Splinter Cell: Deathwatch – As 7 principais teorias para a 2ª temporada da série da Netflix

Separamos as principais teorias para a 2ª temporada de Splinter Cell: Deathwatch. O que pode acontecer?

A primeira temporada de Splinter Cell: Deathwatch surpreendeu fãs do game original com uma trama intensa de espionagem, conspiração e dilemas morais. Criada por Derek Kolstad (John Wick), a animação da Netflix trouxe de volta o icônico agente Sam Fisher, interpretado por Liev Schreiber, em uma história que mistura ação frenética com reflexões sobre lealdade e arrependimento.

Embora a série ainda não tenha sido oficialmente renovada, tudo indica que uma 2ª temporada é apenas questão de tempo — e os fãs já estão cheios de teorias sobre o que vem por aí. Reunimos as sete mais fortes apostas sobre os próximos passos de Fisher e da Quarta Echelon.

1. O retorno da Quarta Echelon à linha de frente em Splinter Cell: Deathwatch

O final da 1ª temporada de Splinter Cell: Deathwatch deixou claro: Sam e sua equipe saem vivos, mas longe de estarem livres. Agora com Zinnia McKenna (Kirby Howell-Baptiste) ao seu lado, Fisher volta à ativa e deve liderar uma nova ofensiva contra organizações que ameaçam a segurança global.

Com a queda dos Shetlands, uma nova guerra de poder deve surgir, abrindo espaço para inimigos ainda mais perigosos. A 2ª temporada provavelmente mostrará a Quarta Echelon tentando equilibrar a moralidade e o dever em meio ao caos geopolítico.

2. Freya pode estar viva — e sedenta por vingança

Durante o confronto final, Freya desaparece após uma explosão de granada, o que deixou sua morte em aberto. Muitos acreditam que ela sobreviveu e voltará como antagonista central, especialmente por causa da rivalidade não resolvida com McKenna.

Essa reviravolta traria um conflito pessoal forte para a nova temporada, além de explorar a dualidade entre duas agentes igualmente letais — mas com motivações completamente opostas.

Splinter Cell episodio 9 Netflix
Imagem: Netflix.

3. Sam Fisher enfrentará seus próprios fantasmas

Um dos arcos mais interessantes de Splinter Cell: Deathwatch é o conflito interno de Sam: o desejo de se aposentar versus a incapacidade de escapar do passado.

Na 2ª temporada, a teoria é que ele será forçado a confrontar erros e inimigos antigos, talvez alguém de suas missões anteriores retornando para ajustar contas. Essa abordagem daria à série um tom mais introspectivo, explorando o trauma de um homem que já viu e perdeu tudo.

4. Thunder pode trair a equipe em Splinter Cell: Deathwatch

A entrada do hacker Thunder (Joel Oulette) no grupo ampliou as possibilidades da série — mas também levantou suspeitas. Ainda é incerto se ele realmente é leal à Quarta Echelon ou se está jogando dos dois lados.



Alguns fãs especulam que Thunder poderá atuar como um espião infiltrado, entregando informações a inimigos ou mesmo sendo manipulado por forças externas. Sua moralidade ambígua promete ser uma bomba-relógio dentro da equipe.

5. Grim assume o comando — e paga o preço

Anna “Grim” Grímsdóttir (Janet Varney) deve ganhar muito mais destaque na 2ª temporada. Agora como chefe operacional da Echelon, ela terá que lidar com decisões que vão além da espionagem — incluindo dilemas éticos e políticos.

A série pode mostrar Grim enfrentando pressões da própria Casa Branca e questionando os limites da lealdade a Fisher, o que adicionaria uma tensão emocional e estratégica ao enredo.

6. Novos vilões e rostos conhecidos dos games

Com a queda dos Shetlands, o cenário está pronto para novos antagonistas assumirem o papel central. A teoria mais popular é que a 2ª temporada introduzirá personagens clássicos da franquia Tom Clancy’s Splinter Cell, talvez até com os dubladores originais reprisando seus papéis.

Isso incluiria figuras como Lambert ou Sadiq, trazendo um forte elemento de nostalgia — e aumentando o risco pessoal para Fisher e sua equipe.

Splinter Cell: Deathwatch Final Explicado
Imagem: Divulgação/Netflix.

7. Um futuro incerto e uma possível sucessora

Enquanto Sam luta para sair desse mundo, McKenna pode se consolidar como sua sucessora natural. Jovem, ousada e idealista, ela representa uma nova geração de agentes, disposta a agir de forma menos ortodoxa.

A 2ª temporada pode explorar esse contraste de gerações, questionando se há espaço para novos valores em um universo dominado pela desconfiança e pelo sacrifício. Será McKenna capaz de continuar o legado de Fisher — ou o trairá em nome de algo maior?

Quando a 2ª temporada de Splinter Cell: Deathwatch pode estrear?

Ainda sem confirmação oficial, Splinter Cell: Deathwatch pode retornar entre 2027 e 2028, segundo as estimativas mais otimistas. Com o sucesso da primeira temporada e o potencial do material original, a Netflix deve investir pesado nessa continuação.

Enquanto isso, fãs seguem debatendo teorias, vasculhando easter eggs e revisitando cada frame do final. Uma coisa é certa: Sam Fisher ainda não pendurou as botas — e o jogo está longe de acabar.



Splinter Cell: Deathwatch – As 7 principais teorias para a 2ª temporada da série da Netflix
SOBRE O AUTOR
Anderson Narciso
Criador do Mix de Séries, atua hoje como redator e editor chefe do portal que está no ar desde 2014. Autor na internet desde 2011, passou pelos portais Tele Séries e Box de Séries, antes de criar o Mix. Também é criador e editor do portal Folha JF, projeto regional voltado para Juiz de Fora e região. Séries favoritas da vida: One Tree Hill, Friends e ER.