Supergirl – 2×10 – We Can Be Heroes

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Imagem: IGN

 

Quando soube que Livewire estaria de volta nesse episódio, coloquei minhas expectativas lá em cima. Não que ela seja uma vilã formidável, pois está muito longe disso, convenhamos, mas como essa segunda temporada de Supergirl anda ótima, esperava que seu retorno fosse extraordinário. O resultado disso tudo se resume em apenas uma palavra: bagunça.

Pra começo de conversa, pelo título e a forma como James, Winn e Mon-El tiveram destaque no começo do episódio, pensei que o team Supergirl começaria a ser desenvolvido, mas logo na sequência teve outro plot que acabou se sobressaindo. M’gann acabou voltando após um tempo sumida, e vamos ser sinceros, não fazia falta alguma. Apesar de ter gostado dela de primeiro instante, sua última aparição me deu sono, e quando a vi novamente em cena até dei uma bocejada.

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Falando em bocejar, achei o primeiro confronto (depois de certo tempo) entre nossa heroína e Livewire muito fraco, mas aquilo que falei acima, a vilã não é tudo isso. Pelo menos esse embate inicial entre as duas serviu para algo, digamos, relevante: Kara finalmente descobriu que James é o Guardião. Quando isso aconteceu, já supus que a reação dela seria a pior possível, mas até que se saiu bem, mesmo sendo contra a ideia do rapaz querer ser um herói também. Aliás, a personagem tem se saído uma grande egoísta, não é mesmo? Como se não bastasse a lição de moral dada ao amigo, ela ainda entrou em conflito com Mon-El, acusando-o de não ser hábil em ser um herói. Achei tão desnecessário fazer tudo girar ao seu redor, sem noção alguma.

Imagem: Banco de Séries

Imagem: Banco de Séries

No meio disso tudo, Livewire, que era para ser a grande vilã do episódio, se tornou vítima? Na hora que vi isso, logo pensei se estava entendendo certo. Ela acabou sendo usada para o benefício de outro vilão, que nem teve tanta relevância em cima de toda a história. No final tudo serviu mais como plano de fundo, enquanto o trio de rapazes tentavam mostrar a Supergirl que eram dignos sim de ato heroico… realmente uma verdadeira bagunça. Tá, e Livewire no meio disso tudo? Acabou se tornando “parceira” de nossa heroína e conseguiu se safar dessa vez, saindo como boa samaritana. Mas gente? Espero e muito que sua próxima aparição seja bem mais promissora, e que compense esse gosto de “esperava mais” que foi dessa vez.

Depois de tudo isso ter acontecido, ainda tinha (e muito!) chão para acontecer no episódio. Por um momento pensei que depois do que aconteceu, Kara então acabaria sendo mais maleável, e aceitando a ideia de James ser o Guardião. Ela continua mimizenta, a ponto de lembrar e muito o Oliver, em Arrow, quando Laurel começou o processo de transição para Canário Negro. Uma dica, ao invés de ficar de draminhas egoístas e fúteis, por que não ter a ideia de treinar ele e Mon-El no DEO? Fica a dica.

Esse episódio foi tão bagunçado, que ainda faltava o desfecho de M’gann. Já estava nítido que J’onn perdoaria a marciana branca, e que a ajudaria em salvar sua vida, como ela fez quando a situação foi contrária. Soubemos um pouco mais do seu passado, e depois entendi porque deixaram esse plot para o final, pois acabou ficando um cliffhanger interessante para a próxima semana. Agora, estou ansioso para ver o ataque dos marcianos brancos, e como ela e J’onn lidarão com essas ameaças, já que o povo está chegando em busca de vingança. Será no mínimo interessante de acompanhar, já que falta pouco para Cadmus retornar em cena, assim como a dinastia Luthor.

Depois de um ataque de egoísmo, recheado de uma DR intensa, era hora de Kara e Mon-El acertarem as coisas entre eles. O rapaz finalmente admitiu ter lembrado do beijo que deram quando o daximita quase morreu, na mira do Cadmus. Como se não bastasse isso, ele ainda admitiu gostar da nossa protagonista, e nessa hora eu já estava sem fôlego algum. Meu shipp alert estava prestes a explodir, mas me irritou profundamente. O motivo? KARA “DANVERS” ZOR-EL É UMA MOLENGA! Ela apenas ficou quieta, com cara de monga, ouvindo tudo que Mon-El tinha a lhe dizer. O que ela me faz no final? O deixa ir, sem ter gritado o nome dele, começar a correr feito louca, e dar uma baita beijaço. Mas vamos convir que ainda está cedo também para qualquer tipo de relacionamento amoroso entre eles começar, ainda tem muito chão para isso concretizar, mas que deu vontade disso ter acontecido, ah se deu.

P.S.: Winn, como sempre, vindo com as melhores e mais geniais tacadas possíveis.

 

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Tags Supergirl
Eduardo Nogueira

Eduardo Nogueira

Administrador apaixonado por séries e música, sou fã assumido de Friends, e tenho guilty pleasure pelas séries da CW. No Mix sou editor de reality show, cobrindo atrações do gênero como as franquias The X Factor , The Voice, American Idol, entre outros. Faço também reviews das séries Mom, Supergirl, The Good Place, Scream, Fuller House e da brazuca A Garota da Moto. Além disso, deixo vocês sempre atualizados com as nossas Bolhas de Cancelamento, e também escrevo as colunas de Elenco e Teu Passado Te Condena. No tempo que me sobra faço um café para as visitas, rs. Ufa!

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