The Last Ship – 1×08 – Two Sailors Walk Into a Bar…

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“My name is Thomas Chandler. Commander United States Navvy. Serial number 4242022634.”

 

Satisfação. Satisfação em ver o desenvolvimento digno que a série está tendo, mesmo com algumas controversas. Satisfação em ver que as consequências deixadas por Lockdown foram abordadas da melhor maneira que poderia ser. Satisfação em ver, de longe, o melhor episódio da temporada, e sem dúvida alguma presente entre os melhores da trama. E não classifico dessa forma pela continuidade que ele expôs, mas pelo modo como tudo foi planejado e ver um resultado maravilhoso.

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Não serei hipócrita em dizer que gostei da maneira que encerraram o arco narrativo dos russos. Apesar de ser um vilão persistente, um verdadeiro pé no saco, eles deram vida nessa primeira temporada da série. Sim, reclamei da introdução dos mesmos e reclamo da saída por um motivo simples: a contínua introdução de novos “vilões”. A trama não pode andar sem nenhum obstáculo humano e, mais cedo ou mais tarde, o USS Nathan James terá novos problemas. Ainda reclamando, digo que foi uma saída digna e que fecha, sem possibilidades para novas aparições, a história de Ruskov e companhia. Porém, em meio a tantas explosões, um furo tremendo: as ogivas nucleares.

Todo mundo lembra que nos primeiros episódios os russos atacaram a França – se não me falha a memória – com uma ogiva nuclear. O espanto e indignação de toda tripulação de Chandler foi grande, já que ainda não tinham a verdadeira noção de como andava o “mundo exterior”. E quando Ruskov afirma ter uma ogiva pronta para ser lançada sobre o Nathan James, não há motivos para duvidar, tanto é que Mike não pensa duas vezes em elaborar um plano de resgate. E o que acontece com essa ogiva durante a explosão do Vyerni?

No entanto, todo o desenvolver do episódio conseguiu tampar, de certo modo, o furo deixado pela ogiva. O primeiro de todos é a reação de Rachel ao descobrir que aquele cientista – cujo nome não lembro – foi o responsável pela introdução do gene humano no vírus. A raiva, indignação ao ver que um de “sua espécie” foi o responsável pela morte de mais de 4 bilhões de pessoas foi incrível. Minto, já que a personagem não só teve destaque pela sua participação estrondosa no episódio. Aceitar participar de um plano arriscado, ajudar em seu próprio resgate, sua indignação com um profissional de sua área fez com que Rachel brilhasse no episódio o que ela não brilhou na série até aqui. Sem falar de seus momentos no Nathan James: explicando tudo calmamente para Bertrise, a apresentação da menina com Manson, “responsável” pelo seu destaque e a VACINA!! Sim, Rhona Mitra brilhou.

O segundo foi o próprio plano. Não esperava que Mike fosse capaz de elaborar algo tão grandioso e decisivo para a trama. O risco estava ali para qualquer decisão que ele tomasse. Sim, sabemos que existe toda a equipe que deu suporte a ele, o pessoal tático. Mas é lógico que a ideia partiu dele. Sim, Mike mostrou a que veio e finalmente teve um destaque decente.

Considerações Finais:

  • Não tem como não se emocionar com Cossetti desmaiando após sair do Vyerni e Danny carregando seu subordinado nos braços.
  • Consegui ver um laço de dignidade e humanidade em Quincy quando ele encontrou sua família. É só esperar que ele vire uma pessoa decente, devolvendo o favor que Chandler fez com ele.
  • O macaco. Eu nunca fiquei tão feliz por causa de um macaco!

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Pode vir os desafios, nós temos o “protótipo” da vacina!!

 

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