Supergirl – 2×20 – City Of Lost Children

Supergirl

Imagem: YouTube/Reprodução

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Se eu fosse expressar um sentimento por esse episódio em uma só palavra, com certeza ela seria surpreso. Para começar, eu simplesmente achava que tudo seria bem chato e maçante, pois depois de muito tempo sumido, James infelizmente estava de volta. Não adianta, meu santo não bateu com o personagem, e muito se deve com certeza ao ator, que pra mim nunca convenceu, sem contar a falta de carisma que possui, pronto falei.

Como se não bastasse o seu retorno depois de um certo tempo ausente, acho que esse foi o episódio em que ele teve mais destaque, até em relação ao plot que envolveu sua transformação em Guardião no começo dessa temporada. Falando nisso, que preguiça eterna deu de vê-lo com aquela crise existencial toda, com dor de cotovelo de Supergirl e tudo mais. Amigo, apenas pare, por favor. Sério, alguém o avisa que aqui não é bagunça? Ai pelo amor de Deus.

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A trama principal do episódio pareceu bem apagada, mas foi ganhando força aos poucos. O ápice de tudo foi, com certeza, a aparição do pequeno Marcus. O ator que interpretou o garoto é ninguém menos o mesmo que interpreta Randall quando criança em This Is Us, e mais uma vez ele mostrou que atuar é mais que sua praia. Com seu jeito ótimo, ele conseguiu fazer mais um personagem convincente, e o melhor de tudo, fazendo James se entrosar e então o destaque sendo evidente e até mesmo merecido, vamos convir. Aos poucos vamos descobrindo que tanto Marcus quanto sua mãe são alienígenas pacíficos, com poderes telecinéticos.

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É claro que nem tudo ficou focado apenas em Marcus e sua mãe, pois também tivemos o desenrolar da parceria entre Rhea e Lena. Que raiva deu de como Lena ainda se faz de sonsa, e digo mais de como é burra. Por ser uma Luthor, ela melhor do que ninguém tem que saber quando alguém está tentando manipular. A mãe de Mon-El é uma megera pra lá de perigosa, e mesmo assim ela deu ouvidos para vilã. Isso falarei com mais calma no decorrer da review, e tenho certeza que vocês vão concordar comigo.

Quando a história do garoto está no auge de seu desenvolvimento, nos deparamos com Rhea colocando um plano ambicioso em prática, e quando menos esperamos, o plot principal esteve ligado a ela esse tempo todo, LIDEM COM ISSO! Com os testes feitos com Lena, as alterações comportamentais de Marcus e sua mãe foram responsáveis por trazerem danos diversos a National City. Quando a Luthor acordou para vida e tentou deter a megera já era tarde demais, e como deu vontade de dizer “TOMA DISTRAÍDA!”.

Rhea não cansa de surpreender. A cena dela com o filho foi bem tensa, e ficou bem nítido o quanto Mon-El ainda é vulnerável perante a ela. Só que nisso ele precisa ser mais forte, mas não quer dizer que ele tenha que matar a própria mãe, pois seria algo totalmente inadmissível. A Supergirl vai precisar não só dele, mas de todos os seus amigos para deter o plano maquiavélico de Rhea em transformar a Terra em nova Daxam. Que desfecho foi esse, meus amigos?

Eu só sei de uma coisa, depois dessa quero e muito que Teri Hatcher se torne regular na terceira temporada, pois Rhea é a vilã que a série sempre precisou. Astra decepcionou, na minha opinião, enquanto Lilian é outra antagonista formidável, má e psicopata, mas que precisa ter mais tempo em tela, e um desenvolvimento maior. Falando na mãe de Lena, algo me diz que ela e o Cadmus podem ser uma das alternativas para deter o plano diabólico da daxamita. Só sei que o próximo episódio, o penúltimo desse segundo ano, promete ser um dos melhores da série, vamos aguardar.

https://www.youtube.com/watch?v=S9nQUsvqm2E

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