Sex and the City: quando a intimidade feminina virou fenômeno televisivo

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                                                Imagem: Divulgação/HBO

Há quase 16 anos atrás, em junho de 1998, estreava na HBO uma das séries mais revolucionárias da história da televisão. A premissa de Sex and the City até que era simples: colunista em Nova York analisa os relacionamentos na cidade, enquanto apronta altas confusões com suas melhores amigas e conversa sobre homens em uma mesa de café. Mas a produção, inspirada no livro de Candace Bushnell, se mostrou muito mais interessante do que prometia. Sex and the City é um retrato quase fiel de uma geração de mulheres emocionalmente imaturas em uma época em que têm que se preocupar com a carreira e com a família enquanto buscam o amor de sua vida. Além disso, temas como aborto e lesbianismo foram tratados com uma naturalidade que até então não era vista na telinha. It’s not TV, it’s HBO!

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Mas o grande trunfo da produção, eram os arquétipos femininos representados pelas quatro protagonistas: enquanto Carrie era a mais “equilibrada” entre elas, Samantha era um furacão sexual que traçava quem aparecesse na sua frente; Charlotte era a romântica que procurava o amor de sua vida para constituir família; e Miranda a ambiciosa focada no trabalho. Quem assistia certamente se identificava com uma delas, e também com seus problemas – quem nunca teve um Mr. Big na vida?

 

A série durou seis temporadas, e alçou a atriz Sarah Jessica Parker a ícone fashion – eu já mencionei que os figurinos eram fa-bu-lo-sos? Mas, mais do que isso, Sex and the City virou um fenômeno cultural. Basta ir à Magnolia Bakery, em Nova York, para se deparar com uma multidão de fãs da série se deliciando com os doces que apareciam na série. A cidade também conta com tour específicos para conhecer os pontos mostrados na trama. Um deles inclusive desempenhou um papel importante no final da primeira temporada de The Newsroom, lembra?

E não foi só na série de Aaron Sorkin que SATC desempenhou papel importante. As personagens são citadas frequentemente em outras produções, e inclusive brilharam em um prequel bem divertido, The Carrie Diaries, que teve duas temporadas exibidas na CW. Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda também brilharam em dois filmes pós-série, que não fizeram justiça ao que foi mostrado na televisão, mas serviram para matar as saudades das protagonistas. Mas se você quer matar as saudades mesmo, a dica é: faça uma maratona com as seis temporadas (lançadas em DVD no Brasil), e veja Sex and the City em seu melhor!

Ah, e quer relembrar as memoráveis participações da série? Dê uma olhada no nosso Convidados Especiais que relembrou nossa amada série.

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