capítulos, quiçá o fim da temporada. Ainda podemos fazer isso, mas com uma certeza abaixo de 50%, pelo menos para aqueles que não procuram spoilers e mergulham de cabeça com aquilo que é apresentado e não ficam fuçando a internet atrás de algo.

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Imagem: Banco de Séries

De todas as surpresas que vem sendo apresentadas, preciso focar em Mérida. Não direi que já assisti Valente e que conheço a mitologia da personagem, informação que não detenho, e nem quero saber. Entretanto, acredito que ela seja uma heroína, papel que ela não vem desempenhando aqui, não por espontaneidade, mas pela pressão que Emma tem sobre ela para obtenção do seu plano. Mérida poderia, muito bem, fazer corpo mole na tentativa de treinar Mr. Gold, mas ela faz justamente o contrário: ela busca alternativas de forçá-lo a tal atitude, meios de treiná-lo a ser o herói que Emma deseja. E é isso que admiro na produção: a ousadia de transformar uma personagem de caráter benéfico em caráter, aparentemente, maléfico. De todas as personagens que já passaram pela série, ela é a única, junto com Zelena, que tenho o desejo de ser utilizada novamente em outras temporadas.

Entretanto, a maior surpresa, claro, é vinda de Emma. Particularmente, não quero que ela volte a ser a Salvadora por um simples motivo: mesmo ela sendo a Senhora das Trevas, existe o bem nela. Quem poderia imaginar que ela poderia se unir a Henry, mesmo sendo uma armadilha dele, em busca de um final feliz, de uma operação cobra? Quem imaginaria que ela poderia reviver momentos tristes da sua vida e se emocionar com eles? Bem, Gold pode até ter feito tudo isso, mas a aparência de crocodilo não deu um impacto como a palidez de Emma. É como se ela conseguisse ser bipolar e tá sendo indescritível presenciar isso.

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Considerações Finais

  • A interação Regina/Emma nesse episódio foi intensa demais, seja em Camelot ou Storybrooke.
  • Fiquei com dó do Henry.

 

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