the voice s15 final

The Voice chega ao fim com sua pior temporada

the voice s15 final

Imagem: NBC/Divulgação

Chegou a hora de conhecer o vencedor da 15ª temporada de The Voice

Depois de muitas reviravoltas, o The Voice chegou ao fim. Com as últimas semanas dando o que falar, o desfecho dessa edição já vinha prometendo de tudo e mais um pouco. Definitivamente foi o que aconteceu, com um resultado que com certeza não agradou muita gente.

Vamos conferir?

 

PERFORMANCES

 

Chris Kroeze – “Sweet Home Alabama”

Bernardo: E começamos a grande final da 15ª temporada como se fosse uma reprise dos anos anteriores. É impressionante como o Chris entregou o mais do mesmo em grande parte do tempo, mas mesmo assim chegou até aqui. Essa é uma ótima performance para o início dos live shows, mas não para uma final.

Edu: É aquilo lá, Chris entregou mais um número semelhante aos anteriores. Mesmo assim eu gostei bastante, e na minha opinião foi uma ótima forma de abrir essa final.

Luke: Dos males o menor. Foi semelhante ao que vem sendo apresentado até aqui? Foi, mas ainda assim não foi ruim. Chris tem potencial, só não sei se suficiente para chegar a final.

Renata: Eu sou uma pessoa que tenta bastante. Por isso, até gostei dessa performance. É aquilo, sem graça sempre vai ser, só não foi péssimo.

 

Chevel Shepherd – “It’s a Little Too Late”

Bernardo: Chevel vem melhorando (muito) desde quando ela adquiriu mais confiança com o passar das eliminações. Não foi esconder a minha insatisfação em ver ela ainda na sua zona de conforto, mas como eu falei na semana passada, é estrategicamente correto e eu respeito isso. Muito!

Edu: Odeio admitir isso, mas essa performance deixou claro o porquê Chevel chegou até aqui. Hoje vejo sua evolução como um todo. Que presença de palco, autoconfiança, e muito mais. De forma silenciosa, Chevel foi comendo pelas beiradas e agora está na final muito mais madura que aquela menina do interior de três meses atrás.

Luke: Foi bom e não podemos negar, mas que ainda tenho certa dor de não ver grandes favoritos nessa final, isso eu tenho. Chevel evoluiu e isso é de extrema importância em uma competição, principalmente no The Voice. Acho que isso é um bom mérito pessoal que a coloca aqui.

Renata: A evolução de Chevel é clara. Até entendo o porquê dela estar aqui, pois foi uma performance bonita e ponderada.

 

Kirk Jay – “Defenseless”

Bernardo: É sério mesmo? Depois de sobreviver até aqui sem mostrar nada de novo ou nada demais, é isso que o Kirk apresenta? Eu fico triste não pela sua carreira, mas sim pelo programa. É ruim para imagem e história do reality ter alguém tão desnecessário e pouco agregador chegar até a final. Qual imagem isso passa para o futuro? Não sei e esse é exatamente o problema.

Edu: Desculpa, mas Kirk sempre será o act superestimado dessa temporada. Performance tediosa, quase caí no sono aqui.

Luke: Tá vendo por que eu fico revoltado?? MaKenzie sempre foi brilhante e ficou para trás. Kirk passa e traz esse suflê de tédio para nós!! Sinceramente, nem sei o porquê comentar…

Renata: Até eu que sou a maior defensora de Kirk fiquei com soninho. Mas eu confio, a próxima vai ser maravilhosa! hahahahaha

 

Kennedy Holmes – “Love Is Free”

Bernardo: Um dos grandes destaques da temporada mostra que mesmo que ela não ganhe, essa é uma performance daquelas de fazer carreira. Aliás, tenho certeza que ela já tem uma garantida e retorna para o Missouri como uma heroína. É verdade que ela tem muito o que fazer ainda, mas é sempre refrescante e esperançoso ter alguém como Kennedy mostrando a todos os jovens, principalmente negros da periferia dos grandes centros, que dá sim para chegar lá.

Edu: Abram alas, pois a proprietária da temporada chegou. Gente, é sério, Kennedy tem e precisa bombar fora do programa. Ela é uma artista completa, de diversas camadas diferentes. Essa foi mais uma performance versátil, digna de uma estrela já. You go, girl!

Luke: Se Kennedy não ganhar essa competição, eu desisto!! Pode começar a colocar a família toda pra votar aí, pois ela trouxe tudo que precisávamos e ainda mais para essa final. Espero muito que ela seja honrada com o título de campeã!!

Renata: A bicha pegou a final assim e disse “ É MINHA!”. Achei bem maravilhosa, não é surpresa para quem estou torcendo. A performance só me fez gostar ainda mais da garota.

