Shadowhunters – 1×04 – Raising Hell

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Imagem: Banco de Séries

 

A cada episódio, um novo foco, uma nova missão, mas um mesmo intuito: descobrir o máximo sobre o passado de Clary. E essa semana eles contam com a ajuda de ninguém mais ninguém menos que um dançarino conhecido de Ohio o poderoso Magnus Bane. O grande feiticeiro do Brooklyn, interpretado por Harry Shum Jr., dominou boa parte do episódio nos matando de tanto rir com suas indiretas sagazes para Alec.

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Já que Clace (Clary + Jace) está totalmente sem sal, os produtores tiveram uma ideia excelente de finalmente começar a investir o trabalho deles em Magnus e Alec. E as coisas fluíram ao perfeito natural, já que temos Izzy como o cúpido, que rapidamente sacou as olhadas de Magnus para seu irmão. Mas nem tudo saiu a como planejado, já que eles se viram obrigados a abdicar de uma memória daqueles que mais amavam para recuperar as de Clary. Quando a imagem de Jace aparece diante de Alec, o rapaz quebra a corrente, fazendo com que o monstro precisasse de ser destruído.

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Imagem: Banco de Séries

Magnus é atraído por Alec, que é atraído por Jace, que é atraído por Clary, que corresponde um pouco a atração de Jace. Confuso? Nem tanto não é mesmo, somente um exemplar da vida sendo destruidora até mesmo nas séries. Mas dentre todos os que mais sofrem, Simon ainda ganha um destaque. Agora, em uma versão um pouco mais sobrenatural, o garoto está passando por sua transformação. Agora como vampiro, ele precisa entender sua situação, e isso faz com que nosso pobre e carente Simon vá atrás de Camille.

Finalmente vimos um pouco da relação Parabatai entre Jace e Alec. Essa é uma relação muito bacana de se explorar com o tempo, principalmente quando se associa aos sentimentos que Alec tem por Jace. Como Izzy mesmo disse, a relação Parabatai requer uma intimidade enorme entre os envolvidos, funcionando como um juramento de luta durante toda a vida. Sendo bem trabalhada, de maneira natural e menos forçada, tem-se uma grande carta em mãos para um futuro plot.

Pouco ainda se falou sobre Jocelyn e Valentine. Sabemos que a relação deles ocorreu e que Clary é fruto desse romance. Mas poderiam começar a trabalhar um pouco mais a estória dos dois, até mesmo no passado, deixando um pouco de lado o drama romântico entre o casal principal sem gosto nenhum. Os episódios estão bem desenvolvidos e os plots conseguem ser bem trabalhados.

Há uma notável ascensão da estória, que deve tomar cuidado para não cair na mesmice e permanecer estável sem desenvolvimento. Acredito eu que os produtores possuem material mais do que suficiente para realizar um bom trabalho com a série e com o apoio de divulgação da Netflix, conseguem fazer com que seu trabalho atinja tanto os grandes fãs da saga, quanto desconhecidos que provavelmente se interessam pelo drama adolescente.

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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