Para sempre Califórniaaaaaa

Imagem: Divulgação/Fox

Durante um bom tempo da minha vida aos domingos pela manhã, eu tinha um ritual: me transportar para Orange County. E não importava o frio que fazia onde eu moro (sou gaúcha de Porto Alegre tchê), me sentia na Califórnia.

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Dona de personagens que até hoje moram em nosso coração, The O.C. marcou época por uma infinidade de motivos. E um deles é bem pessoal, essa série foi responsável por uma revolução no meu playlist, apresentando bandas que representam o que tem de melhor na música indie mundial, como The Killers, Death Cab For Cutie, Band of Horses, Belle & Sebastian, Phoenix, Franz Ferdinand, Kaiser Chiefs, Kasabian, Ok Go e Beck, só para citar alguns.

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Outra parte importante e que pouca gente sabe, é que The O.C. é baseada na vida do próprio criador, Josh Schwartz. Ou seja, não é somente uma série teen, é uma série teen biográfica. E quem sabe esse seja o motivo para os personagens serem tão inesquecíveis.

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Transmitida pela Fox entre 2003 e 2007, a série do já citado Josh Schwartz (que já nos trouxe muitas maravilhas nessa vida) usava como cenário a ensolarada Califórnia, mais precisamente a praia de Newport Beach. E contava a história de Ryan, menino pobre que sofre uma revolução na vida e passa a morar com pessoas ricas. Até agora para você alien que não conhece a série parece tudo bem clichê né? Então é porque você não conhece os personagens, e eles merecem outro parágrafo.

Ahh os personagens, como não se identificar com eles? Pessoas nada mais do que normais, não é difícil esbarrar com um Seth por aí, ou quem sabe com uma Marissa (se você não tiver muita sorte). E esse é um dos grandes trunfos da série, a simplicidade e a verdade geram identificação sempre.

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Seth era aquele geek com quem eu e muitas outras gostaria de ter um relacionamento sério. O primeiro nerd da ficção com quem meio mundo se identificava porque não era nada estereotipado, ele era gente como a gente. E foi o primeiro SÍMBOLO SEXUAL NERD. O orkut era lotado com comunidades como “Eu amo Seth Cohen”, e como não amar?  Mas ele tinha Summer, e Summer era a melhor amiga dos sonhos de qualquer um. E os dois juntos eram o melhor casal do mundo.

Aliás, além de trazer o melhor casal do mundo, The O.C. também era detentora da “melhor família do mundo”, e como Sandy, Kirsten, Seth e Ryan eram perfeitos juntos. Donos de diálogos incríveis, quantas vezes tive vontade de entrar naquela cozinha e conversar horas com Sandy sobre como o mundo pode sim ser melhor!

Mas nem tudo eram rosas em The O.C., e tínhamos Marissa, the girl next door, para desandar tudo. Cheia de problemas e rebelde sem causa, ela atazanou a vida de todos durante três temporadas, foi a responsável por fazer “Hallellujah” ser uma das músicas mais tocadas em séries e realitys musicais, e se não tivesse morrido eu mesma teria entrado na TV e enforcado a fia, porque não sou obrigada!

Depois que a chata da Marissa morreu, finalmente a incrível Taylor teve espaço, e como ela e Ryan combinavam. Pena que nessa época a audiência já estava em declínio, e muita gente abandonou a série assim que Mischa deu tchau. Uma injustiça para a ótima Taylor, a minha segunda personagem preferida – depois de Seth claro.

Sei que muita gente torce o nariz para série, mas é inegável que The O.C. é um dos programas mais emblemáticos dos anos 2000. Com personagens incríveis e fáceis de amar – lembrando que a música também era um personagem – e uma história redondinha, que marcou a vida de muita gente. E você, também é órfã de The O.C.?

Relembre AQUI a abertura de The O.C. na nossa coluna especial.

 

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