O filme Robin Hood, exibido na Sessão da Tarde desta segunda-feira (18), é um daqueles casos curiosos em que a proposta parecia promissora, mas acabou dividindo bastante o público e a crítica.
Estrelado por Taron Egerton, ao lado de Jamie Foxx e Ben Mendelsohn, o longa tenta reinventar a clássica história de Robin Hood em uma versão muito mais moderna, estilizada e cheia de ação.
Robin Hood: A Origem abandonou totalmente clima clássico
Diferente das versões tradicionais medievais, Robin Hood: A Origem aposta em um visual quase inspirado em filmes de super-herói.
A produção transforma Robin em algo próximo de um vigilante urbano no estilo Batman ou Gavião Arqueiro, com cenas aceleradas, muito CGI, câmera lenta e uma estética mais sombria.
O problema é que muita gente não comprou essa ideia.
Na época do lançamento, o filme foi bastante criticado justamente por abandonar o charme clássico das histórias de Robin Hood em troca de uma abordagem considerada exagerada e genérica.
Crítica detonou, mas filme diverte quem gosta de ação
O longa teve desempenho fraco nos cinemas e recebeu avaliações negativas da maior parte da crítica especializada.
Muitos apontaram que o roteiro é previsível, os diálogos artificiais e que a história parece tentar modernizar demais algo que funcionava justamente pelo clima aventureiro original.
Mesmo assim, existe um ponto importante: o filme pode funcionar para quem só quer uma diversão rápida e despretensiosa na TV.
As cenas de ação são intensas, o ritmo é acelerado e o elenco principal segura bem o entretenimento, principalmente Taron Egerton como Robin.
Então vale assistir?
Se você procura uma adaptação fiel e épica de Robin Hood, provavelmente vai se decepcionar.
Agora, se a ideia é assistir a um filme leve, exagerado e cheio de ação estilo blockbuster moderno, Robin Hood: A Origem pode acabar surpreendendo mais do que muita gente imagina.
É aquele típico filme de Sessão da Tarde que funciona melhor quando você simplesmente aceita a loucura da proposta e entra na brincadeira.