Supernatural – 11×15 – Beyond the Mat

Fonte: spoilersguide.com
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Desta vez (e novamente) temos um caso da semana. Supostamente, um bom descanso de toda a história amarga/mais um fim do mundo (mas não tão bom assim). Ao que parece, nem quando Sam e Dean resolvem descansar e ter uma pausa de todo o mundo sobrenatural eles conseguem. Com o núcleo da trama voltado à luta-livre, o episódio não foi tão divertido assim, mas algumas cenas (todas da trama paralela Lúcifer/Cas vs Crowley) salvaram.

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É só comigo ou a novela “Dean e Sam versus O mundo” que está tendo ultimamente já está ficando cansativa? Sempre tem que ter um diálogo em que falam da escuridão, mas já faz um bom tempo desde que ela apareceu pela última vez. E toda semana é um caso, mas os casos apresentados nessa temporada já não têm mais o mesmo brilho que antigamente. Esse episódio, que traz nossos protagonistas à nostalgia, é apenas mais um exemplo disso.

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O que começou com um momento agradável dos irmãos, que tiveram a oportunidade de verem os ídolos de infância deles, virou mais uma novela entediante e com um vilão totalmente sem nexo com basicamente a série inteira. Parece que sempre quando não tem nada para escrever, colocam demônios lá para servirem de vilões, e a necessidade do episódio de hoje foi, definitivamente, zero. Não me entenda mal, Dean e Sam tietando ídolos da infância foi super incrivelmente bacana, e luta livre pode parecer algo brega e desinteressante, mas eu sempre achei que era um conceito que Dean iria gostar, e, aliás, nossa, que reviravolta o Sam gostar também, eu não imaginava. Só que por mais que o começo tenha sido agradável, o desenvolvimento foi tedioso e desinteressante, ainda mais com a trama secundária do inferno sendo tão boa como está.

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Falando na trama que se passa no inferno, só tenho uma coisa a falar: THE KING IS BACK. Ao que parece, o carisma de Crowley só atinge a nós, do fandom, e não seus súditos, uma vez que a ardilosa Simmons (que seria minha personagem nova preferida, se não tivesse morrido) traiu o ex-chefe de boas. Pena que o rei das encruzilhadas está sempre um passo à frente e, nesse caso, estava a dois, conseguindo enganar até mesmo o pai das mentiras, Lustiel (a partir de agora usarei o nome que o fandom deu). A reviravolta toda foi incrível e cheia de jogos de palavras e o embate de titãs foi ótimo. A fuga de Crowley merece menção porque em todas as ocasiões em que ele é encurralado consegue fugir de alguma forma e isso o coloca numa posição de “sobreviver a todo custo” que é impressionante. Ah, e devo questionar algo que me assola: será que Lustiel vai falar algo relacionado a sexo em todas as falas? Ri muito com a desse episódio. Ri mesmo.

O episódio não foi dos melhores, mas, conforme eu tinha dito antes, algumas cenas salvaram. A volta do Crowley, em grande estilo, por exemplo, valeu por todos os fillers da temporada, por mais que tenha sido uma volta temporária, uma vez que ele teve de fugir novamente.

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Uma pena que a trama principal do episódio tenha sido tão confusa e sem sentido. Parece que os escritores não têm mais conteúdo para preencher os momentos não relacionados à trama principal da temporada e jogam qualquer coisa, e, enquanto a trama principal da temporada está boa (uma das melhores desde a oitava temporada) os episódios fillers estão sendo pouco mais que satisfatórios, e isso, em supernatural, é pouco para mim, porque a série já deu fillers magníficos, a exemplo da primeira temporada inteira. No final das contas esse episódio foi bem semelhante a “Love Hurts”, também dessa temporada, na medida em que ambos tiveram um desenvolvimento confuso e cansativo e vilões descabidos.

Supernatural entrar num mini-hiatus (só volta dia 23 de março) com esse episódio abaixo do esperado é muito triste, porque não ficou aquele “gostinho de quero mais” (na verdade, só ficou pela trama Lustiel/Crowley, que salva qualquer coisa hoje em dia). Por enquanto, ainda me recuso a acreditar que a série está na fase de “raspar o tacho” depois de 11 temporadas de qualidades variáveis. Para mim, ainda tem muito do universo para expandir e explorar, e esse episódio foi apenas um dos casos de ideia boa e construção ruim.

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