Supermax – 1×11 – Episódio 11

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Estamos chegando ao fim de Supermax e eu confesso que não ficarei com saudades. Talvez essa não fosse minha opinião se eu tivesse assistido tudo de uma vez e não semanalmente, mas acho que foram muitas promessas e pouquíssimas atitudes. Supermax veio com uma proposta totalmente diferente na TV aberta, bem americanizada e eu pensei que isso seria uma novidade e tanto e foi, não vou negar que tivemos alguns bons momentos, mas atuações fracas e cenas ruins deixaram tudo a desejar.

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Supermax tem sido, até o momento, uma montanha russa de oscilações. Algumas histórias são muito boas, outras muito fracas, outras bem ruins e assim estamos seguindo até chegar ao fim. Na semana que vem teremos o desfecho de tudo, e confesso que estou curiosa para saber quem morre e quem fica.

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Gostei muito da atuação de Mariana Ximenes neste episódio, ela foi pontual e com a quantidade de drama necessário. Bruna foi uma pessoa horrível em toda sua vida, fria, calculista e totalmente sem compaixão, mas fiquei tensa por ela, e acho que ninguém merecia passar por tudo o que ela passou, nem ela mesma. Confesso que achei que ela iria morrer antes do final, mas como disse minha amiga, ela e Cleo são as mais famosas, não vão sair por enquanto, o que faz todo o sentido. Achei um pouco clichê o resgate feito por Sergio, não poderia esperar nada diferente disso.

Uma das melhores coisas do episódio foi a perseguição de Baal. Fiquei bastante tensa e aflita e achei que estava chegando a hora de todo mundo morrer ou que alguém iria, pelo menos. Eu gosto muito de tramas com demônios, e achei uma saída criativa e divertida para tudo, apesar de saber que muita gente não curtiu. E gosto mais ainda da ideia de que a intenção dele é criar bebês Baal para aumentar o exército. Gente, é genial! Um pouco absurdo, confesso, mas genial.

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Não posso deixar de comentar sobre Dante, em quem eu nunca confiei e sempre achei que ia ferrar a galera. Vocês se lembram daquele sumiço inexplicável dele, né? Depois daquele acontecimento nunca mais consegui enxergar o Dante da mesma forma, sempre tive um pé atrás. E eu não estava enganada, quando vi que ele estava se alimentando junto com Baal pensei: “sempre soube que ia ser traíra”. Mas é aquela coisa gente, não julgo. Todos ali estão lutando por sua sobrevivência e cada um vai ter que se virar de algum jeito. É claro que se juntar ao inimigo entregando as mulheres é coisa de gente que não presta, mas o desespero muda as pessoas, seja na vida real ou na ficção.

Outro ponto muito importante do episódio foi Nando. Ele sempre foi um dos personagens que eu mais gosto, porque a história por trás dele sempre traz um pouco de polêmica, principalmente em função da religião. E este foi, de fato,  o dilema do rapaz. Nando teve sua fé desafiada a todo momento dentro da prisão e uma hora ele teve que ceder e enxergar que só a fé não era o bastante. Nando é um cara bastante forte, bastante corajoso, mas um humano como todos nós e, no momento do desespero, não foi fraqueza tentar tirar a própria vida, foi a busca desesperada por um solução para dar fim ao inferno que eles estão vivendo.

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O penúltimo episódio não foi ruim. Teve bons momentos, bastante tensão e cenas interessantes. Minhas expectativas não são muito altas para o último episódio, mas espero que o desfecho seja satisfatório e bem feito. Temos um bom cliffhanger que dará abertura aos acontecimentos finais e estou bastante curiosa para saber como tudo irá terminar.

Pessoal, por hoje ficamos por aqui. Obrigada pela visita e nos vemos na semana que vem. Beijos e até lá!