The Last Ship – 2×10 – Friendly Fire

Fonte: 9jumpin

Imagem: 9jumpin

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Vamos resumir da forma mais resumida a tensão criada por esse episódio: todo mundo estava com o c* na mão. Temos que reconhecer o grande desenvolvimento que o Presidente, aka Sr. Fulaninho, teve no último episódio e, provavelmente, terá na reta final da temporada. Mas o que o fandom todo queria saber é a consequência da morte de Niels. Rachel conseguiria fazer com que a cura se tornasse contagiosa? Ela teria algum impacto psicológico pelas suas atitudes? E qual seria a reação de Chandler ao descobrir das atitudes da doutora? Tudo isso você descobre sexta, no Globo Repórter. 

Foi justamente nessas perguntas que o episódio foi iniciado, mas não desenvolvido inteiramente. Sim, era necessário algum tipo de adrenalina, até porque estamos chegando na reta final e precisa-se de um gancho para o fim da temporada, quiçá para a próxima season. Mas para este que vos escreve, a sensação de que tudo foi deixado para último momento foi inaceitável! Beleza, tivemos dois plots principais e que deram uma narrativa legal ao episódio. Mas sabe a sensação de que algo está ali apenas para encher linguiça? Assim senti sobre a deflagração da guerra.

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Não que isso seja algo repentino, porque estamos presenciando uma narrativa construtiva sobre esse impasse entre os Ramsays e o Nathan James. Aquilo, ou algo similar, iria ocorrer, cedo ou tarde. Entretanto, ele foi, em parte, desnecessário no episódio. Poderia ser decorrido toda a consequência da morte de Niels, a investigação e julgamento e, com o fim da história, a introdução dos acontecimentos. Deu a ideia de algo muito partido, algo preso e pensei, mesmo que brevemente, que o episódio iria terminar sem nenhuma atitude de Chandler para com Rachel.

E foi essa atitude que pegou todo mundo de surpresa: o isolamento de Rachel para com o resto da tripulação e a possibilidade de entregá-la ao poder civil em terra mais próximo. Com a vacina estando concluída, assim como o desejo da pesquisadora em tornar a cura contagiosa, a pergunta que fica é: a personagem, de fato, vai ser descartada? Vão dividir a história? Ou a decisão vai ser revogada?

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