The Blacklist – 2×22 – No. 11: Tom Connolly [Season Finale]

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Eu particularmente achei que essa season finale poderia ter sido mais interessante. E interessante é tudo de ruim que acontece com Lizzie. Se tem uma mínima chance de algo dar errado, vai dar erado e da pior maneira possível. E Elizabeth, que já sabe que nasceu para sofrer e ser assombrada pelo passado que ela nem lembra qual é (agora não mais), ainda acredita que o FBI vai descobrir que ela é inocente e vai absorve-la dos milhões de crimes que ela está sendo acusada. You Know Nothing, Agent Keen.

Demorou para Cooper perceber que tudo não passou de armação a respeito do câncer dele. Desconfiei desde o princípio que tinha algo estranho, já que ele foi diagnosticado em um momento muito oportuno para a “organização” poder chantagear ele. Mas ainda bem que como ele foi atingido diretamente pelo “Cabal”, ele é o braço direito da Liz, no meio de todo esse turbilhão de acontecimentos que está ao redor dela.

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Achei interessante que uma fugitiva do FBI, que está correndo contra o tempo para limpar o seu nome e permanecer viva (não necessariamente nessa ordem), consegue um tempo para “flertar” com o ex marido que era/é, na verdade, um mercenário, que casou com ela porque foi contratado pelo Reddington para protege-la (como visto nos episódios anteriores, isso deu muito assunto, quando ela descobriu). Mas vamos falar a verdade: Eu tento não defender os dois juntos, mas não dá. Confesso que fiquei bastante feliz quando ela pediu a ajuda do Tom, e não de Red, para seguir as pistas do virologista e o homem que conhecia a mãe terrorista da KGB dela. Gosto da maneira que eles se entendem, e como Tom se esforça para não esconder nada dela. Diferentemente do Red, que faz questão de deixar claro que não vai falar nada sobre nada para ela, e assim afastar ainda mais ela, e ela ir para Tom.

Ressler, aquele que eu nunca gostei muito, só precisou de um pouco de poder para querer amedrontar Lizzie. Ele deixou ela escapar, certo. Mas se fosse para deixar e depois ficar fazendo terrorismo psicológico, adiantou de que mesmo? Agora que ele tornou-se o chefe da task-force no lugar do Cooper, vamos ver como que vai ser para ele encontrar os most wanted Red and Lizzie, que estão juntos e foragidos.

Quando Lizzie mirou para o Connolly, pensei: Isso é puro blefe. Ela não vai atirar, já que ela é muito pensante a respeito das suas atitudes. Mal conclui o meu raciocínio, BAM! Ela atira e mata ele. Achei bem interessante a revelação que veio junto com o tiro. Além de ter matado ele a sangue frio, ela também conseguiu libertar as memórias da infância que Red bloqueou, e que ela pensava que tinha a ver com algo que ELE fez para a família dela, e não o contrário. Juro que eu nunca imaginaria que a memória dela foi “apagada” para ela esquecer que matou o pai. Lizzie sendo terrorista desde pequena. Tal mãe, tal filha.

“-You’re my sin eater.

“-Tried to be. But I failed. I never wanted you to be…”

-“What?”

-“Like me.”

A dúvida é: Porque os pais dela estavam brigando? Eu ainda não engoli essa história que aquele que ela atirou era o pai. Tenho minhas teorias a respeito do passado e a respeito da infância conturbada da Elizabeth/Masha.

Esse final, foi muito amor. Red articulando a fuga da Lizzie, e ao mesmo tempo colocando a imprensa contra o “Cabal” para mudar um pouco o foco da organização, e eles conseguirem fugir.

Essa season finale poderia ter sido mais agitada. Mas foi interessante, porque deu para responder algumas perguntas, mas mesmo assim não me convenceu não.

E que venha a 3ª temporada, com Elizabeth Keen/Masha Rostova na lista dos dez mais procurados do FBI.

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