Once Upon a Time – 6×03 – The Other Shoe

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Imagem: Banco de Séries

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A cada episódio o clima nostálgico da primeira temporada bate mais forte. Por mais sem sentido que possa ter parecido o episódio, por mais que tenham esperado cinco anos para detalhar um plot apresentado na primeira temporada, valeu a pena cada segundo de episódio. As referências ao conto da princesa Ella foram incríveis, e tivemos direito a um after de acontecimentos. O arrependimento de Clorinda foi algo que não esperava e deu um toque de novidade para as histórias não contadas.

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Realmente não só de felicidades vivem um novo plot, e tiveram coisas absurdas nesse episódio que devem ser mencionadas. Primeiro que as cenas do celeiro foram totalmente desconexas. Uma pessoa tem a espingarda, muda a cena ela está na mão de outra. Todos ficam bem no final, ninguém olha para a madrasta e ela fica lá parada e pronta pra ser detida? Já trabalharam melhor os vilões no seriado, e quando falamos da vilã em questão, merecíamos um respeito e foco maior.

Tirando um pouco a atenção dos novos personagens e voltando para nossos queridos conhecidos, o Parkinson de Emma está me deixando nervoso já. A “maldição” dos Salvadores começou do nada, teve uma explicação um pouco fraca e realmente incomoda ver a mão dela tremer daquele jeito. Deviam explorar, nem que seja de forma lenta, um pouco mais dessa situação, colocando um pouco da história de Aladdin entre os episódios, para irmos acostumando com a situação.

Como se a família já não tivesse problemas suficientes, Mary Margaret e David estão com ambições novas esta temporada. Snow quer continuar sua vida letiva e voltar a lecionar coisas novas aos habitantes de Storybrooke como se não tivesse menino pequeno pra criar. Para piorar a situação, Charming está se inspirando em Emily Thorne (vide Revenge) e planejando encontrar e destruir quem acabou com a vida do seu pai. Realmente eles quase nunca tem que se preocupar em salvar a própria vida, ficam procurando ainda mais coisas para fazer…

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Imagem: Banco de Séries

Ter alguém como Lana Parrilla é esperar emoção atrás de emoção em um episódio. Tanto como Regina quanto como Evil Queen, a atriz sempre dá um show de atuação independente do que aconteça. O que mais me cativa nessa versão nova da EQ, é que ela está mais calculista quanto aos seus planos, sem aquela coisa de destruir tudo o que vê pela frente. Todo plano dela tem uma razão para acontecer e é bem detalhado para evitar falhas. Claro que nunca teremos sucesso em tudo, mas se essa dupla ao lado realmente estiver surgindo, já to shippando até a alma.

Estou gostando da maneira que eles estão abordando Dr. Jekyll e Mr. Hyde na série. Estão sabendo dividir bem o plot de cada personagem, e pelo que vimos na promo, semana que vem teremos uma abordagem completa de suas histórias. A volta do Dr. Frankenstein ali no fim deixou ainda mais um gosto de saudade da primeira temporada, provando mais uma vez que os produtores querem retomar o sentimento dos clássicos para ganhar o coração dos fãs.

A Terra das Histórias Não Contadas veio para preencher melhor episódios da temporada, e para que não fique tão massante ter 22 episódios apenas de Evil Queen is back e Jekyll and Hyde. Eles souberam trabalhar bem estes três primeiros episódios e tem de tudo para retomar as rédeas do sucesso seguindo o mesmo padrão.

Pela promo percebemos que Aladdin e Jasmine finalmente estão chegando, e isso me deixa ansioso, pois há tempos espero ver um dos meus desenhos preferidos abordados no seriado. Espero que vocês continuem acompanhando a série e a review. Nosso encontro continua marcado para a próxima semana, até lá! 😀

 

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