The Good Wife – 6×03 – Dear God

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Imagem: CBS/Divulgação

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Impressionante como 45 minutos passa tão rápido com The Good Wife! Não me canso de elogiar a série. Está em um ritmo muito bom!

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Aconteceu muitas coisas neste episódio, mas eu seria negligente, se deixasse de falar sobre a cena de abertura, com Cary e a Oficial de Justiça. Como que em menos de cinco minutos foi fornecido aquela tonelada de informações? Através de flashbacks, aprendemos que Cary não está satisfeito com a presença de Diane em seu escritório. Ficamos sabendo também que Cary e Kalinda estão juntos, novamente, em todos os sentidos. Entendemos ainda que Alicia e Cary estão em desacordo sobre a adição de tantos novos advogados, enquanto ele estava atrás das grades. E que, infelizmente, Cary perdeu muitos clientes. Mas, pelo menos um se manteve: Ed Pratt, um agricultor que está processando um fazendeiro vizinho por coletar e usar suas patentes, as sementes geneticamente modificadas.

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Por mais que a cada episódio se tenha um caso da semana como estrutura, faz tempo que o caso não é o tema central da série. TGW é procedural sim. Mas com tantos acontecimentos, desde a morte de Will, que o caso a ser resolvido no episódio fica em segundo plano ou mal aparece. Com esta mudança de escritório e conflitos entre Lockhart/Gardner e Florrick/Agos, acredito que ninguém estava se importando muito com algum caso. Mas desta vez, o caso chamou atenção por dois motivos. Um, pelo fato de não ser resolvido em um tribunal comum, exigindo da Alicia e dos demais advogados um estudo aprofundado da Bíblia. Dois, pois conter estrelas convidadas excelentes, como Christian Borle, de Masters of Sex, e Robert Sean Leonard, o eterno Wilson de House MD. Pratt e o agricultor acreditam que a arbitragem seria melhor do que o tribunal tradicional, pois lá se possibilita um maior diálogo entre os interessados, e orações, muitas orações…

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Imagem: CBS/Divulgação

Enquanto isso, o caso de Cary ainda está em risco – o escritório do Procurador do Estado está alegando que ele usou Kalinda para ameaçar o informante sobre a equipe do Bishop e afastá-lo para depor. Cary depois descobre que Kalinda contou a Bishop quem era o informante e Bishop deu jeito de fazer ele desaparecer.

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Sobre a campanha de Alicia, que parece agora uma realidade, em grande parte devido ao apoio de Gloria Steinem, que vive na cabeça de Alicia e aparece durante alguns devaneios. Uma pergunta: nós fomos levados a acreditar que o primeiro encontro, onde Alicia conheceu Steinem, nos bastidores de um evento de caridade, aconteceu de fato, certo? E então os outros flashes de Steinem estavam na cabeça de Alicia apenas? Alicia não estava estimulada pela Gloria Steinem (real ou imaginária), mas também por Eli Gold, dizendo-lhe que se ela não decidir executar, ele teria que dizer a Peter para apoiar James Castro em seu lugar. Eli fez seu showzinho, jogando bem baixo com Alicia. Mas fato é que Castro provou precisamente o quanto ruim ele pode ser. No corredor do tribunal, ele fala demais com Alicia, chamando Will de amante e que ela culpa ele por sua morte. Oi? Se fosse comigo, já tinha levado uma depois de falar tanta bobagem. Mas Alicia se mantém calma, ao menos por fora. E neste clima sereno, fervendo por dentro como o inferno, ela questiona Eli: “Se eu me candidatar, qual é o plano?” Continue, Alicia, estamos te ouvindo!

Observações:

– Grace ajudando a mãe a entender a bíblia… não deveria ser ao contrário?! Hahaha

– Kalinda e Cary selvagens e ousados na janela, hein?!

– Oficial de Justiça e a burocracia: muitas perguntas desnecessárias.

– Não é só o Eli que quer ver Alicia concorrendo a Procuradoria do Estado. Eu também, mas não quero que ela largue o escritório.. .Como faz? Se candidata, ganha e esfrega na cara do Castro a vitória e depois volta lindamente para Florrick/Agos. Kkkkk