The Last Ship – 2×04 – Solace

Fonte: TV Goodness

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Quem acompanha as reviews de The Last Ship aqui sabe: quando tem algo, que na perspectiva desse que vos escreve, desnecessário, não há motivos para voltar atrás quanto a esse pensamento. E assim também ocorre quando algo extremamente agradável acontece, e não pensemos que esse “algo” está apenas restrito no ritmo que determinado episódio tomou. A continuidade da história, a introdução de novos elementos, o reviver de algo já conhecido pelo público… E é aqui, queridos leitores, que venho ressaltar o quão magnífica essa produção está se tornando e essa grandiosidade se deve, principalmente, ao nível dos episódios.

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Quando falamos de uma série apocalíptica é extremamente normal “exigirmos” uma forte presença de sequências ativas, onde a ação seja o carro forte e o sentimentalismo seja posto de lado. Foi notório o falatório sobre o episódio da semana passada: apenas por apresentar uma pegada mais leve, se comparado à premiere, o mesmo já foi julgado como ruim, lento e outros adjetivos semelhantes. É necessário que separemos episódios fillers, em que não há nenhum avanço na história, para episódios sentimentais, onde o visual é posto de lado e o psicológico grita mais alto. Posso ter falado muita coisa, e provavelmente o fiz, para dizer apenas que: quatro episódios foram suficientes para mostrar a gritante diferença entre as duas temporadas do show.

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Enquanto It’s Not a Rumor pegou pesado no psicológico e deu a introdução à necessidade da busca por novos laboratórios, Solace vem dar essa continuidade de forma brilhante por apresentar um novo navio. Tivemos aquela situação creep na primeira temporada com o navio russo, mas um navio oponente era esperado. Mas imaginem o Nathan James navegando com outro monstro do mar ao seu lado? Imaginem a reconstrução do poder naval americano com essas duas potências marinhas. Só a possibilidade de ver um navio amigo, algo em que “o Nathan James possa se apoiar” foi de encher os olhos. A própria tripulação se alegra ao cogitar essa possibilidade.

But, como nem tudo são flores, a necessidade de colocar um novo inimigo vem sendo completada com proeza. Quando a religião e a insanidade pelo poder se unem, o resultado não pode ser muito bom. Principalmente quando o segundo é formado por militares que detêm de uma experiência incrível. Chandler, Mike e cia. não terá apenas um inimigo qualquer: terão algo gigante que, se trabalhado da maneira correta, não terá o fim que os russos tiveram. Podem ser aproveitados por um bom período, acrescentando pontos positivos à trama.

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Em episódios assim, em que há uma análise contínua sobre o desenvolvimento geral da produção e se há N fatores que acrescentam pontos positivos, se torna difícil eleger O ponto do episódio: poderia ser a ação, ou os novos inimigos, ou ainda uma sequência de imagens belíssimas. Mas não tem como omitir a introdução dos novos personagens. Poderia ser de maneira aleatória, poderiam eles não ter destaque algum, mas a verdade é que o episódio parece ter sido escrito para eles: a oportunidade que eles tiveram, a importância que cada um teve nos mais variados momentos e as consequências que os novatos trará para a vida dos outros integrantes da tripulação.

Considerações Finais:

  • Sim, curti muito os novos personagens e gostaria muito que eles mantivessem esse nível de foco neles;
  • A alegria de Rachel em ter um novo integrante na equipe científica… Quincy foi, literalmente, substituído.