Queda na audiência de The Walking Dead faz ações da AMC desvalorizarem

The Walking Dead Season 7 (1)

Imagem: CarterMatt

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Apesar de exibir um dos episódios mais comentados de toda a televisão americana em 2016 em The Walking Dead, a AMC tem visto o valor das suas ações caírem significamente. A sétima temporada da série de zumbis estreou com 17 milhões de telespectadores, mas foi perdendo público nos episódios subsequentes até chegar aos 10.48 milhões em Swear (7×06) e subir um pouquinho no midseason finale ao marcar 10.58 milhões de telespectadores.

A queda tem repetido alguns dos piores momentos da série em 2012.

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7×01: 17.03 milhões
7×02: 12.46 milhões
7×03: 11.72 milhões
7×04: 11.40 milhões
7×05: 11.00 milhões
7×06: 10.40 milhões
7×07: 10.48 milhões
7×08: 10.58 milhões

O derretimento da audiência do seu principal produto colocou a AMC numa posição desconfortável em Wall Street. Isso porque, mesmo que The Walking Dead continue sendo a maior de toda a televisão em questão do público alvo de 18 a 49 anos, a queda no público total e o enfraquecimento acentuado de Fear the Walking Dead, que vem dando menos de 04 milhões de telespectadores por semana, fizeram o valor das ações do canal caírem fortemente em 2016.

De acordo com a Variety, as ações da emissora fecharam o ano valendo 52.34 dólares, perdendo 30% do seu valor durante todo o ano. A AMC não está sozinha nessa situação delicada, canais e estúdios que também também fecharam o ano com perdas foi a Viacom, em razão de todo o drama familiar em torno da sua sucessão, e a Lionsgate.

Dentre as empresas que terminaram 2016 no positivo estão: Disney e Fox com ganhos de menos de 1%, plataformas como Netflix, Facebook e Apple topping com aumento de 10%. Os maiores vencedores do ano que acabou, porém, ficaram com a Timer Warner (49%), com ajuda do anúncio de fusão com a AT&T, e a CBS com 35%.

A sétima temporada de The Walking Dead retorna no domingo, 12 de fevereiro.

Fonte: Comic Book

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Bernardo Vieira

Catarinense e estudante de direito. Escrevo sobre entretenimento desde 2010, mas comecei com política internacional depois da campanha americana de 2016. Adoro uma premiação e um debate político, mas sempre estou lendo ou assistindo algo interessante. Quer saber mais? Me pague um café e vamos conversar.

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