Once Upon a Time – 6×16 – Mother’s Little Helper

Imagem: Banco de Séries

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Mais do que certeiro, acredito que todos nós chegamos a uma só conclusão depois deste episódio: o fim está próximo. Depois de seis temporadas totalmente alternantes entre sucesso e fracasso, o plot atual parece finalmente caminhar para o seu capítulo final, como bem foi dito em “Mother’s Little Helper”. O episódio nos introduziu o que podemos esperar para essa reta final e como os produtores estão pensando em desenvolvê-la. Depois de um bom tempo no escanteio, Henry está se preparando para fazer sua função e acabar de vez com este conto.

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No início do ano, matérias começaram a sair em diversos sites da mídia, indicando um possível recomeço em OUAT. Nunca foi elucidado com clareza, mas a ideia original era realizar um reboot na série, gerando mais oportunidades de contar as histórias. Parece que a ideia vai adiante, mas a renovação ainda é incerta. Fechar o arco atual ainda neste ano gera uma dualidade que pode ser benéfica aos fãs. Caso venha o cancelamento, a história se encerra por ali e ficamos “satisfeitos”. Caso venha a renovação, os produtores terão mais uma chance de produzir um novo desenrolar de trama e tentar agradar os tão rigorosos fãs, no caso, nós.

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Mas vamos deixar essas teorias para outro momento e focar na história atual. O episódio foi, sim, arrastado. Mas pelo menos conseguiu me intrigar um pouco mais do que o anterior. Os plots tem potencial, mas algo me faz sentir uma preguiça tremenda deles. A história de Guideon me surpreendeu bastante. Black Fairy é uma vilã boa, que tem a malícia e a sagacidade necessária para movimentar a série. Contudo, para que ela demonstre seu potencial, ela precisa ter vez na série. Não adianta ficar insistindo nos plots de Hook em Neverland ou nos dilemas de Emma em Storybrooke. Melhor focar agora no que interessa e chama a atenção do público.

Confesso que nunca imaginaria que a fada controlava o filho de Rumple. A vilania em seu sangue sempre me fez suspeitar das reais intenções de Guideon para com nossos heróis, mas as cenas conseguiram falar mais do que eu esperava e vê-la controlando o rapaz me fez pensar o porque via certo potencial nele. Colocando em um esquema geral, é difícil analisar os pontos e chegar a conclusão de quem está certo nesta história – até porque Emma se torna a personagem mais intragável a cada semana. Em um episódio com tanta força de vontade, o plot de menor destaque – Regina e Henry – foi o que mais surpreendeu. Assim fica realmente difícil de defender a série.

Já, neste episódio, percebemos a influência da nova vilã em todo o histórico da série, que também casa com a ideia do reboot – tantos fatos que nem sei mais o que pensar. A maldição que deu início a saga só foi possível graças a adorada fada sombria. Já no próximo episódio, poderemos ver como isso foi trabalhado e as consequências de um provável mundo onde toda nossa história nunca teria se tornado real. Será que os produtores vão ter bagagem o suficiente para destruir tudo que foi feito até aqui e voltar com um novo começo? O que vocês acham?

Fica então a dúvida para os próximos episódios. Espero que tenham gostado e nos vemos na próxima semana. Continuem acompanhando o Mix para mais novidades. Um abraço e até lá. 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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