TV Guide elege as melhores performances de 2017 na TV até agora

Imagem: Hulu/Divulgação; NBC/Divulgação; HBO/Divulgação; FX/Divulgação;

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Os indicados ao Emmy, divulgados na última quinta-feira (13), nos deram uma excelente ideia de quais atores caíram nas graças da Academia de Televisão neste ano. Mesmo assim, o TV Guide fez uma lista com as atuações que mais destacaram-se na sua visão. Confira quais foram:

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10º. – Rob Delaney de Catastrophe

Delaney, que já falou abertamente sobre o fato de ser alcoólatra em recuperação, teve que canalizar todos os seus demônios para a terceira temporada de Catastrophe, onde seu personagem cai na tentação e tenta esconder seu problema de bebuda da parceira Sharon (Sharon Horgan). As consequências são duras e um tanto difíceis de assistir, segundo considerações do TV Guide, tanto para Rob como para Sharon que terão que lutar juntos para superar mais um obstáculo no relacionamento.

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Combinando o desempenho de Delaney e o excelente roteiro feito por ele e Horgan, Catastrophe consegue ser uma das comédia mais divertidas da televisão, mesmo que desafie o telespectador em muitos momentos. O Rob da ficção é um daqueles personagens frustrantes que você ama, odeia e está torcendo ao mesmo tempo.

9º. – Nicole Kidman – Big Little Lies

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Como Celeste, uma dona de casa e vítima de violência doméstica nas mãos do seu marido Perry (Alexander Skarsgard), Kidman construiu um retrato estilhaçando, complexo e extremamente verossímil. Com um olhar destemido para sua personagem, Kidman brilhou ainda mais nas cenas que sua personagem participava de terapia, onde evidenciava o conflito de Celeste de pedir ajuda, defender as ações de Perry e seu relacionamento “volátil”, enquanto luta contra emoções devastadoras antes de aceitar que tudo aquilo lhe consumiu. É uma deslocação completa, com surpreendentes viradas numa minissérie cheia de performances incríveis.

8º. – Logan Browning – Dear White People

Como Samantha, uma provocadora com princípios de Dear White People, Logan Browning consegue manter seu status de dominadora durante toda a primeira temporada em meio a um grande e talentoso elenco. Sua maneira graciosa de navegar entre frustração, raiva e fúria sobre injustiça é cativante, mas é a construção do lado mais “macio” de Sam – vista na vulnerabilidade com seu namorado branco e suas políticas equivocadas – que permitem que sua versatilidade seja evidenciada. Amá-la ou odiá-la, Sam, um dos personagens mais interessantes do ano e Browning é responsável por isso.

7º. – Nicole Richie – Great News

Quem poderia prever que Richie, destaque do reality show The Simple Life e sensação dos tabloides, entregaria uma das performances mais divertidas do ano? Pois é exatamente o que aconteceu na bem sucedida comédia produzida por Tina Fey como a co-âncora de um telejornal, Portia. Numa série cheia de performances ridículas e caricatas, a profissional sem sentido de Richie consegue ser a mais ridícula de todas. Que venha a segunda temporada!

6º. – Aubrey Plaza – Legion

Como a personificação vil da entidade psíquica conhecida como The Man With the Yellow Eyes na série derivada dos X-Men produzida pelo FX, Plaza é de tirar o fôlego. Desde a melhor amiga de um perdido Dan Stevens, passando por torturadora dos mutantes como Beetlejuice, até a apresentação de uma das melhores sequência de danças já filmadas, Plaza é incrível.

5º. – Michael McKean – Better Call Saul

Michael McKean é amplamente conhecido por seu trabalho em produções cômicas, mas no aclamado drama Better Caul Saul da AMC ele é algo extremamente sério é como Chuck, o irmão mais velho miserável de Jimmy McGill (Bob Odenkirk). A performance brilhante e cheia de camadas de McKean como um homem lutando a complexa batalha das doenças mentais que destroem tudo de valioso na sua vida tornam incrivelmente difícil não gostar de Chuck mesmo como sua arrogância e tratamento com Jimmy lhe tirem do sério. É por isso que seu fim tráfico na Season Finale doem ainda mais o telespectador do que Jimmy, provavelmente.

4º. – Jessica Lange – Feud: Bette and Joan

Como na vida, Joan Crawford foi a personagem mais altiva e exagerada. Lange brilhou ao retratar o glamour, a teatralidade, obscuridade e tendências de diva. Entretanto, não é essa sensação que permanece na conclusão do episódio. O seu compromisso nu em mostrar as vulnerabilidades da atriz, sua fragilidade, sua agonia solitário e seu desejo manipulador e ao mesmo tempo admirável em manter-se no jogo. Crawford estava quebrada por dentro, mas Lange foi imaculada ao retrata-la.

3º. – Carrie Coon – The Leftovers

A última temporada de The Leftovers estava cheia de atores compromidos em trazer performances que defiram suas carreiras, mas foi a guinada na Nora Durtst de Carrie Coon que sobressaiu-se no legado da série, além das calças de moletom de Justin Theroux. Das inúmeras briga e discussões com Kevin (Theroux) num quarto de hotel alagado até um monólogo poderoso de oito minutos sobre sua viagem ao outro lado na Series Finale, Coon retratou uma complexa e falha Nora com emoções cruas que tornaram impossível de esquecer.

2º. – Sterling K. Brown – This Is Us

Sterling K. Brown teve tantas cenas inesquecíveis e emocionantes como Randall no grande sucesso da NBC, que é bem difícil escolher qual momento tornou Brown um dos jogadores mais inesquecíveis dessa temporada. Foi sua raiva sutil quando descobriu a traição da sua mãe? Seu ataques de pânico convincentes? Literalmente, cada momento em “Memphis?”

1º. – Elisabeth Moss – The Handmaid’s Tale

Elisabeth Moss é uma das âncoras de The Handmaid’s Tale com sua performance como Offred, uma mulher conhecida como June que foi forçada a tornar-se escrava sexual num futuro distópico. Como Offred, as dores de Moss são sempre evidentes à superfície até mesmo quando está se arrumando para seus donos. É um desempenho impressionante ainda muito mais e menos histriônico do que as performances que roubam a cena na temporada de prêmios. Mas é exatamente por isso, quando cada pedacinho de Offred salta dos olhos de Moss. Adicione seu comentário bem humorado e sarcasmo mordaz, e Offred é uma personagem que os telespectadores podem entender, além da performance mais arrebatadora do ano.