The Voice AU – 5×01/02/03 – Blind Auditions

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Fala pessoal, como estão? O The Voice Australia, uma das melhores versões da franquia do reality, está de volta em sua quinta temporada. Ao lado dos veteranos Jessie J, Delta Goodrem e dos irmãos Joel e Benji Madden está o cantor irlandês Ronan Keating, ex integrante da boyband Boyzone.

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Essa primeira semana já rendeu audições pra lá de memoráveis. Vamos conferir?

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PRIMEIRO DIA

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Alfie Arcuri – “Scars”

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Clique aqui para ver a performance.

Bernardo: Confesso que gostei bastante da apresentação do Alfie, principalmente pelo fato de ter aberto essa quinta temporada. Entretanto, não pude deixar de dar uma olhada nos seus trabalhos anteriores e, confesso, me espantei com o que vi aqui, pois ele mostra qualidades vocais ainda mais impressionantes do que aquelas vistas nessa apresentação e tem, desde já, minha torcida.

Edu: A melhor versão da franquia The Voice está de volta, e já começou de uma forma incrível. Alfie fez uma linda apresentação, sem exageros ou firulas e, consequentemente, acabou conseguindo logo de cara todas as cadeiras sendo viradas para si. Estava claro que ele iria com Delta, ainda mais por conta da história de sua irmã, a qual o candidato assemelhou quando Delta teve câncer também anos atrás. Logo de cara rolou a sintonia entre os dois, e acho que ele foi logo de cara uma adição e tanto no time da jurada.

Let: Sei lá o que aconteceu, fiquei toda emocionada aqui. Assim que Alfie começou a cantar e eu notei que era “Scars”, os olhos lacrimejaram, e que apresentação linda. Assim como disse Edu, Alfie foi perfeito, sincero, sem firulas, na medida certa. Delta merece um candidato ótimo como esse hein?!

Lucas: Gente, não bastou começar com aquela apresentação cheia de tiros dos jurados, né? Ainda tinha que atacar meu emocional com o primeiro candidato também. “Scars” é minha música preferida do James Bay, e olha, essa performance arrepiou aqui. Foi lindeza demais da conta! Ainda rolou todo aquele lance da irmã com câncer, a história triste que sempre arranca lágrimas dessa pobre alma aqui. A temporada não poderia ter começado de outra forma!

 

Blake Morgan – “Talk Is Cheap”

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Bernardo: Confesso que fiquei um pouco conflitante, depois de assistir essa apresentação. Blake tem uma voz excelente, isso é unânime entre nós, mas mesmo sendo aprovado, eu, sinceramente, não aprovaria pelo fato de não estar nenhum pouco preparado. A escolha da música foi equivocada, ele não soube passar sua mensagem e fazer uma performance que causasse em impacto.

Edu: Blake até que canta bem, mas acho que ele pecou na song choice. Achei bacana os irmãos Madden virarem para o rapaz, pois o act já havia declarado seu favoritismo em ir com os caras.

Let: Não foi mesmo a melhor música, mas gente, que voz maravilhosaaa! Adorei aquela rouquidão, e fiquei mega surpresa, porque raramente vemos uma voz masculina com essa característica. Tava morrendo aqui, e também pulei quando os Madden viraram. Tô bem ansiosa por tudo que ele ainda mostrará no programa.

Lucas: Muito surpreso com a voz do guri. Estava esperando algo totalmente diferente, e ele me ganhou total. Pensei que ninguém iria virar, aí pulei quando os irmãos apertaram o botão. Super estou na vontade de ver um pouco mais do talento dele.

 

Claire Fabri – “I Kissed A Girl”

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Bernardo: Me diverti bastante assistindo Claire se apresentando, mas isso não quer dizer que gostei do que vi e ouvi. Ela conseguiu esculhambar uma música que já não é exemplar, apesar de ser um marco na música pop americana, então não tenho muito o que falar aqui.

Edu: Claire não é ruim, mas pecou no inconstante. Ela veio com uma versão toda “diferentona” desse clássico de Katy Perry, e depois, no meio do nada, se aproximou da original. Aí dessa forma fica difícil de defender né gente?

