Once Upon a Time – 7×01 – Hyperion Heights

Imagem: Eike Schroter/ABC/Divulgação

“A operação sapatinho de cristal começou”

E aí, companheiros! Vocês sabem que assim como o presidente Kirkman de Designated Survivor, nós somos sobreviventes, não é mesmo? Quem está lendo essa review está dando chance para essa série de muitos altos e baixos, infelizmente com o fator baixo com mais vitórias. Mas, o que podemos tirar de revisão do reboot dado em Once Upon a Time após sete anos? Estou feliz em dizer que estou surpreso positivamente com a ousadia dos autores.

Henry cresceu e agora quer fazer o seu próprio caminho. Essa sua decisão nos leva aos acontecimentos principais do enredo a ser explorado nessa nova temporada. Ao encontrar seu verdadeiro amor, a Cinderela em uma nova versão, ele muda tanto a história dela quanto a dele próprio e, passados alguns anos, vemos o fruto disso: Lucy, essa garota fofinha que eu já quero levar para casa, cuidar e adotar como filha. Que atriz talentosa! Ela conseguiu chegar ao ponto certo que as cenas iniciais exigiam e inevitavelmente e nos vemos em situação similar com o episódio piloto.

Vemos elementos familiares, como a floresta encantada, e novos lugares como Seattle, novo lar do Henry. Os personagens principais que continuam já nos foram apresentados em suas novas versões. Gostei de todas elas. Tudo está muito enigmático. Fato é que uma nova maldição foi lançada, mas nada garante que foi mesmo a Madrasta da Cinderela que a lançou, por mais indícios que tenham nos ter dado. Rumple, Regina e Hook agora são pessoas “comuns” e vai ficar para os próximos capítulos explicar porque apenas eles continuam nessa nova fase.

Imagem: Eike Schroter/ABC/Divulgação

Achei que OUAT ia descer ladeira abaixo, mas quebrei a cara. Essa é uma forma muito bela de tentar dar uma nova oportunidade para uma ideia genial do Adam e do Ed. Os contos de fada são finitos, mas poder recontar cada um deles fugindo completamente do padrão esperado, nossa, isso os torna uma fonte sem fim para usar a imaginação. Embates da Madrasta com a Evil Queen, cada uma em sua nova identidade, que demais!

Vimos também a versão de Alice “gótica-psicodélica-bruxa-estranha-sinistra”, que tanto na fantasia quanto na realidade me assustaram. Espero que ela seja útil tanto para a parte boa, quanto da má, afinal ela já nos deu uma brecha de que conhece Rumpelstiltskin e tem negócios com ele. E, posso confessar uma coisa? Saber se ele está “acordado” nessa nova maldição é a minha maior curiosidade. Juro para vocês!

Em resumo foi um bom retorno, sem grandes revelações, mas criando terreno para nos identificarmos com os novos rostos e de novo mergulharmos neste universo mágico. Estou de coração aberto esperando horas de entretenimento tão boas quanto as que tivemos no início de OUAT. Acompanhem comigo, semanalmente, as reviews aqui no Mix!

ERA – Que bom ver que a série não deve ser a sofrência do arco da temporada anterior
UMA – Para quê o Henry tinha um celular na Floresta Encantada? Como ele carregava ele? E a gasolina na moto? Feijões mágicos estão na promoção?
VEZ – Lana Parrilla é dona da série. Domina toda a cena. OMG!

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Wellington Torres

Oi, eu sou o Well. Jornalista, amante de séries, animes e totalmente ligado na cultura geek. Responsável pelas reviews de 3% (Netflix), House of Cards (Netflix), Marvel's Iron Fist (Netflix), Shooter (Canal USA), Timeless (NBC), Once Upon a Time (ABC) e Westworld (HBO).