Once Upon a Time – 5×15 – The Brothers Jones

Imagem: Banco de Séries

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Vou iniciar a review dessa semana de uma maneira diferente e tendo a ciência que pode ofender alguém, e prometo que não é minha intenção, já adianto minhas sinceras desculpas. Mas vamos lá: todo mundo já teve aquela aula de história extremamente chata, que fatos passados explicavam alguma coisa do presente, que era justamente o que queríamos saber. Dormíamos, conversávamos, navegamos nas redes sociais: fazemos tudo, menos prestar atenção na maldita aula, por que o que nos interessa não está sendo abordado. Só que o professor é sacana: quando o sinal está próximo a tocar, ele solta uma bomba e diz que explica tudo na próxima aula. Ou não.

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Quero pedir, principalmente, desculpas para o Boss, por que ele é o dono do site e professor de história, mas essa foi a única maneira de sair um pouco da chatice que são as minhas reviews.

Sempre, com exceção do episódio passado, fico indignado com a metodologia que todo um episódio é montado em Once Upon a Time. Caso alguém não tenha notado, a pequena descrição da “aula de história” é a série toda. Sempre são os mesmos problemas, os mesmos dilemas, os mesmos elementos. Ok, em algumas ocasiões é necessária a utilização do clichê, o que chamamos de episódio filler. Mas, para mim, todo episódio da trama está sendo filler. Qual o objetivo da temporada? Salvar Hook e retornar para Storybrooke. Como será feito? Derrotando Hades.

Sendo coisa simples, por que Adam e o outro carinha que toda vez esqueço o nome, o outro roteirista, não mudam isso? Será que não tem outra maneira de mostrar as fraquezas de Hades, de soltar que ele tem um segredo com Zelena sem mostrar o passado de Hook e a inutilidade de Liam na história? Essa fórmula de “personagem novo + o necessário para se salvar = saiu do submundo” não dá, saturou, cansou! Será que vou ter que me contentar com a frase da minha amiga Vanessa da Mata de “é só isso, não tem mais jeito. Acabou, boa sorte!”?

Entretanto, sempre podemos aproveitar alguma coisa de algo ruim. Se OUAT caminha em um nível decadente de qualidade, de construção narrativa, alguns personagens conseguem se opor a isso. Henry, por exemplo: ele sempre tem uma particularidade que ajuda, e muito, os “heróis”; ele já foi, muitas vezes, posto em situação de risco para o desenvolvimento de alguém. Mas ele é o principal da história. Quem tem o poder de reescrever uma história, de descobrir algo, de refazer um acontecimento. Por mais que falem que isso é errado, que isso afetaria a mitologia do personagem, ele tem uma carta na manga, uma caneta na verdade, que pode fazer a diferença. Imaginem um Evil Henry: o estrago que poderia ser.

Considerações Finais:

  •  Tragam logo Zelena de volta para essa bagaça.

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