Let: Achei ela interessantíssima no início com a versão meio jazz de “I Kissed a Girl”, uma das minhas preferidas da Katy. Mas aí ela foi lá e voltou para a original, além de brincar demais com sua voz durante a apresentação toda. Foi tanta firula que, com o tempo, comecei a pegar asco do projeto de pin-up. No fim, eu também não viraria.

Lucas: Eu já achei que ela mandou super bem nessa versão mais diferente da música da Kátia, mesmo voltando pra original depois. Porém pra mim o problema foi aquela personalidade exagerada, aí não consegui gostar.

 

Jack Pellow – “From Eden”

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Bernardo: A edição que os realities shows fazem é simplesmente brilhante, pois nos apresentam toda a história de um certo candidato e logo em seguida, colocamos uma performance mediana para avaliarmos. Tem como não ficar comovido? Pois bem, Jack tem a minha admiração por ir até aquele palco com um violão na mão e mostrar o que nos trouxe. Fico feliz que tenha sido aprovado, pois terá tempo de ajustar alguns problemas.

Edu: Acho simplesmente demais essas histórias de pais e mães solteiros, mesmo sabendo que se avalia o desempenho musical do candidato, obviamente. Jack é um forte candidato já, com uma voz muito potente, além de ter vindo com uma música muito boa. Gostei dele indo para o Team Jessie, mas acho que ele combinaria mais com os Madden, sei lá.

Let: Viram como essa é a melhor franquia do The Voice do mundo? Só aqui eu consigo me envolver tanto com os concorrentes, sem a pieguice exagerada do The Voice US. Dito isso, afirmo que Jack já é um dos meus favoritos. Amei o background, o estilo, a voz, e também a song choice. Jack na real combinada com qualquer um, e tenho certeza que Jessie saberá conduzir muito bem esse lindo, ela sempre faz as melhores escolhas musicais mesmo.

Lucas: Primeiro tem aquela criança linda e fofa, aí ele começa a cantar e também vem com essa vibe deliciosa. Como não gostar, gente? O cara estava a ponto de se borrar ali de tanto nervosismo, mas no final das contas valeu. Quanto a escolha, concordo contigo Duh, acho que ele combinava mais com os Madden, ao invés de Jessie.

 

Madisson McNamara – “Gone”

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Bernardo: Uau! Simplesmente sensacional o que Madisson nos apresentou aqui. Não foi a sétima maravilha do mundo, até porque esses candidatos chegam na fase das audições completamente secos, mas essa moça nos disse o porquê devemos prestar atenção nos seus próximos passos.

Edu: Já estou apaixonado por Madisson. Que música linda, que voz estonteante, foi tudo incrível. Eu achei a escolha dela pelos Madden bem coerente, mas acho que, caso ela venha perder na battle rounds, talvez tenha chances de ir para o Team Delta.

Let: Eu ainda estou arrepiada e bem besta com o que vi, QUE VOZ MINHA GENTE, QUE VOZ! Madisson é simplesmente maravilhosa, e mesmo bem nervosa, conseguiu entregar uma performance destruidora. Carismática, tenho certeza que ela irá longe na competição (só pena que ela não foi para o Team Jessie, né?).

Lucas: Caramba gente, ela tem uma voz linda e um talento que não precisa nem falar né? Só achei que faltou um pouco de emoção na performance, mas aposto firme que ela vai se dar muito bem na competição.

 

Ace Avenue – “When You Say Nothing At All”

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Bernardo: A incrível capacidade de estrangular com uma música perfeita para ser apresentada em qualquer ocasião.

Edu: Mentira que essa música é do Ronan! É que nem quando descobri que a maravilhosa “Born To Try” é de Delta, minha reação foi a mesma. Sobre a performance, eu achei que faltou algo para ter dado aquela emoção e um bom motivo para os coaches virarem as cadeiras. Os candidatos têm que aprender que cantar música de um dos jurados é sempre uma responsabilidade muito grande, e que por conta disso a exigência é ainda maior. PS: amei o dueto entre Ronan e Ace no final de tudo!

