The Originals – 3×22 – The Bloody Crown

Imagem: Arquivo Pessoal/Richard Gonçalves

Imagem: Captura de Tela/Reprodução

“I will do right by you” Klaus Mikaelson.

Que finale espetacular! É tudo o que eu consigo juntar para começar a escrever a review – mais ainda sabendo que só teremos mais dos Mikaelson na midseason de 2017 – de “The Blody Crown”, último episódio da terceira temporada de The Originals.

Primeiro, os flashbacks de Marcel com Klaus e Elijah foram lindos, depois, a fúria da Besta foi ainda mais espetacular. Gostei de que envenenar Freya tenha sido só parte do plano, mas que ele tenha usado outros meios, e não a morte da bruxa para invadir o complexo dos Mikaelson.

Não sei vocês, mas achei a pressa do episódio tão significativa que não consigo achar nem isso ruim. Em poucos minutos – ou pelo menos é o que parece para quem está assistindo –, Marcel toma o complexo, morde/nocauteia dois dos três irmãos Originais e ainda temos a aparição de uma Rebekah muito mais “voz da razão” do que eu achava possível, considerando que Marcel também deve, pela lógica que ele agora defende, matar sua amada.

Imagem: Arquivo Pessoal/Richard Gonçalves

Imagem: Captura de Tela/Reprodução

Entretanto, adorei a poesia de ter sido Rebekah a fonte para a “ideia” de um julgamento para Klaus. Gostei mais ainda de ver que o Original pensou em Hope e Hayley, e no que aconteceria com elas caso ele não participasse da “farsa” perpetrada por Marcel, com direito até mesmo a uma das melhores cenas dele com Rebekah em muitos anos. Quem não se emocionou ao ouvi-la dizer “I can’t go mad and you can’t die. What are the bloody odds of that?”para o irmão que ela tanto amou quanto odious nos últimos dez séculos?

Agora, já que falamos em sentimentos, não gostei do sentimentalismo barato usado por Marcel na sua abertura para o julgamento. Ele se importa menos do que Klaus com o mal que foi feito àquelas pessoas. Já do cinismo descarado de Nick, manipulando brilhantemente mesmo a mão menos favorável que lhe foi dada, esse sim eu amei. O discurso dele é, com toda certeza, uma das melhores cenas da série até aqui.

Também gostei muito de ver Vincent finalmente retomando seu papel de razão entre as bruxas. Finalmente ele percebeu exatamente o tamanho da abominação que ele criou e o quanto essa abominação vai contra a lei fundamental das bruxas, a proteção da vida humana e do equilíbrio que ela representa.

No fim, somos deixados com a dúvida agonizante do que virá em seguida para os nossos amados Originais. Muito fica sem resposta, entretanto, sabemos que, pelo menos por hora, e indo contra aquilo a Besta imagina, os nossos Originais – Freya inclusa – estão vivos. Então, resta agora imaginar, teorizar, tentar não enlouquecer na espera e é claro, retornar para a próxima temporada.

Então, fica aqui o meu – e o da Fernanda, reviewer regular da série – agradecimento a todos vocês que acompanharam os textos e a minha expectativa de reencontrar todos vocês em 2017. Até lá.

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Richard Gonçalves

Richard Gonçalves

Estudante de Letras, apaixonado por quadrinhos, música e cinema. Viciado em séries desde sempre. Fã de carteirinha de Doctor Who, House, Battlestar Galactica, Sherlock, 24 Horas, The Borgias, Penny Dreadful, E.R. e Lost. Aqui no Mix de Séries é editor de reviews, além de escrever as reviews de Marvel's Jessica Jones, Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. e The Originals.