The Last Ship – 1×09 – Trials

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Surpresa, e uma das grandes e quase impossível de ser concretizada. Quem assiste várias produções, ou até poucas, está acostumado com uma “sequência” de episódios considerado “normal”: quando se tem algo muito bom quer dizer que o próximo, na grande maioria das vezes, será de uma qualidade inferior. Então sim, após o melhor episódio da temporada, residia em mim uma frustração por saber que Trials não teria a magnitude e a força emocional que Two Sailors Walk Into a Bar… teve. Surpresas sempre são bem-vindas, e The Last Ship surpreendeu.

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Não devemos pensar que Trials merece destaque e respeito por surpreender, já que essas características não é exclusiva da série. Trials surpreende por continuar o legado de seu antecessor, já que muita coisa poderia mudar. Trials surpreende pelo apelo emocional que temos aos personagens, não somente à Chandler e Rachel, mas a todos os tripulantes do USS Nathan James. Trials surpreende, e isso me fez muito feliz, por mostrar e focar em Rachel, uma personagem tão desvalorizada na série, mas que tem uma importância grandiosa.

Sim, apesar de ter em mãos um “protótipo” da vacina, é necessário o teste em humanos, principalmente depois da alteração no gene realizado pelo outro cientista – cujo nome não lembro e nem tenho a intenção de lembrar. Além desse fator, sabemos das mutações ocorridas no vírus, o que o tornou tão instável no decorrer de sua análise. E quando tudo parecia estar sob perfeito controle, Rachel é posta em teste. O teste científico é o principal fator, já que o foco da série é o encontro da vacina, produção e distribuição da mesma. Mas a cientista conhece todos ali, infectados por ela. Scott tem a perfeita consciência de, que se não conseguir provar que seus estudos estão corretos, toda sua vida pode virar um caos.

Um episódio que envolve pessoas ligadas com público, que tiveram uma história narrada no USS Nathan James, é para ser emocional. Assim foi quando Kara teve a convulsão; quando Tex, uma pessoa tão alegre e extrovertida, não teve forças nem para segurar um objeto de valor sentimental; quando Andrea, que é tão obcecada pelo trabalho, não tinha forças de analisar os relatórios da engenharia. No entanto, a emoção maior estava com Scott e Bertrise: a primeira por ser a responsável pela situação, e logo deveria ter tudo sob controle. A segunda por sentir que deve ajudar de alguma maneira, pondo a própria vida em risco em prol de pessoas que ela mal conhece.

E se tudo isso não for motivo de alegria, a série finalmente saiu do mar e abordou outro grupo de pessoas. A família de Chandler finalmente aparecer e já gera polêmica. Em um mundo onde a “gripe vermelha” é tão falada, onde todos que não estão contaminados têm um grande cuidado, a mulher do capitão entra em um ambiente fechado sem ao menos verificar se há alguém, vivo ou morto, ali. Há a possibilidade dela ser imune ao vírus, assim como Bertrise. Mas, e se isso não for? Como Chandler vai reagir ao saber que toda sua família está infectada?

Considerações Finais:

  • A gravidez de Kara foi totalmente emocionante, tanto da parte dela, da parte de Danny e da parte de Chandler, por não dar nenhuma represália ao casal.

Confira o trailer da season finale de The Last Ship:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=yPsVpLveQMo[/youtube]

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