Let: Genteeee eu amo essa música desde que vi Nothing Hill, um dos filmes da minha vidaaaaa! Agora já posso amar Ronan. Dito isso, não posso dizer o mesmo de Ace, em nenhum momento ele me emocionou ou soube interpretar bem esse clássico. Pelo menos o dueto do fim finalizou muito bem essa performance, que não conseguiu chegar lá. Ronan foi fofo né!

Lucas: HAHAHAHAH. Duh, fiquei tipo você aqui quando descobri que a música era do Ronan. Não fazia a mínima ideia! A performance não rolou mesmo, faltou voz ali, mas só o fato do Ronan ter subido no palco pra cantar com o cara já valeu!

 

Lexi Clark – “Nothing’s Real But Love”

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Bernardo: Estava faltando uma apresentação que me deixasse boquiaberto, e Lexi Clark conseguiu fazer isso aqui. Excelente maneira de fechar uma ótima premiere.

Edu: Simplesmente a melhor performance dessa premiere. Lexi tem uma voz incrível, escolheu uma música que casou perfeitamente com ela, e foi lá sem dó destruir tudo. Eu gostei muito dela indo com o Team Madden, e os irmãos já mostraram que esse ano estão mais competitivos que nunca.

Let: Mas que vozeirão hein?! Nunca imaginei isso vendo aquela menina quietinha sentada lá com a família e tal… Lexi é maravilhosa, tem uma voz diferente, um potencial incrível, uma força vocal rara, uma rouquidão que conquista, já deu para ver que os irmãos estão podendo esse ano.  

Lucas: Lexi já veio destruindo com essa voz maravilhosa! Catou uma baita música conhecida, e entregou uma blind excelente! Foi de longe uma das melhores dessa primeira noite e me deixou curioso por mais.

 

SEGUNDO DIA

 

Elle Murphy – “Devil Inside”

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Bernardo: Não estava dando muito para Elle, até o momento que ela começou a cantar e eu fui jogado para trás de uma maneira que não pensei que seria possível. Estarei bastante atento para as próximas apresentações dessa moça, até porque, mesmo com essa performance sensacional, nada está garantido.

Edu: O QUE FOI ISSO MINHA GENTE? Elle chegou como quem não quer nada, e destruiu todas as estruturas. Eu estou boquiaberto com tamanha potência vocal dessa linda, e amei sua escolha pelo Team Delta, acho que foi bem coerente.

Let: EM QUE UNIVERSO EU IMAGINARIA QUE ESSA MENININHA TEM UMA VOZ PODEROSA DESSAS????? As notas que ela atingiu foram altíssimas, e a candidata ainda tem uma voz mais grave, fiquei sem entender essa perfeição toda. Já amo Elle!

Lucas: Que vozeirão maravilhoso gente! Começou essa segunda noite literalmente com tudo! Quero Elle pra mim, porque olha, foi coisa linda de assistir!

 

Jay Parrino – “Whole Lotta Love”

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Bernardo: Foi uma das performances mais esculhambadas que assisto nessa minha jornada como telespectador dessa inúmeras versões do The Voice pelo mundo. Entretanto, eu adoraria dar uma chance para o Jay em um momento que ele não estivesse no comando do microfone.

Edu: Jay é um ótimo instrumentista, isso é fato, mas vocalmente dizendo não me convenceu. Eu achei a música grande demais para ele, algo que o fez não atingir altas tão altas da forma como se era esperado. Uma pena!

Let: Jay não é um cantor. Fim.

Lucas: Não sei porque, mas tenho uma certa implicância com essa música e, pra ser bem sincero, acho que o Jay não conseguiu trazer nada de diferente com a blind. Talvez futuramente, depois de mais um pouco de treino acabe rolando, mas dessa vez não valeu.

 

Tash Lockhart – “Turning Tables”

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Bernardo: Gritou um pouquinho, mas irei desconsiderar em razão de uma excelente apresentação que nos trouxe aqui. Vale ressaltar também uma beleza sem igual que, certamente, lhe ajudará quando conseguir chegar no mercado. Aparentemente, temos aqui aquele pacote completo que todo cantor/cantora tem que ter para ser bem sucedido.

