O fim de And Just Like That…, sequência de Sex and the City, não agradou a boa parte dos fãs. O episódio final, exibido recentemente pela HBO Max, deixou muitos espectadores frustrados por mostrar Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) sozinha, dançando ao som de Barry White, sem um grande momento de encerramento com suas amigas ou um romance definido. A recepção foi tão negativa que leitores do TVLine chegaram a dar nota “F” para o desfecho.
Apesar das críticas, as roteiristas e produtoras Julie Rottenberg e Elisa Zuritsky saíram em defesa do encerramento. Para elas, o final representou uma declaração de independência clássica de Carrie.
Segundo Zuritsky, a personagem, ao optar por ficar sozinha, demonstra maturidade e autenticidade, especialmente depois de ter vivido o luto da viuvez e de experimentar novas relações. “É um retrato de uma mulher plena, feliz em seu próprio espaço e cercada de amizades fortes”, afirmou.
Rottenberg também destacou que a força estava justamente em mostrar Carrie confortável com a possibilidade de não ter outro homem em sua vida. “Ela tem uma vida incrível, amizades sólidas, e isso não é uma tragédia. Sentimos que era o jeito mais honesto de encerrar”, disse.
Embora reconheçam a insatisfação dos fãs, as produtoras veem o impacto como um sinal de que o público ainda não queria se despedir de Carrie, Miranda e Charlotte. “Se não houvesse tantas reações, talvez fosse mais preocupante”, pontuou Rottenberg.