The Exorcist – 1×05 – Chapter Five: Through My Most Grievous Fault

Imagem: Banco de Séries.

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Chegamos ao quinto episódio da série e finalmente o exorcismo de Casey começou.

Casey está trancada num quarto a espera de seu exorcismo. Parece que a garota está disposta a mexer com a cabeça dos padres, usando seus pontos fracos. Para confundir Tomas, Casey mudou de voz para a da avó do padre. Isso claramente o afetou bastante. Já em relação à Marcus, a garota usou como fraqueza os seus pais. O demônio sabia como atacá-lo e o fez muito bem. Mas acredito que o padre seja forte o suficiente para não se abalar muito com isso. Pelo menos é o que eu espero.

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Ainda sobre o padre Tomas, ele tem outro problema para enfrentar. Era óbvio que a presença de Jéssica ia mexer bastante com ele, mas confesso que achava que o padre ia conseguir resistir por mais tempo. Fui enganado. Fiquei preocupado com as consequências de Tomas ter cedido aos seus desejos carnais. Acredito que era a brecha que o demônio precisava para enfraquecer o padre. Diferente de Marcus, não vejo tanta força em Tomas para resistir às tentações.

Henry ainda é um personagem que me instiga. Não entendi direito qual é o papel dele na série. Após a conversa com Casey, parece que ele foi afetado de alguma forma. Talvez seja o próximo hospedeiro. Mas uma coisa é certa, boa coisa não vai ser. Nesse episódio ele resolveu questionar a fé de Angela. Ele parece saber mais do que demonstra.

Por fim, a grande reviravolta da série. Eu já tinha achado a reviravolta do primeiro episódio muito boa, quando revelou que a irmã possuída era Casey e não Katherine. Mas àquele não se compara ao que descobrimos no final desse episódio. Desde antes da série sabíamos que, de alguma forma, a série estava ligada ao filme de 1973. O jornal relatando os acontecimentos em Georgetown e a inesquecível “Tubular Bells” tocando no final do primeiro episódio foram excelentes referências ao filme. Entretanto, essa semana descobrimos que a série é, na verdade, uma exata continuação do filme, 40 anos depois. Angela Rance é na verdade Regan MacNeil. Sim, a mesma personagem eternizada por Linda Blair e que havia sofrido uma possessão demoníaca quando adolescente. Essa revelação abre todo um leque de possibilidades para a série.

Imagem: Mike's Film Talk.

Imagem: Mike’s Film Talk

Pois é, gente. Pazuzu está de volta e ele continua atrás de Regan.

Observações:

  • A cena da mãe de Regan chegando de táxi foi mais uma referência ao filme. Qual será o impacto na série após a chegada de Chris MacNeil?
  • O medo de Angela/Regan agora faz todo o sentido. Por isso ela não tinha dúvidas de que era preciso um exorcismo.
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Matheus Ronconi

Paulista, nerd, viciado em séries e fã do Rei Leão e do Homem-Aranha. No Mix escrevo sobre The Big Bang Theory e Star Trek: Discovery.

2 comments

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    Bruno 27 outubro, 2016 at 21:23 Responder

    Pulei na cama com o final do episódio. Fiquei muito empolgado! Fui extremamente surpreendido e fiquei muito satisfeito e ansioso pelo restante da temporada. Quero que o Papa chegue logo pra ver o que vai acontecer, mas acho que ele deve chegar só para uma possível segunda temporada

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    Edinaldo Aparecido Dos Santos 29 outubro, 2016 at 05:16 Responder

    Também achei a reviravolta desse episódio fascinante. Só fico triste por saber que não teremos Linda Blair reinterpretando Regan, mas confio no potencial de Geena para dar vida a personagem.
    O que foi aquele Tomas ajoelhado e “satisfazendo” Casey (Claro que ela não sentia prazer nenhum)?
    Essa série me surpreendeu muito. Depois do fiasco que foi Damien e Outcast (Esse eu parei no 5 episódio), essa série veio para mostrar como construir uma trama envolvendo possessão, demônios e ainda prender o telespectador através das semanas.
    Meu único medo é que ela seja cancelada pela baixa audiência. Essa não é uma série para ser transmitida em TV aberta, mas sim em TV fechada.

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