Edu: Linda e talentosa, essa é Tash. Apesar disso, ela deixou o nervosismo transparecer, e isso atrapalhou muito sua apresentação. A candidata terá que se preparar melhor em relação a isso, pois ela tem potencial para ir longe, se muito bem trabalhada. Acredito que Delta seja a coach certa para a jovem.

Let: Parece que eu estou me repetindo nos comentários, mas só tem gente maravilhosa nessas blinds, como lidar? Tash é maravilhosa, que voz, que presença de palco – apesar de nervosa. Amo demais essa música, e finalmente vi alguém que soube honrá-la.

Lucas: Gente, eu gostei bastante da voz dela. Foi mais uma que por pouco não desabou no palco de tanto nervosismo, mas acho que tem bastante potencial. Sem contar que fez uma versão gostosa dessa maravilha da Adele!

 

Claire Howell – “Who You Are”

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Bernardo: Não gosto muito dessa decisão de cantar uma música que é do repertório de um dos coaches, julgo como uma apelação gigantesca. Mas o que tivemos aqui? Algo que me fez engolir o preconceito de uma maneira que eu não pensei que seria possível. Claire detonou a tudo e a todos.

Edu: Aí ela pega a MELHOR música da Jessie J e, quando começa a cantar, já me deixou todo choroso aqui. Como lidar? E vou dizer mais, no momento que a jurada virou a cadeira eu chorei mais ainda. “Who You Are” é uma música poderosíssima, extremamente vulnerável, e toda vez que ouço toca no meu emocional de forma única, e Claire soube transmitir isso da mesma maneira como Jessie faz na original. O QUE FOI AS DUAS CANTANDO JUNTAS? Estou aqui, jogado no chão, sem estrutura alguma.

Let: Tô no chão com vocês meninos, QUE APRESENTAÇÃO DESTRUIDORA FOI ESSA???? Tenho quase certeza que na verdade ela é a Jessie da temporada passada (que estava com esse cabelo), que entrou em uma máquina do tempo e veio para o futuro, só pode. Claire tem uma voz poderosíssima, e certamente irá longe nessa competição. Para cantar Jessie J com a própria sentada ali precisa ter muita coragem MESMO!

Lucas: Minha gente do céu, o que foi isso? ALGUÉM ME EXPLICA POR FAVOR?! Ainda to meio destruído aqui depois dessa blind, porque foi simplesmente SENSACIONAL! A guria começou cantar e pronto, já estava boquiaberto aqui. Pra melhorar ainda mais Jessie subiu no palco pra  cantar junto com ela e pronto, terminou de me destruir aqui. Vai ser difícil alguém superar essa viu!

 

Truman Mullins – “Latch”

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Bernardo: Essa é uma música difícil, acredito que Truman merece esse nosso reconhecimento. Entretanto, tenho que concordar com meus colegas de análise, foi uma grande ousadia e um risco extremante desnecessário. Estamos numa fase que é não só aceitável, como obrigatório, jogar na zona de conforto. Truman, infelizmente, peca pelo excesso.

Edu: Foi uma versão bem suave, mas Truman não soube transmitir a emoção exata em sua performance. Se tivesse feito isso, com certeza ele teria destruído e, quem sabe, ter feito todos virarem suas cadeiras. Aguardando comentários da Let sobre a apresentação de uma das suas músicas favoritas.

Let: Que ousadia desse ser, destruir a MINHA música desse jeito! “Latch” tem uma letra tão maravilhosa, que não combinou essa versão de “música de elevador” que ele fez. Foi pura sofrência, principalmente o falsete tremido que ele fez, dava para notar que no meio o rapaz se arrependeu – e eu também me arrependi de ter visto isso.

Lucas: Adoro essa música e ainda lembro perfeitamente a versão maravilhosa que o Jason Heerah cantou no The X Factor AU alguns anos atrás, pra mim é melhor de todas. Truman tem uma voz bacana, mas ficou faltando algo ali e por isso acabou não rolando. Vou ficar na torcida pra ele voltar.

 

Maryann Wright – “Maybe This Time”

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Bernardo: Adorei essa apresentação. Maryann mostrou uma capacidade vocal incrível e que ainda vai nos surpreender muito. Confesso que não gostei muito da escolha da música, mas fico satisfeito que tinha sido suficiente para manda-la para a próxima etapa.

