Os diários, mitos e origens de Supernatural

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Há dez anos, o extinto canal The WB Television Network estreava Supernatural, que viria a integrar o senso comum da cultura-pop. Desenvolvida originalmente para acompanhar relatos de jornalistas que teriam feito contato com o mundo sobrenatural, a série só foi aprovada após o produtor Eric Kripke reconstruir o conceito por trás dos protagonistas, chegando à figura dos irmãos Dean e Sam Winchester, como conhecemos.

Com dez temporadas, o programa é do tipo que, apesar de não ser mais um dos grande hits do canal CW, que passou a exibi-la com a queda do canal The WB, tem fãs fiéis espalhados pelo mundo. Sendo assim, Supernatural tem relativo sucesso nas vendas de produtos para home video e até já ganhou uma versão em anime e HQs.

A animação contou apenas com uma temporada de 22 episódios que abrange os primeiros anos da série. O diferencial era, além de apresentar o mundo dos Winchester para o público que consome animes, mostrar também a infância dos irmãos. Já nas HQs, a intenção era mesmo de expandir o universo. Com isso, foram feitas quatro minisséries divididas em seis edições. No Brasil, a editora NewPOP ficou responsável pela distribuição.

Continua após a publicidade

supernatural o diárioCom uma variedade de produtos no mercado, era de se esperar também que o show ganhasse suas novelizações. A coleção “The Official Companion” é lançada nos EUA sempre após o fim de cada temporada, como uma espécie de resumão do que foi apresentado. Também foram publicados alguns romances baseados na série, como “Nunca Mais” e “Guerra dos Filhos”, distribuídos aqui pela editora Gryphus.

O livro mais popular (e mais relevante) é “O Diário de John Winchester”. Como o próprio título sugere, é uma prequel que acompanha o próprio John após a morte da esposa – mesmo ponto de qual a série parte, porém com direcionamento diferente.

John compra o diário para registrar características dos monstros que enfrenta, uma forma de aprender a cada novo caso e assim ter uma forma de apoio. O livro também aborda mais um pouco da infância dos filhos e a necessidade de Dean em cuidar do irmão é bem colocada no texto. O diário sustenta a afirmação do criador da série sobre o foco principal ser a família, e não os casos. A mitologia seria, então, o contexto que ajudaria a levantar questões como lealdade e o sentimento de obrigatoriedade da família.

Outro título essencial para os fãs da série é “O Livro dos Monstros, Espíritos, Demônios e Ghouls”. Narrado pelos irmãos Winchester, o livro traz ilustrações e descrições detalhadas das criaturas apresentadas. A publicação é basicamente uma espécie de catálogo, então muita coisa vista nas primeiras temporadas da série são citadas no livro. A leitura é recomendada para quem assistiu, pelo menos, as três primeiras temporadas.

Ainda existe uma parcela de romances inspirados, como “Night Terror” e “The Unholy Cause”, que não foram lançados no Brasil e não existe previsão.

Equipe Mix

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2 comments

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  1. Caroline Marques
    Caroline Marques 2 março, 2015 at 15:26 Responder

    eu era bem viciada em SPN, passou! hahahaha Ainda bem, já pensou ter um diário de como matar criaturas na estante de casa? Suspeito no mínimo. Adorei Rubens!

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