 

Kirk Jay & Blake Shelton – “You Look So Good In Love”

Bernardo: Tá vendo? Como eu sempre falo: é ruim, é desanimador, chato e não agrega em absolutamente em nada. Infelizmente prejudica o programa.

Edu: Ainda bem que assisti de dia essa performance, ou do contrário teria dormido de babar.

Luke: Pula pra próxima que deu sono…

Renata: Ai gente, que final desanimadora.

 

Kennedy Holmes & Jennifer Hudson – “Home”

Bernardo: Simplesmente sensacional, maravilhoso, delicioso e inspirador. Kennedy e Jennifer se completam de uma forma que eu não tinha assistido em muito tempo. Poderia repetir essa performance várias vezes, que seria encantador em cada um dos momentos.

Edu: QUE DUETO MARAVILHOSO!! Dá vontade né, Kirk e Blake? Duas poderosas, duas potências, que souberam respeitar o espaço da outra, entregando um número impecável. PS: como a JHud está lindíssima nessa final.

Luke: JHud ainda é bem injustiçada na edição americana. Sei que ainda temos apresentações para vir, mas, sinceramente, olhem isso. Foi mais do que merecedor de milhões de aplausos de pé!! Teve química, conexão, potência ao nível máximo. Ansioso pra essa garota ganhar a América com seu dom.

Renata: Primeiramente, que DUAS MULHERES LINDÍSSIMAS, NÉ GENTE? Fiquei hipnotizada! Aprendam como se faz um dueto, senhores coaches!

 

Chris Kroeze – “Human”

Bernardo: Ótima música, ótima composição e ótima apresentação! Infelizmente é tarde demais para me conquistar, mas essa é uma música que eu vou escutar em outros momentos, podem ter certeza disso.

Edu: Sou suspeito em falar de Chris, mas ele mandou super bem. Gostei do single dele, um material que tem tudo para trazer bons números nos charts country.

Luke: Foi envolvente e não podemos negar, contudo, numa torcida já tem nome e sobrenome!!

Renata: Menino, eu até balancei a cabeça. Countryzinho bão!

 

Chevel Shepherd & Kelly Clarkson – “Rockin’ With The Rhythm Of The Rain”

Bernardo: Que delícia de dueto! Estaria mentindo se dissesse que não sonhava com as duas juntas desde o primeiro momento, mas foi muito melhor do que eu poderia imaginar. Não foi melhor do que a Kennedy e a Jennifer, mas ainda sim foi um grande momento dessa final. São nesses instantes que eu penso no quão bom seria ver os coaches lado a lado com seus pupilos desde o começo.

Edu: Kelly, eu te amo, e isso vem desde 2004. O dueto foi até bacana, eu curti, mas venhamos e convenhamos que nossa coach do coração se sobressaiu mais que a própria pupila.

Luke: Seria uma Nicole 2.0?? Brincadeiras a parte foi um dueto bem interessante mas com certa divergência nas partes da canção!! Mas o trabalho em si foi muito bacana de se ver.

Renata: Só perdi meu tempo.

 

Chris Kroeze & Blake Shelton – “Two More Bottles Of Wine”

Bernardo: Buscando uma grande redenção após a lambança feita com o Kirk, que tem sido a pior parte dessa final, Blake fez um bom trabalho guiando Chris até aqui. Entregando uma boa performance, porém eu provavelmente esquecerei amanhã.

Edu: Agora sim Blake soube fazer um dueto a altura com seu outro pupilo. Os dois juntos resultou naquele country que só nosso cowboy sabe fazer, ao invés daquela música de ninar com o outro lá.

Luke: Blake é um dos melhores coaches em atuação dentre todas as competições pelo mundo. Ele sabe trabalhar bem o seu team, mas fica nítido sua preferência quando temos mais de um por aqui. Foi uma apresentação coesa e interessante.

Renata: Blake do meu coração sempre tirando leite de pedra.

 

Kirk Jay – “I Won’t Let You Go”

Bernardo: E de pensar que teve gente MUITO melhor sendo eliminada na semifinal. Jesus Cristo!

Edu: No lugar dele dava pra ter trazido Kymberli ou MaKenzie.

Luke: Concordo em gênero, número e grau com as palavras do Edu.

Renata: Euzinha gostei, se recuperou da outra que foi um sonífero só. Se chegou na final, faça bem direitinho.

 

Chevel Shepherd – “Broken Hearts”

Bernardo: Um dos melhores momentos dessa final! Chevel apresentou uma composição deliciosa e que resume bem sua jornada até aqui. Repito que ela está jogando na sua zona de conforto, algo que eu não gosto muito, mas manteve suas raízes, o telespectador gostou e no final do dia é isso que mais importa. Boa música sendo cantada e reconhecida.