Edu: Vou ser bem sincero que não gostei tanto da escolha de Maryann, pois essa música é bem acima de sua incrível habilidade vocal. Ainda bem que Delta e Ronan viraram suas cadeiras para ela, e acho que as duas juntas farão um trabalho bem interessante.

Let: Olha, eu gostei bastante dessa apresentação, do vozeirão de Maryann (só notei ela se perdendo ou fora do tom no refrão mesmo), ficou uma coisa bem Chicago e tal – pena que não tem nada a ver com a vibe do programa. Fora isso, vida longa a essa linda!

Lucas: Eu não fui muito com o estilo musical dela. Não é bem aquilo que gosto de ouvir, mas acho que Maryann tem talento, sem contar uma voz muito bonita. Curioso pra ver como será suas próximas performances.

 

Lane Sinclair – “When You Were Young”

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Bernardo: Já comentei nessa avaliação o quanto que eu prezo por alguém que se apresente com a cara e com a coragem, desprovido de qualquer recurso técnico ou aparato que um programa de tal orçamento. Lane cantou e foi lindo de assistir aquilo. Errou em alguns momentos? Mas nada que consiga comprometer essa apresentação magnífica.

Edu: EU ESTOU SIMPLESMENTE APAIXONADO POR LANE! Ela pegou uma das melhores músicas do The Killers, e fez dela uma versão sua, que o resultado final ficou simplesmente incrível. Linda, talentosa, dona de uma voz suave, como não amar? A escolha pelos irmãos Madden foi coerente, e a dupla até o momento está com o time mais forte da temporada. Enquanto isso, Ronan continua mais zerado que eu na balada.

Let: The Killers é a minha banda favorita de todas, e essa música mexe muito comigo. Pensei que odiaria a versão de Lane, mas AMEI! Ficou lindo, intimista, valorizou sua poderosa voz e tô bem animada para ver o que mais essa linda fará no programa.

Lucas: Desculpa Duh, mas quem tá apaixonado por ela sou eu. Esse estilo descolado, descalça no palco com o violão e toda entregue na música. Como não se apaixonar gente? Maravilhosa! Minha lista de favoritos só aumenta, e não estou sabendo como lidar. Fiquei aqui imaginando várias outras músicas nessa voz maravilhosa, apenas necessito das próximas performances dela!

 

Georgia Carey – “Let It Go”

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Bernardo: Ah, mas até eu levantei para aplaudir essa maravilhosa. Foi uma escolha de música ousada, mas ela cantou lindamente, mostrou como é que se faz e encerrou mais uma noite de apresentações de uma maneira deliciosa.

Edu: Aí ela vai e pega essa música maravilhosa para cantar, como não amar? Foi lindo e sereno, mais que merecido ter cadeiras viradas a seu favor. Ah sim, e finalmente Ronan perdeu o BV no programa, amém!

Let: Eu amo candidatos que não precisam estourar a garganta para mostrar como são incríveis. A voz de Georgia é incrível, doce, leve, forte, densa, cheia de personalidade. Ela conseguiu nos transmitir exatamente o que a música diz de um jeito simples, mas nem por isso menos complexo. E Ronan ganhou sua primeira e incrível act, merecido!

Lucas: Ronan desencantou meu povo! Finalmente conseguiu um act por seu time e olha, teve sorte porque Georgia realmente mandou muito bem. Mais uma do James Bay no programa e ela cantou de uma maneira linda e suave que deu gosto de assistir. Acho super bacana quando um candidato volta depois de não passar pelas blind e consegue todas as cadeiras viradas. Foi merecido!

 

TERCEIRO DIA

 

Sam Trentwith – “I Don’t Want To Be”

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Bernardo: Originalidade é algo que eu prezo em qualquer coisa que estou assistindo, e desde a apresentação do perfil do Sam, tinha certeza que iria me surpreender positivamente com esse moço. O que aconteceu? Uma excelente maneira de começar a noite com uma releitura muito gostosa de I Don’t Want To Be!.

