The Last Ship – 2×03 – It's Not a Rumor

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Imagem: Banco de Séries

 

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Deal with it! É com uma simples frase que iniciamos a crítica da semana e afirmando: não há prazer maior em quebrar a cara quando falamos em série. Afinal de contas, cada pessoa tem sua peculiaridade e um gosto específico: o que pode ser maravilhoso para você pode, e provavelmente é, horrível para mim! Estamos falando que o objeto em pauta é ruim? Não, apenas que há pontos de vistas diferentes. Mas esses pontos de vistas devem, quando falamos de séries, debatidos até os confins da terra. Simplesmente dizer “o episódio da semana foi chatinho” não é explicação. Parça, meça suas palavras parça!

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Muito se falou da estreia de The Last Shippremiere dupla, com episódios bombásticos e uma carga de adrenalina nas alturas. Não serei hipócrita em dizer que não gostei, porque a animação em ver uma produção com uma alta potência narrativa iniciar seu segundo ano dessa maneira foi lindo. Mas sabe quando você vê toda a empolgação dos demais e não sente a mesma coisa? A sensação de que ficou perdido no mar literalmente falando? Assim fiquei! Inquieto, com a plena certeza de que poderia ser melhor. Mas It’s not a Rumor veio mostrar o que faltava: o fator humano.

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Sempre deixei claro que o show produzido por Michael Bay é fictício – e disso todo mundo sabe – mas que trabalha como ninguém os sentimentos humanos em meio ao caos. O objetivo é aquele, independente da temporada, e os sentimentos dos personagens poderiam ser ocultados, ou amenizados. Deixar que um episódio seja tomado por essa onda sentimental não é, de maneira alguma, mostrar um episódio chato. É até lógico: após uma batalha como a enfrentada em Baltimore e a certeza do retorno à Norfolk, a esperança e o pavor tomam conta do seu ser. Vou ser direto, e acredito que nunca fui tão direto assim aqui no Mix: The Last Ship deu um tapa na cara de quem esperava algo grandioso.

“Ah Alex, mas eles poderiam colocar mais obstáculos nas buscas”. Lembre-se de que o mundo está em meio ao apocalipse e o simples fato de Norfolk ter uma pequena base dos SEALS não quer dizer que a mesma é pacífica ao extremo. Se assim não fosse, não haveria lógica para a existência de várias safe zone. O maior obstáculo que um episódio pode por é o sentimental: a incontrolável alegria de Kara em reencontrar com sua mãe; a dolorosa dor da Engenheira-Chefe em ver os nomes de sua família no obituário; os grandes questionamentos de Chandler e Mike. Posso lhe garantir que uma terceira guerra mundial não vai ser mais impactante que isso.

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Porém, o que tinha tudo pra ser perfeito, acaba se tornando clichê. Não é questionável que haverá uma inserção dos novos vilões. E se toda trama apocalíptica traz um quê religioso, porque The Last Ship estaria ausente? É uma marca do gênero e pode render bons episódios. Mas sempre tem que ter isso? Não tem como inventar algo inédito e característico da série?

Observações Finais:

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  • Se fiquei feliz em ver a alegria de Rachel? Fiquei tão feliz que chorei!
  • Só eu que to achando que pode rolar algo entre Chandler e a mulher de Quincy?
  • Ashley dando um tapa na cara do pai. Oh menininha, nem vou muito com tua cara, mas vemk dá um abraço!