The Last Ship – 2×05 – Achilles

Fonte: Banco de Séries
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Particularmente, gostaria de iniciar a review de uma outra maneira. Afinal de contas, sabemos o delicado caminho que qualquer série percorrer no decorrer de suas temporadas e que uma precipitação de minha parte poderia, e normalmente acontece, quebrar minha cara em um futuro próximo e ter um certo ódio momentâneo da atração. Mas paremos e observemos: se compararmos a atual temporada com sua antecessora notaremos, claramente, a discrepância na qualidade dos episódios apresentados, assim como na continuidade da história.

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Calma lá! Não tô querendo jogar lenha na fogueira e afirmar que a primeira temporada era ausente de continuação narrativa, porque ela tinha. Mas essa continuidade era resumida, única e exclusivamente, na busca pela cura. Claro que existiu pequenas conexões entre os episódios, algo a mais do que a simples meta determinada. Mas nada que se compare com o que vem sendo apresentado. Antes tínhamos algo limitado para uma quantidade X de episódios e que, ao meu ver, foi planejado para não afetar o desenvolver da trama. Essa mentalidade foi totalmente posta por terra, porque o objetivo agora é esse!

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Não serei hipócrita em dizer que lembro, mas acredito que no terceiro episódio, Niels, se é que esse é o real nome dele, foi introduzido na seita e até comentei que finalmente os produtores colocaram um elemento clichê das tramas apocalípticas: a alucinação religiosa. Claro que é normal que eles prolonguem um pouco as conexões, pois entregar tudo de bandeja afeta o futuro desenvolvimento. Mas continuar aquele desenvolvimento de maneira sútil, como foi trabalhado nos episódios seguintes, foi incrível: a introdução de Niels na seita, a guerra promovida pelos mercenários e a apresentação de que todos estão conectados. Essa simples explicação, conhecendo a insanidade de cada personagem desse núcleo, já dava início as crises de ataque cardíaco e a necessidade de um desfibrilador próximo enquanto o episódio era narrado.

A cereja do bolo, entretanto, não é a simples conexão, e sim Achilles. Arrependo-me profundamente por ter dado dez em alguns episódios dessa temporada. Não que eles tenham sido ruins, porque não foram. Mas sabe quando um episódio é a chave de tudo e o ponto de partida para algo épico? Então, na série do eterno McSteamy ele se chama Achilles. Primeiro de tudo: a pseudo sensação de que seria um péssimo episódio. Esperei algo em um nível acima de Solace? Com certeza! Ansiei por uma guerra, e ela ocorreu, mas em apenas cinco minutos de um episódio de quarenta e cinco minutos. As cenas intensas, do que chamo de guerra, foram ótimas: uma pressão sobre os personagens, uma verdadeira entonação de que “estamos em guerra”. Mas nada, absolutamente nada, se compara com o resto do episódio.

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Fonte: Arquivo pessoal
Fonte: Arquivo Pessoal/Alex Fonseca

Sabe aquela brincadeira do “estátua”? Particularmente não conseguia ficar dois minutos parado e em silêncio, pois a pressão psicológica é grande. Imaginem ficar um bom tempo assim, pois qualquer movimento, qualquer som pode ter como consequência um alvo em suas costas e vários mísseis sendo lançados contra você. Aquela sensação de que o episódio seria chato foi, de fato, só uma sensação.

Considerações Finais:

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  • Notaram que o “fator humano” predominou em Mike? Ele tinha todos os motivos para executar Juan, mas acreditou na palavra dele, e até eu acreditei! Mas era só mentira mesmo, daquele condenado;
  • O objetivo da seita + o objetivo do Nathan James = estou ficando mega animado!
  • O cachorro ficou quieto. Pode ter certeza que eu não ficaria.