Edu:Aí Sam vem com a música tema de uma das minhas séries favoritas da vida, como proceder? Eu curti demais, mesmo não tendo sido algo impecável, mas foi bom demais.

Let: Eu jurava que Sam viria com uma música mais calminha e tal, e ele veio com esse clássico que me deixou ó DE QUEIXO CAÍDO! Sam tem uma boa voz, presença de palco, personalidade incrível e ainda arrasou na escolha. Gostou Edu?

Lucas: Essa música gente! Gavin DeGraw é One Tree Hill, e OTH é vida, ponto final! Não foi perfeito, mas foi uma bela maneira de iniciar essa terceira noite!

 

Nina Ferro – “Why”

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Bernardo: Eu gostei muito da sutileza que Nina se apresentou aqui. Foi uma performance com muita história, que ela claramente carrega consigo, além de uma propriedade admirável e força incomparável. Já anotei o nome da Nina aqui, porque irei acompanhá-la com toda a certeza.

Edu: Que performance maravilhosa foi essa? Nina foi tão singela, cantando com a alma, abrindo seu coração e se entregando. Estou arrepiado e emocionado aqui, e Ronan conseguiu obter uma adição e tanto em seu time.

Let: Eu consegui sentir tudo que Nina queria passar com essa apresentação, que voz poderosa, profunda, que maneira mais linda de cantar. Eu realmente não consegui evitar as lágrimas quando ela chegou ao refrão. Mais um presente incrível para o time Ronan!

Lucas: Nossa, Nina arrepiou aqui com toda aquela maneira tocante que cantou. Achei a voz dela linda, e já acho que ela tem um potencial absurdamente grande.

 

Mitchell Cox – “This Is The Moment”

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Bernardo: Adoro essas apresentações que se aproximam do lírico, acredito que é um gênero muito pouco explorado nesses programas de televisão. Fiquei um pouco frustrado com o fato de ninguém ter virado, mas é a vida né?

Edu: Eu fiquei muito triste de ninguém ter virado a cadeira para Mitchell, mas a música não lhe favoreceu nenhum pouco. Ele tem uma voz muito linda e, se tivesse acertado na song choice, com certeza teria feito uma apresentação arrepiante, digna de virar quatro cadeiras.

Let: Eu achei a song choice erradíssima, bem brega, e não combinou com a voz agradável de Mitchell. Se ele tivesse escolhido melhor, poderia ter conquistado uma cadeira.

Lucas: Poxa, queria tanto que alguém tivesse virado. Já tinha ficado meio destruído aqui com todo o drama que ele enfrentou alguns anos atrás, e depois fiquei esperando pelo menos um indivíduo apertar o botão, porque o rapaz merecia.

 

Sarah Jane – “How Deep Is Your Love”

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Bernardo: Jesus! Fazia tempo que não assistia uma audição tão ruim, em todos os pontos possíveis de se fazer uma avaliação. Concordo exatamente com aquilo que a Jessie falou, é uma música muito grande e o cantor precisa de destacar com mais força e qualidade. Recomendo que Sarah volte pra casa e entre em algumas aulas.

Edu: Isso foi sério?

Let: Mais uma song choice erradíssima. Sério gente, parem de tentar cantar essa música, não funciona com todo mundo. Não adianta, se não for para rasgar a garganta nem adianta tentar. Eu jurava que Sarah tinha potencial, mas fui bem troxiane dessa vez.

Lucas: Particularmente achei que o problema foi a song choice. Sarah tem um tom de voz até bacana, mas essa música gente, não rolou mesmo. Destruiu qualquer chance dela em conseguir passar pra próxima fase.

 

Mitch Gardner – “Only Love”

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Bernardo: Apesar de ser um cantor que ainda tem muito para melhorar em uma série de aspectos, serei um pouco piegas ao dizer isso, mas Mitch cantou e tocou com o coração. Sinceramente? Nessa fase é exatamente isso que eu quero que tome conta de uma apresentação.

Edu: Não sei explicar, mas algo me incomodou profundamente, pode ter sido a escolha da música, como até mesmo a voz de Mitch. Talvez se ele souber trabalhar melhor em alguns aspectos de técnicas, poderá se aprimorar gradualmente. Independente disso, só sei que eu não aguentei aqui quando ele falou de sua mãe.

