Smile 3 vai acontecer? Tudo o que sabemos sobre a continuação

Desde sua estreia em 2022, o universo de Smile tem cativado o público com um terror psicológico intenso, centrado em um sorriso sinistro.

Desde sua estreia em 2022, o universo de Smile tem cativado o público com um terror psicológico intenso, centrado em um sorriso sinistro que representa uma entidade maligna e contagiosa. O conceito é ao mesmo tempo simples e perturbador: a entidade passa de pessoa para pessoa quando alguém presencia um suicídio causado por ela. Quem está possuído, além de sofrer com alucinações, termina tirando a própria vida com um sorriso grotesco no rosto — um dos elementos mais marcantes e aterrorizantes da franquia.

Com o sucesso do primeiro Smile (79% no Rotten Tomatoes) e uma recepção ainda mais positiva para Smile 2 (86%), a pergunta que não quer calar é: Smile 3 vai mesmo acontecer?

O status de produção de Smile 3

Até o momento, Smile 3 ainda não foi oficialmente anunciado pela Paramount Pictures nem pelo criador Parker Finn. No entanto, há sinais promissores. Em dezembro de 2024, o site World of Reel relatou que a Production Weekly — serviço digital que monitora produções cinematográficas — listou Smile 3 em sua edição do dia 5 daquele mês. Segundo a publicação, o filme entraria em produção em 2025, com Finn retornando como roteirista e diretor. Apesar de ainda não haver detalhes sobre a trama, a menção já foi suficiente para animar os fãs.

O que Parker Finn revelou sobre o futuro da franquia

Smile
Imagem: Paramount

Em diversas entrevistas, Parker Finn expressou entusiasmo com a ideia de expandir o universo de Smile. Em conversa com a revista SFX, ele afirmou que os dois primeiros filmes são apenas o começo e que há espaço para histórias “mais insanas e desequilibradas” a cada novo capítulo. Para ele, o desafio é equilibrar o crescimento do mundo sobrenatural com uma abordagem emocionalmente sólida.

O que torna Smile eficaz é a base emocional dos personagens. Mesmo que o escopo aumente, quero garantir que as histórias continuem humanas e impactantes”, declarou ao The Hollywood Reporter. Já em entrevista ao Collider em fevereiro de 2025, Finn reforçou que deseja manter a franquia “tematicamente profunda e inesperada”.

Para onde a história pode ir?

O final de Smile 2 abre um leque de possibilidades narrativas. Após a morte de Skye (Naomi Scott) em pleno palco, diante de milhares de fãs, a entidade agora pode ter sido testemunhada por múltiplas pessoas ao mesmo tempo. Isso representa uma mudança radical na forma como o terror se propaga — saindo do plano individual e entrando no coletivo.

Smile 3 pode seguir esse caminho, acompanhando várias pessoas afetadas pelo trauma de terem assistido à morte de Skye. Talvez essas vítimas se conectem por meio de fóruns online ou grupos de apoio, criando uma dinâmica inédita na franquia. A pluralidade de personagens permitiria explorar o impacto do trauma coletivo, questionando se a entidade se torna mais forte quando espalhada ou se isso poderia, paradoxalmente, enfraquecê-la.

Novos rostos, novas possibilidades

Com a morte de Skye e o desaparecimento dos protagonistas anteriores, é provável que Smile 3 introduza um novo elenco. Pode ser que o filme siga um adulto presente no show — ou até mesmo um grupo de adolescentes, trazendo uma nova perspectiva à narrativa. A possibilidade de acompanhar várias vítimas simultaneamente também permitiria diferentes histórias interligadas, unindo drama humano e terror psicológico.

Apesar de ainda não confirmado, Smile 3 parece inevitável, dada a resposta do público e as pistas já divulgadas. E, se depender da visão criativa de Parker Finn, o próximo capítulo da franquia promete ser ainda mais perturbador — e surpreendente.





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SOBRE O AUTOR
Matheus Pereira
Matheus Pereira é Jornalista e mora em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Escritor assíduo na época dos blogs, Matheus desenvolveu seus textos e conhecimentos em Cinema e TV numa experiência que já soma quase 15 anos. Destes, quase dez são dedicados ao Mix de Séries. Além disso, trabalha há mais de dez anos no campo da comunicação e marketing educacional, sendo assessor de imprensa e publicidade em grandes escolas e instituições de ensino.