Orange is the New Black – 3×04 – Finger In The Dyke

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Imagem: Banco de Séries

 

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Esse episódio foi focado no difícil trajeto da vida da Boo para ser aceita pelos pais, tanto pela sua sexualidade, como o jeito “butch” de ser. Ouso dizer que, na minha opinião, esse foi um dos melhores episódios da série. Tanto por ter abordado um assunto delicado, como pelo laço de amizade que foi criado entre Suzane e Taystee por causa da morte da Vee.

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O presídio recebe a visita de uns avaliadores para tentar reverter a situação de fechamento iminente, sendo assim privatizá-lo e Caputo precisa convencer eles que o Lichtfield é uma instituição rentável e que vale a pena investir. E ele faz todos se comportarem “feito gente”, coisa que é difícil, e que arrancou várias risadas.

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Quem diria que iria crescer uma amizade bem legal entre Boo e Pennsatucky? E que disso iria surgir uma idéia mirabolante da Boo vira ex-gay para poder receber doação da igreja. Carrie/Boo teve direito até a maquiagem e batom vermelho.

Ao conhecer um pouco mais do passado da Boo, deu para se emocionar bastante, se sensibilizar e entender um pouco qual o motivo de ela ser tão intolerante com o universo, já que a sociedade e a família nunca a aceitou pelo jeito de se vestir, o que é uma grande idiotice, já que o que determina o caráter da pessoa não é sexualidade, modo de vestir ou as tatuagens que tem no corpo, mas ela não deixou se intimidar e continuou sua vida do jeito que quis, até ser presa.

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a seguir, um dos melhores diálogos que já vi na vida:

“Eu tenho tido de lutar por isso a minha vida inteira, pai. A minha vida inteira estranhos, namoradas, porra, até contra os meus pais. Todos me pedindo para ser algo que eu não sou. Você tem alguma ideia de como é isso? A puta da sua existência ser negada, como: ‘Opa, seria melhor se você fosse invisível?’ ‘sim’. Eu me recuso a ser invisível, papai. Nem por você, nem pela mamãe, nem por ninguém.” –  Big “Carrie” Boo

Na parte #Vauseman da série, que na minha opinião é a parte que mais me dá preguiça, Piper recebe a visita dos pais no dia do seu aniversário,  e eu adoro quando o irmão dela aparece. Ele é um fofo! A cena épica do episódio foi ela mostrando aos pais como ela também “consegue falar Oh My God!”, mas de uma maneira mais ofegante que o normal. Achei muito bem feito para eles! E confesso que ri bastante e deu até para esquecer um pouco o quanto eu detesto ela. Piper comentando que falou a família que estava namorando com ela e assim criou coragem para pedir a Alex em namoro, momento fofura do episódio. Tá, confesso, deu pra achar fofinho elas duas.

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 Observação: frase que levarei para os próximos eventos familiares:

“Um grande olá hétero para todos vocês” – Boo, Big.