Let: Olha, não achei Mitch tudo isso, o menino terá que me conquistar ainda como cantor. Mas como pessoa ele é bem profundo e centrado, sua história com a mãe me deixou pensando que quem sabe o act não foi o melhor exatamente por todo o background que carrega, cantar com a voz embargada não é fácil. Mas tenho certeza que, com a emoção controlada, Mitch irá longe nessa competição.  

Lucas: Gostei demais do Mitch! Achei que o cara tem uma voz deliciosa de ouvir e fiquei viajando junto enquanto cantava. Precisa nem dizer que a história da mãe dele me derrubou né? Chorei feito criança, e não ajudou nada ver o Ronan todo emocionado lá.

 

Ben Logan – “Caruso”

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Bernardo: Só foi eu falar que faltava alguém para fazer o gênero lírico algo bom de se assistir, que o Ben apareceu e nos brindou com essa ótima performance. Não acredito que esse senhor terá muita prosperidade nessa competição, mas o importante que a ópera tenha representação, como a Jessie pontuou.

Edu: Que voz, que performance. Não esperava essa potência toda, e me emocionei aqui. Eu estava quase tendo um colapso nervoso, mas graças a Deus, Deltinha meu amor virou a cadeira pra ele.

Let: Quando vi qual seria a música fiz cara feia, mas ao longo da apresentação ela foi é para o chão de tão boba que fiquei, que vozeirão! Ben não faz nada o estereótipo do cantor de ópera, e que coisa boa. É de novidade que esse gênero precisa.

Lucas: Mais um que me surpreendeu demais com a voz! Não estava esperando aquilo, e quanto ele começou a cantar, fiquei meio boquiaberto aqui. Não sou um grande fã desse estilo de música, mas tenho muito respeito porque realmente não é pra qualquer pessoa. Curioso pra ver como vai se sair nas próximas fases.

 

Jordan Welshman – “Amnesia”

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Bernardo: Concordo com o irmão desse cara, ele estava super nervoso e a voz teve um resultado horroroso. Uma pena, porque a música é ótima.

Edu: Oi?

Let: Detesto essa música, mas não foi só por isso que não curti Jordan. Potencial o rapaz tem, mas não soube apresentar uma boa performance, podem culpar o nervosismo porque com certeza ele é bem responsável por isso.

Lucas: Realmente a música é ótima gente! Nunca tinha ouvido e já estou procurando a versão original aqui. Sobre o Jordan, ele definitivamente deixou o nervosismo tomar conta, o que foi uma pena, porque o começo da audição foi bem bacana, mas depois foi decaindo.

 

Brianna Holm – “Creep”

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Bernardo: Até eu tive vontade de aplaudir essa moça de pé. Começou fazendo jus a sua música, mas ela conseguiu dominar aquele palco de uma maneira simplesmente sensacional que eu ouviria mais algumas vezes hoje. Excelente maneira de terminar essa terceira noite de apresentações. Maravilhoso.

Edu: EU ESTOU JOGADO NO CHÃO! Que performance maravilhosa, encerrando com chave de ouro essa primeira semana de blind auditions. Amei essa versão simplesmente brilhante de uma das músicas que mais gosto nessa vida, estou até agora boquiaberto e comovido aqui.

Let: MEU DEUS ME SEGURA QUE TÔ TREMENDO ROSANAAA! Nunca, NUNCAAA antes na vida ouvi “Creep” dessa forma, foi lindo demais, ouvi três vezes seguidas de tão perfeito que foi. Brianna tem uma voz doce e poderosa, adorei os melismas (as variações na entonação da voz), e todas as vezes em que ela subiu o tom. Rainha (Jessie) com Princesa(Brianna) será incrível de ver.  

Lucas: Que maravilhosa gente! Adorei a voz da Brianna e ela conseguiu me arrepiar do começo ao fim com essa performance. Sempre fico na maior expectativa quando vejo que alguém vai cantar essa perfeição de música, aí vai e entrega algo maravilhoso! Linda demais!

 

O que acharam dessa primeira semana de blind auditions? Venha comentar conosco suas opiniões!