Shooter – 2×02 – Remember the Alamo

Imagem: Isabella Vosmikova (USA Network/Divulgação)

Clear. All clear

Essa, de fato, foi a frase mais dita durante todo episódio. Como era de se esperar, muito da adrenalina da première foi deixada de lado e tivemos um capítulo explicativo. Durante pouco mais de 40 minutos acompanhamos uma operação “bem-sucedida” da equipe de Bob Lee e Tio lá nas Arábias. E, ao que tudo indica, foi a partir daí que vemos o presente acontecer e o motivo do atirador e seus parceiros estarem sendo perseguidos.

A construção dessa história foi perfeita. Cada acontecimento culminou em um final digno da qualidade dessa série. Era de se esperar mesmo algo explosivo. E o máximo disso tudo é que, mesmo em um clima super pesado de crime organizado, drogas e guerra, ainda sim sentimos uma certa vontade de estar ali, de lutar com eles. Essa emoção é um barato que particularmente me faz vibrar a cada episódio. Sinto-me assim também com Murder, e essa aproximação é algo que os roteiristas e produtores não podem deixar morrer.

Imagem: Isabella Vosmikova (USA Network/Divulgação)

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Tivemos três cenários principais: Alemanha, Tailândia e Afeganistão. E lá em Bangkok vemos Isaac encarar as consequências das suas escolhas. Confesso que, apesar dele merecer o sofrimento que está por vir, uma lágrima escorreu na minha alma com a morte da Lin. A morte de inocentes sempre nos choca, não importa o quanto a pessoa esteja envolvida com o lado negro da força. Isso aconteceu após uma luta digna, e olha que eu não daria um real pelo tailandês/chinês/japonês… o que acabou sendo uma distração para o triste fim da parceira do traidor.

Um novo termo nos foi apresentado: “Crescente Dourado”. Trata-se de uma facção árabe de crime organizado que, com certeza, nos trará grandes surpresas nas próximas semanas. E, longe disso tudo, vemos como Shooter insere aventuras novas sem perder o foco em seu protagonista.

Não posso encerrar sem falar do bom posicionamento das câmeras. Que imagens perfeitas! Shooter não precisa ter qualidade cinematográfica como Westworld, mas sem dúvida se tivesse orçamento para isso não ficaríamos decepcionados! O modo como a câmera anda nos faz chegar até próximos dos personagens e fugir de uma coisa engessada e sem sentido.

Nadine, meu amor platônico, mais uma vez mostra sua força e esperteza e imploro que ela tenha mais cenas nas próximas tomadas. Ela tem muita força e mostra que sabe dominar a situação como ninguém. Temo que essa ausência possa significar que ela perca espaço na trama.

Nos vemos na próxima semana, sem falta! Para acompanhar as reviews anteriores é fácil, é só clicar aqui.

Equipe Mix

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Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

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