The Last Ship – 2×09 – Uneasy Lies the Head

Imagem: Banco de Séries
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Existem certos momentos em que a normalidade se torna anormal e isso afeta diretamente o nosso conceito sobre o desenvolver de algo. Acredito que seja a primeira vez que venho falar do lado ruim que o foco excessivo na interação dos imunes deu à série, mas ainda assim creditando os momentos dos mesmos. O objetivo aqui é repassar o notório: The Last Ship iniciou sua temporada de maneira brilhante e foi caminhando, gradativamente, ao caminho da perfeição. Tendo a meta atingida, que é a chegada no ápice da temporada, é necessário que haja um declínio para que as elevações venham a surgir novamente. Entretanto, o declínio agora é super chato!

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Sempre sou sincero em minhas matérias e quando digo que assisti os vinte minutos iniciais do episódio três vezes seguidas acreditem, pois de fato assisti. Iniciou de maneira chata, com múltiplas informações a serem processadas e aquela sede por “briga, briga, briga” não estava sendo saciada. Ao notar que a normalidade estava reinando e que Uneasy Lies the Head trabalhava múltiplas histórias, gente fiquei pasmo com: 1) o nível da minha lerdeza, isso tinha que ser em primeiro lugar; 2) o modo como mudaram todo um narrar de um história e 3) o que ali vinha sendo construído.

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Antes que crie qualquer especulação, gostaria de dizer que das histórias apresentadas – e se não estou em um nível de lerdeza altíssimo, foram três – a fachada do episódio foi a ligação da tripulação com os jovens. Digo fachada porque eles foram ali com um propósito, que seria a busca por mantimentos para Rachel, e ali surge o momento “briga, briga, briga” que pedimos e ligação com o exército dos imunes. Exceto esses fatores, não acrescenta nada na trama, diferente do notório desenvolvimento do Presidente – que ainda não aprendi o nome, pois não sou obrigado a nada – e a pseudo amizade entre Niels e Rachel – e aqui deixo minha pergunta: ele é o carinha da foto do computador dela? Porque tenho 99% de certeza que sim. Mas sou lerdo, por isso pergunto a vocês.

Ah Alex, porque o desenvolvimento do Presidente é importante?” Querido (a) leitor (a), vamos lá: em um mundo em que não há nenhum tipo de estrutura governamental, como será a reação mundial ao saber que a potência mundial se reergueu, politica e biologicamente? Chandler e companhia precisam passar, pelo menos, 55% de certeza para o Presidente – que irei apelidar, temporariamente, de Fulaninho – para que ele faça o que fez no fim do episódio: deixou de ser uma pessoa que tinha insegurança no que queria para seu almoço e iniciou planos para contenção e reestruturação do país.

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Mas quem quer saber de Fulaninho, de Chandler, de jovens quando temos Rachel e Niels contracenando juntos? Quem quer saber de armas quando temos mexilhões sendo utilizados para a cura? E principalmente: quem quer saber de Presidente quando Niels morreu? Primeiramente gostaria de dizer que meu amor por essa mulher só cresce a cada episódio, porque a ousadia que ela teve não foi pouca não. ‘Segundamente’ não sei o que falar, só sei sentir sobre isso. E estou muito feliz!

Considerações Finais:

  • A cena de Rachel explicando pra Mike e Chandler o motivo de precisar de mexilhões: mulher, tu é linda até sendo enrolada!
  • A morte de Niels: que coisa mais gostosa de se ver!