Orphan Black – 5×07 – Gag or Throttle

Imagem: YouTube/Reprodução

Isso não foi um episódio, mas sim uma obra de arte! Faltam-me palavras para conseguir descrever esse episódio que foi maravilhoso em todos os aspectos. Quem assistiu sabe que o destaque da vez foi Rachel e essa review será totalmente focada nela, pois merece!

Precisamos falar seriamente sobre Rachel Duncan. Ela é o tipo de personagem que amamos odiar, na qual muitas vezes acabam nos surpreendendo com suas atitudes, seja por mal ou por bem, como aconteceu nesse sétimo episódio. Se formos pegar sua trajetória dela desde a primeira temporada, podemos observar como a personagem protagonista como uma vilã foi bem construída com seus roteiros e histórias. Por mais que possamos imaginar tudo o que ela tenha sofrido no passado, pudemos conhecer um pouco mais sobre ele e de certa forma, criar até mesmo empatia. Como não sentir dó e pena quando Kira pergunta “Quem te magoou?” e sem hesitar Rachel responde “Todo mundo.”. Outra fala forte do episódio é quando ela menciona que quando pequena ela perguntou ao Leekie se poderia chamá-lo de pai. Mesmo odiando essa tinhosa eu senti vontade de pegá-la no colo e abraçar muito forte, pois percebemos que faltou amor, atenção e sentimentos para ela desde pequena e é ai que entra a famosa frase “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”, ou seja, aquele meio que Rachel viveu desde pequena foi o que fez ela se tornar isso que é hoje.

De todas as clones, Rachel sofreu mais! Foi abandonada e desde pequena viveu em uma mentira que foi contada para ela e em meio a essas mentiras, tentou ser alguém acreditando que teria de fato esse poder todo, mas a verdade é que ela nunca deixou de ser uma propriedade, assim como as outras clones. Bato palmas para a atitude que ela teve ao descobrir toda a farsa. Ela não se deixou abalar na hora, não surtou e sim foi arrumar uma solução de salvar menina Kira entregando ela sã e salva para Sarah!

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Foi coerente toda a explicação sobre aquele olho mecânico dela, que por fim, era como P.T conseguia administrá-la e saber de todos seus passos. Agonizante é a palavra que uso para definir aquela cena final onde Rachel pega o cabo da taça quebrada e enfia no olho para finalmente livrar-se daquela tortura. Bem vinda ao #CloneClub Rachel! Estou torcendo para nada de mal acontecer com ela nos próximos episódios, pois após esse, não consigo sentir mais raiva e nem rancor dela. #SaveRachelDuncan!!!

Extras:

  • O que foi a crise de identidade que deu em Alison? Confesso que fiquei incomodado e quero a antiga Alison de volta [aaa].
  • Essa foi a review que mais gostei de escrever desde quando comecei resenhar essa série \o/
  • Apenas tenho dó de todas as atrizes que estão concorrendo com Tatiana Maslany no Emmy!

Boatos que o próximo episódio será o mais bombástico de todos! Vamos preparando o coração e até a próxima Sestras.

Rodrigo Chechi

Rodrigo Chechi

Pedagogo formado pela UNESP. Especializado em Educação a Distância para a Docência pela UNIARA. Mestrando em Educação pela UNESP. Apreciador de vinho, café, séries e músicas. Um coração igual de mãe, sempre cabe mais uma série! rs No Mix escreve as reviews de This is Us, Pretty Little Liars (RIP), Orphan Black (RIP).

2 comments

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  1. Lucas Franco
    Lucas Franco 23 julho, 2017 at 23:44 Responder

    Me faltam palavras para descrever a beleza desse episódio!! Já venho a umas duas semanas com um pouco de preguiça dessa pegada SyFy que a série trouxe em peso nessa temporada!! Mas esse episódio é de aplaudir de pé. Parabéns pela review Rodrigo, concordo com tudo que você disse… Agora o #CloneClub está completo!!

    • Rodrigo Chechi
      Rodrigo Chechi 24 julho, 2017 at 11:44 Responder

      Obrigado Lucas! ^^
      Pensei que era só eu, mas também estava com preguiça em relação a pegada SyFy e um pouco desanimado com o que os episódios vinham apresentando, pois sei que Orphan Black poderia oferecer muito mais… Agora acho que engrenou de vez e aposto que os três últimos não decepcionarão! o/

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