Shooter – 1×05 – Recon by Fire

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Imagem: Netflix

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Estou cada vez mais animado em continuar a assistir Shooter! Tenho de começar assim a review, pois os últimos acontecimentos tiveram um ritmo excelente e tudo fluiu tão naturalmente que quando me dei conta o episódio já tinha terminado. Cada vez mais as atenções se voltam para a agente Nadine Memphis, ainda mais agora que Isaac e, principalmente, Jack sabem que ela sabe de toda verdade por trás da incriminação ao Swagger.

Melhor do que isso foram os poucos segundos dedicados a Julie e o circo armado por ela na imprensa. Que coisa maravilhosa! Esse tipo de pegadinha funciona muito bem e faz com que os vilões se vejam obrigados a saírem de suas tocas. O efeito cascata parece ter acontecido rápido demais, o que na verdade soa muito perigoso para ser comemorado. Acredito que a cara da Nadine ao ver Payne no escritório foi igual a nossa em frente da TV. Aí reside a grande sacada em “Recon by Fire”: fomos pegos de surpresa mais de uma vez!

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Imagem: Netflix

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Bob Lee localizou a bala do assassinato do presidente ucraniano, mas isso não é nada perto do que essa descoberta significa. Ele foi até onde pensou ser a origem do artifício, a milícia denominada “Árvore da Liberdade”. Lá ele encontra amigos dispostos a acolhe-lo por conta da sua reputação. Ao descobrirem sua intenção, o grupo o coloca na parede e sua vida foi ameaçada. Aí tivemos uma segunda reviravolta – a bala não foi fabricada por eles. Isso já deixa como certo o próximo destino do atirador.

Agora se falarmos de Isaac, esse está mais sem moral do que qualquer outro personagem. Ele fica por mais de uma vez na mão de Swagger e é poupado. Seus superiores o ignoram e os parceiros, como Jack por exemplo, não tem o menor respeito pelo chefe de segurança. Em vez de desempenhar um papel de liderança ele tem se mostrado um peão na mão de outras pessoas. Claro, os russos queriam que o serviço fosse feito tal como foi encomendado, mas por quê mantê-lo na jogada até agora? Mais uma dúvida no ar.

Algo que o atirador disse foi muito interessante para entendermos como ele trabalha – “Ser um sniper é questão de prática e não de instinto”. Isso nos prova o porquê de ser uma referência na área, uma vez que ele é dedicado, e mesmo nas poucas cenas em que está com o rifle na mão, desenvolve os melhores momentos do show. Esperamos para ver ele ter tanta sorte assim com o verdadeiro inimigo que está por aparecer.

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