Prison Break – 5×04 – The Prisioner’s Dilemma

Imagem: Arquivo Pessoal

Enfim a fuga aconteceu. O reencontro com Lincoln aconteceu. A descoberta de Poseidom aconteceu. Na verdade, nesse quarto episódio aconteceu de tudo, e que episódio MARAVILHOSO!

Pelas janelas da solitária, Michael e seus companheiros de fuga se deparam com Ogygia sendo largada pelos policias que lá trabalham e sendo dominada pelos presos. Cross, o T-Bag do Iêmen, é quem encabeça o movimento na cadeia. A ideia do bandido é simples e inteligente, não sair da prisão, tirar Abu Ramal da solitária e usá-lo como moeda de troca com o ISIL pela sua liberdade.

Saindo por um instante da cadeia, Lincoln continua a correr para todos os lados a fim de achar uma solução para tirar o irmão de Ogygia. C-Note começa a dar pra trás depois de ver o tamanho da confusão em que estão. Entre nós, depois de tudo que Burrows fez, largar Scofield a essa altura do campeonato, não me parece nada sensato.

Voltando para Ogygia, o plano de Michael para sair da solitária, com linhas do uniforme e colher, deu certo, e novamente o dilema de soltar ou não Abu Ramal. Ele soltou. Penso que, o lugar, o país, está todo devastado, ter o líder do ISIL do seu lado – pelo menos a principio, não me parece uma ideia ruim.

Fora da prisão, notamos que Michael tem um plano para absolutamente TUDO. Quando ele opta em, novamente deixar Ramal para trás – o que fica bem claro pela suposta briga com o coreano Ja, infelizmente ele não previu que o terrorista iria descobrir. Mas que sorte seria do líder do ISIL se existisse somente um irmão incrível, não é mesmo? Sabe aquelas cenas que você sabe que vai acontecer, mas quando aconteceu você se surpreende mesmo assim? Foi isso que aconteceu quando Lincoln chegou dominando tudo. Mas quando ele grita a palavra “irmão” os demais, principalmente o Whip, ficam chocados com a revelação. Como um dos terroristas da ISIL estava gravando o que viria a ser a morte de Michael, acabou que a morte registrada foi a do próprio líder, Ramal.

A morte Abu Ramal foi tão interessante, mas ao mesmo tempo tão confusa. Quando Kellerman, que está conversando com T-Bag sobre quem é Poseidon, conta que Poseidon queria mesmo é que Michael soltasse o terrorista de Ogygia, o que abre é um enorme buraco na história.

Falando mais sobre o Kellerman, eu tenho minhas suspeitas se ele está mesmo morto. Em Prison Break, na verdade, é meio difícil você ter essa exatidão. Mas, como o vilão, que supostamente o matou, ficou balançado com as palavras de Kellerman, fico esperançosa que ele sobreviveu. Se não morreu, já pode pedir música, né?

Já soltos e sem Abu Ramal, Scofield e seus companheiros agora enfrentarão o maior dos problemas: O vídeo de Whip matando o terrorista se espalhou pelo país e com isso, os integrantes de ISIL declaram guerra contra Michael e amigos. Como eu disse na segunda review dessa season, o desafio da temporada é outro, é fugir de um país, é lidar com um lugar em guerra e serem os maiores alvos dos terroristas.

Em “The Prisioner’s Dilemm”, novamente somos presenteados com cenas de alta tensão, muitas descobertas e o maior plot da temporada: Seria o marido da Sara o Poseidon? Tudo se encaixa perfeitamente. Ele se casa com a mulher do Michael já sabendo que ele está vivo.

“He’s my brother!”

Morremos com o abraço no final, depois de sete anos.

Na próxima terça (02), teremos o novo episódio, intitulado “Contingency”, agora com os irmãos juntinhos. Até lá!

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Letícia Garcia

Paulista, porém mora na Carolina do Norte. Jornalista e apaixonada por séries e futebol. Grey's Anatomy é a série da vida, mas também é fã de Spartacus, Supernatural, Vikings e Friends. No Mix de Séries escreve as reviews de Vikings, Prison Break, 13 Reasons Why e Riverdale.