Supernatural – 13×04 – The Big Empty

Imagem: CW/Divulgação

Finalmente, Dean Winchester está abrindo seu coraçãozinho para o pequeno Jack. Em “The Big Empty”, pudemos acompanhar uma pequena aproximação entre os personagens, fato que para mim, é motivo de comemoração. Digo isso, pois, mesmo possuindo um lado cômico inegável, o Dean sabe como ser mala-sem-alça de vez em quando. É compreensível que ele esteja com um “pé atrás” em relação ao Jack, sentimento que eu também compartilho, porém o Dean é muito chato quando entra nesses momentos de depressão/negação/grosseria. Jesus, dai-me paciência!

A estória desse episódio começa quando algumas pessoas são mortas por entes queridos que, ao que se sabe, já estavam mortos. Sam e Dean decidem investigar o caso, porém levam Jack consigo. O coitado é tratado como empregado pelo Winchester mais velho, fazendo serviços que vão de abrir covas até comprar o lanche da galera no trailer de hambúrguer do outro lado da rua. A vida de Jack não está fácil!

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Após descobrirem que ambas as vítimas de assassinato se submetiam a um tipo de terapia de luto com a psicóloga Mia Vallens, os Winchester resolvem comparecer a uma sessão fingindo que perderam algum familiar (isso não deixa de ser verdade, visto que Mary Winchester está presa em outra dimensão e a mãe de Jack também não está mais entre nós, rest in peace!). Aí vocês já devem supor o que acontece em seguida, né? Começa o momento do descarrego: os irmãos trocam farpas e insultos em níveis progressivos de grosseria, até que Sam fica de saco cheio e resolve sair do consultório. Entretanto, ao andar pela casa tentando esfriar a cabeça, ele descobre que a psicóloga, na realidade, é um metamorfo! Mas, ao contrário dos troca-peles que já encontramos durante as doze temporadas anteriores de Supernatural, essa não é um monstro: Mia se transforma nos familiares mortos de seus pacientes para que eles possam se despedir e aceitar melhor a perda. Ela até se transmutou em Kelly Kline, mãe de Jack, para que ele pudesse desabafar seus medos.

Imagem: CW/Divulgação

Na verdade, há outro metamorfo que, para se vingar de Mia Vallens, tem assassinado seus pacientes. Dessa vez, não são os Winchester que salvam o dia, mas o Jack: ao perceber que os amigos corriam perigo nas mãos do tal metamorfo do mal, o garoto manda o monstro pelos ares facilitando para Sam, use uma bala de prata no monstro.

Ufa, já acabou e podemos ir para casa? Claro que não! Em outro ponto de uma outra realidade completamente desconhecida (porém identificada apenas como “o Nada, o grande vazio” para onde anjos e demônios vão quando morrem), Castiel está passando uns maus bocados.

Tal como falamos na review passada, Castiel despertou do sono profundo em que estava depois de ter morrido. Porém, ele acorda nesse lugar escuro onde, aparentemente, não há nenhuma outra forma de vida. Aparentemente, mesmo, pois não demora muito para aparecer uma entidade igualzinha a ele (hoje foi o dia dos metamorfos, hein, gente!), mas incrivelmente irritante. Segundo ele, o anjo não deveria estar acordado, mas dormindo placidamente. Entretanto, diante da negativa de Castiel em voltar para o mundo dos sonhos, a criatura o envia de volta a Terra. Claro que a entidade não foi assim, super cordial: ela deu uma boa surra no nosso anjo favorito. Coitadinho!

“The Big Empty” mostra o início do fortalecimento da relação entre os Winchester e Jack. Acho isso muito importante, pois o terreno foi sendo preparado para o retorno de Castiel. Pelo menos, ele terá um pouco menos de trabalho para convencer Dean a aceitar o garoto. Em minha opinião, esse é um bom avanço da estória, pois evita que a série fique enrolada sobre um mesmo assunto durante muito tempo. Isso mostra uma intenção dos produtores em manter uma trama dinâmica que, certamente, dará margem a muitos altos e baixos dos personagens, principalmente de Jack. Ou vocês são tão inocentes a ponto de pensar que ele continuará esse cordeirinho para sempre? No way! Deixa o pai dele voltar, então vocês verão o duelo poderoso que se dará entre ele e Castiel. Vai ser loucura, loucura, loucura!

2 comments

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      Roberta Oliveira 15 novembro, 2017 at 18:28 Responder

      Também estou gostando muito da atuação de Alexander Calvert, o Jack. Sabe que eu tenho achado ele parecido com o Castiel também? kkkkk

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