TBT: 20 anos de Sex and the City. O que seria diferente hoje?

Imagem: Pexels

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Quem está na faixa de seus 30 anos, ou mais, vai se lembrar de Sex and the City, série da HBO que estreou em 1998, e contava com hilárias histórias de quatro protagonistas e suas aventuras amorosas em Nova York.  A série deu pano para diversos assuntos e foi um ícone da moda – quem não se lembra dos sapatos de Carrie -, dos cenários deslumbrantes (Nova York por si só, mas também Abu Dhabi no 2º filme da franquia)?

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Sex and the City ajudou a desmistificar a ideia do “príncipe encantado”, trazendo personagens na faixa de seus 30, 40 anos e mostrou que não existe um momento certo para encontrar o homem ideal – aliás, mostrou que este não existe mesmo. A amizade da escritora fashionista Carrie Bradshay (Sarah Jessica Parker), da fogosa relações públicas Samantha Jones (Kim Cattrall), da romântica merchant Charlotte York (Kristin Davis) e da advogada viciada em trabalho Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) é dos melhores aspectos da série, pois todas eram mulheres bastante diferentes entre si, mas toda mulher pode se ver um pouquinho em cada uma delas.

Porém, se a série fosse filmada hoje, será que seria abordada (e vista) do mesmo jeito? Possivelmente as redes sociais teriam mais influência. De repente as personagens se encontrariam menos no mesmo café e se falariam mais pelo whatsapp. O aniversário de Charlotte em um glamouroso cassino poderia ter sido substituído por algo mais virtual, como algum dos melhores cassinos brasileiros online revisados pela Compara Cassinos. Carrie possivelmente iria pegar um Uber em vez de dezenas de táxis (e poderia enfim economizar um pouco). E no que se trata dos muitos encontros românticos das personagens, é possível que aplicativos de relacionamento também teriam um papel importante.

O último episódio foi ao ar em 2004, mas ainda assim muito do que foi tratado parece ainda fazer sentido. Hoje em dia o feminismo está em foco e a série não abordou o assunto do jeito que ele é abordado atualmente, mas ainda assim devemos levar em consideração o que ela fez na época em que se encontrava, como trazer mulheres donas do próprio corpo e de suas vontades em uma idade em que a sociedade esperava que elas já estivessem casadas e com filhos, e isso ainda é bem atual.

Depois de vermos as idas e vindas de Carrie com Mr. Big (quem nunca teve um desses casos na vida ou não conheceu quem tivesse?), de Charlotte descobrindo que o casamento não é um conto de fadas, de Samantha tendo sim um relacionamento duradouro – e depois preferindo seguir seu caminho só por opção – e de Miranda, tão durona, tornando-se mãe, ainda podemos nos divertir com os dois filmes que vieram a seguir. Apesar de ter sido cogitado um terceiro longa, depois de muitos rumores e negociações, foi confirmado ano passado de que isso não ocorrerá. Há quem diga que é devido às desavenças de Kim Catrall com Sarah Jessica Parker, inclusive respondendo-a com rispidez nas redes sociais e afirmando em um programa que nunca houve amizade no quarteto, apenas coleguismo de trabalho.

Ainda que seja então um adeus definitivo à série dos anos 90, Sex and the City foi e continua sendo um ícone. Ficam-se as boas lembranças.

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