Teu Passado Te Condena: Anna Paquin

A luz do passado.

Anna Paquin é um prodígio. Com apenas 11 anos de idade ela recebeu sua primeira estatueta do Oscar por sua atuação em O Piano, sendo a segunda atriz mais jovem a receber o prêmio. Esse foi o estopim para uma carreira de sucesso no cinema, no teatro e na TV.

Em 2000 ela consegue o seu grande papel em escala mundial como Vampira, no primeiro filme dos X-Men, papel este que repetiria nas sequências X2 e X-Men: O Confronto Final. E eis que em 2008 a palavra vampiro é novamente associada ao seu nome, ela foi escolhida para interpretar a protagonista de True Blood, a fada Sookie Stackhouse.

Sua trajetória na série vampírica da HBO se encerrou no último domingo, e podemos dizer que Anna saiu ganhando. True Blood lhe rendeu um Golden Globe de Melhor Atriz em Drama, o marido Stephen Moyer (Bill Compton em True Blood) e dois filhos.

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Mas alguém que já tem True Blood no currículo poderia ter algo mais vergonhoso?

 

Anna Paquin True Blood

 

Não, né? Quer dizer, sim (o que dizer do sonolento O Casamento do Meu Ex?), mas não, não hoje, não para este que escreve após assistir o series finale de True Blood. A recente morte verdadeira da série mal me impede de chutar o morto de vez, então vamos deixar que a luz das fadas nos ilumine e lembrar de um passado bem legal de Anna Paquin, ela merece.

Em 1996 Anna Paquin era Amy Alden no amável Voando Para Casa. No filme, após perder a mãe em um acidente de carro, Amy vai morar com o pai, Thomas (Jeff Daniels, The Newsroom), um excêntrico inventor. Durante a difícil convivência com o pai, ela acaba encontrando alguns ovos e resolve chocá-los mecanicamente. E de lá nasce uma ninhada de gansos selvagens que a tomam como mãe. Mas como gansos são aves migratórias, ela tem que arrumar algum jeito de fazê-los voar para casa, para a natureza.

É um filme lindo e que marcou a infância desse que vos escreve, e como a coluna de hoje veio num clima diferente, fica aqui a recomendação desse querido filme.

Goodbye Fangs, goodbye Bon Temps, goodbye Sookie Stackhouse!

 

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=FCjlubLJcxk[/youtube]

 

Mix de Séries adverte: essa coluna foi escrita sobre influência de um series finale não muito satisfatório e de um luto por um guilty pleasure finalizado. Pode conter inconstâncias sentimentais.

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Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

7 comments

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        Alice Risso 28 agosto, 2014 at 16:54 Responder

        UHASUHASHUASUASUAUHSUHASHUAS NÃOOOOOOOOOO!!!!! não foi só você. Por um descaso da vida para comigo o filme veio parar em minhas mãos em forma de DVD no camelo. E EU COMPREEEEEEI! pois é! enfim…..vai entender.
        Sobre o final, bom nada melhor que o final pq é quando acaba essa lástima que chamam de filme…PQP! eu fiquei o filme inteiro WHAAAAAAAAAAAAAAAAAAT???? principalmente quando fica a mala da eterna Joey do Dawson´s creek recitando um poema nada a ve e que só na mente dos roteiristas fizeram sentido. #prontodesabafei

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          João Victhor Sales 28 agosto, 2014 at 19:06 Responder

          GENTE, VC COMPROU!!! Eu baixei, não tem comparação, é perda de tempo e dinheiro HAHAHAHAHAHA
          Acho que se o filme for romance e tiver no título noiva(o), ex ou amigo(a) + qualquer coisa envolvendo a cerimônia de casamento, já é pressuposto para assistibilidade, O Casamento do meu Ex é a exceção à essa regra.

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