Supergirl – 2×07 – The Darkest Place

Imagem: Banco de Séries

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Faltando apenas uma semana para o tão aguardado mega crossover, Supergirl veio com um episódio cheio de informações, revelações e plot twists. Depois de ter feito uma estreia fraca, dessa vez deram uma atenção até que exagerada demais ao plot do Guardião. Gente, sejamos sinceros, James é um dos personagens mais avulsos da série, e ainda está sendo bem complicado de absorver a ideia dele se tornar o Vigilante do Universo DC. Por mim francamente, podia ser outro personagem, que pudesse aparecer em DC’s Legends Of Tomorrow, teria muito mais coerência.

Não vou negar que foi interessante a história de um vigilante semelhante a James, que ao invés de fazer justiça, utilizava da vingança para acabar com as pessoas. Isso foi extremamente clichê e previsível, afinal de contas quando aparece uma pessoa mascarada ou uniformizada para proteger uma cidade, não demora muito para ficar na mira de muito de forma negativa. ArrowThe Flash são as provas clara disso, até nossa garota de aço, inclusive.

Outra trama bastante abordada foi de J’onn e seus efeitos colaterais, após ter recebido transfusão de M’gann. A história em si achei mal trabalhada e bem avulsa, a qual com certeza merecia melhor destaque para depois do crossover. Tanto pelo fato dele já ter descobrindo a verdade sobre a marciana branca, e com tantos plots, isso merecia ser intensificado de outra maneira. Os dois acabaram se confrontando, e logo na sequência ele poupou a vida da moça. Tipo, oi? Cadê a coerência no meio disso tudo? Pelo menos ficou um plot twist interessante no final de tudo. Será que J’onn vai realmente se tornar um marciano branco? Será que não encontrarão um antídoto para reverter tal situação?

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Mon-El sendo raptado pelo Cadmus nada mais foi que um atrativo para que Supergirl chegasse até eles. Foi tenso ver o daxamita sendo torturado, mas ainda bem que a heroína conseguiu chegar a tempo antes que o pior acontecesse. Nesse momento, meus amigos, foi tiro, porrada e bomba pra tudo quanto é lado. Primeiro que a garota de aço finalmente descobriu a identidade da megera chefe da organização, o qual já havíamos descoberto semanas atrás. Lillian Luthor está obcecada, já que Superman conseguiu deter seu filho mais velho, Lex. Será que isso poderá ser um pretexto para vermos o icônico vilão em National City? Tomara, mas até lá vamos ficar mais de olho na megera, e principalmente em Lena.

A matriarca da família Luthor nos mostrou honrar o nome que carrega com louvor, e me dava ódios múltiplos toda vez que ela fazia suas maldades. Achei brutal demais o lance dela ter tirado, mesmo que momentaneamente os poderes de Supergirl para tirar seu sangue. Sem contar o jogo de tortura psicológica feita com Mon-El, para nossa heroína justamente se sacrificar por ele. Foi nessa hora, quando pensei que não teria o momento shipp alert que ele não apenas apareceu, como estava quase explodindo de tanta força. A cena da dupla na jaula foi espetacular, e eu torci que rolasse alguma declaração, mas calma que estamos no caminho certo.

O desfecho do plot de James foi bem whatever, e o que chamou mais a atenção em relação a isso foi Alex. Primeiro que amei a cena em que Winn conta a ela a identidade do guardião – aliás, os dois juntos rendem momentos pra lá de incríveis, e amo quando isso acontece. E outra também, que foi no meio da solução desse caso que rolou uma lavagem de roupa suja entre ela e Maggie. Amei essa explosão de sentimentos dela, apesar de ter exagerado em alguns momentos. Mas é aquilo lá, a agente levou um fora e está com o orgulho e o coração feridos. Sejamos mais compreensivos. Apesar de tudo, a policial ficou balançada e as duas toparam em ser, por ora, amigas. Meu shipp velcro está de volta!

O que mais me surpreendeu no meio disso tudo é que Kara foi salva por ninguém menos que Jeremiah. Que o cientista estava vivo, isso já sabíamos desde a temporada passada, mas não pensei que sua aparição acontecesse agora. Foi tudo muito rápido, e com certeza o personagem aparecerá cada vez mais, e algo me diz que ele não é tão santo assim. Será que vai rolar atritos entre ele e Alex quando pai e filha se reencontrarem? Só sei que no final o sangue de Supergirl foi utilizado por ninguém menos que o verdadeiro Hank Shaw, que também está vivo, mas esse acabou adotando a identidade de Superman Ciborgue. O que está por vir? Problemas e dos grandes.

Que venha o mega crossover, e acompanhe as nossas reviews do acontecimento. Eu, Álefe CintraLucas Franco viremos com tudo!

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Tags Supergirl
Eduardo Nogueira

Eduardo Nogueira

Administrador apaixonado por séries e música, sou fã assumido de Friends, e tenho guilty pleasure pelas séries da CW. No Mix sou editor de reality show, cobrindo atrações do gênero como as franquias The X Factor , The Voice, American Idol, entre outros. Faço também reviews das séries Mom, Supergirl, The Good Place, Scream, Fuller House e da brazuca A Garota da Moto. Além disso, deixo vocês sempre atualizados com as nossas Bolhas de Cancelamento, e também escrevo as colunas de Elenco e Teu Passado Te Condena. No tempo que me sobra faço um café para as visitas, rs. Ufa!

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