Edu: QUE CANÇÃO MAIS LINDA!! Chevel cantou com coração, foi tudo tão peculiar. Ela soube entregar um número que tocou e emocionou. Simplesmente espetacular!! PS: Kelly toda comovida <3

Luke: As mulheres comandam esse programa – e o mundo – e não tem como negar. Chevel trouxe uma canção muito bem pautada e orquestrada. Foi bem justo no que diz respeito ao seu trabalho até aqui.

Renata: Quebrei a cara aqui! Primeira vez que gostei de Chevel do início ao fim.

 

Kennedy Holmes – “Confident”

Bernardo: Eu concordo com o Edu, acredito que não tem nada mais para falar da Kennedy. É só esperar ela explodir e vender músicas como água. Talvez desapareça como todos os outros, mas eu realmente acredito que ela pode ser o grande nome que essa competição ofereceu para indústria fonográfica.

Edu: Eu não tenho mais o que falar de Kennedy. Ela definitivamente é uma popstar, e tem tudo para ser um dos nomes da próxima geração do pop.

Luke: Só espero um título e nada mais!! Vamos América, estou confiante na qualidade do voto. Kennedy traz o melhor do pop e consegue abranger muito bem seu estrelato que é certeiro!!

Renata: Eu fiquei chocadíssima! Gente, que babado essa performance. Kennedy é maravilhosa demais, tava linda,solta… e a bicha ainda dança demais!

 

SPECIAL PERFORMANCES

 

Kennedy Holmes & Kelly Rowland – “When Love Takes Over

Bernardo: Sabe o que aconteceu aqui? Algo muito curioso, mas não inédito: o cantor amador, ainda no início de carreira e com pouca experiência, foi muito melhor do que o profissional. Eu realmente não viraria a cadeira para Kelly numa realidade alternativa.

Edu: Amo a Kelly de paixão, mas convenhamos que ela não estava em seu melhor dia. Mesmo assim isso não tirou o brilho de Kennedy, e tivemos um resultado positivo, apesar de tudo.

Luke: Kennedy realmente sobressai bem na apresentação, e isso pode até ser bem positivo à sua carreira. Espero vê-la cada vez mais pelos holofotes depois da competição, o que está sendo raro nos últimos tempos.

Renata: É raro ter uma performance especial que eu goste, aqui não foi diferente.

 

Kirk Jay & Rascal Flatts – “Back To Life”

Bernardo: Kirk sendo Kirk, acho que isso resume bem não só essa apresentação, como também sua trajetória até aqui.

Edu: Como diz mama Kris Jenner, thank u next, bitch.

Luke: Realmente quando o ranço instala não tem como falar nada…

Renata: Às vezes eu acho que a galera está com má vontade.

 

Chris Kroeze & The Doobie Brothers – “Long Train Runnin’”

Bernardo: O ponto alto do Chris nessa final foi sua apresentação autoral, mostrando que ele pode ser um cantor sério e de respeito com os materiais corretos à disposição. Esse dueto foi extremamente esquecível, servindo apenas como um momento agradável.

Edu: Foi um dueto just ok, mas melhor que o anterior.

Luke: Ficou naquele vai não vai, o famoso Just ok…

Renata: Já pode acabar a final.

 

Chevel Shepherd & Dan + Shay – “Speechless”

Bernardo: Diante do que assistimos desses quatro duetos, essa combinação foi a melhor dos especiais. Aproveito o momento para dizer o quão ruim esses duetos especiais têm sido nos últimos anos. Não sei se é culpa da produção, dos próprios cantores que escolhem seus parceiros, mas é impressionante o quão errada as escolhas têm sido.

Edu: Pra mim foi o melhor dueto dessa noite, confesso. Sei lá, senti uma vibe bem “Say Something”, e foi isso que me ganhou.

Luke: Realmente uma vibe muuuuuito “Say Something”!! Concordo com todos, ao dizer que foi a melhor da noite e aguardamos agora o resultado.

Renata: Menino, os outros foram tão ruins que Chevel me ganhou mais uma vez.

 

RESULTADO FINAL

Bernardo

Eu não quero dizer I Told You So, mas eu realmente falei na semana passada que esse seria o resultado final. Esse apelo interiorano de Chevel era o único a sobreviver semana após semana. Todos os outros três buscavam o telespectador urbano, que não assiste televisão da mesma forma que a dona Maria de Monrovia, Indiana. O público de casa, portanto, é soberano afinal de contas, é ele quem mantém o reality show no ar e será ele quem consumirá as músicas que esses candidatos produzirão daqui para frente. E mesmo que você me diga que esse público do interior não consome da mesma forma, ressalto que é justamente por isso que nenhum vencedor do The Voice emplacou até hoje.

Analisando em termos de trajetória, de qualidade e de trabalho bem feito, me espanta ver Kennedy naquela situação. Pensei, pelo menos por um momento, que aquela manchete do St. Louis Post-Dispatch lá em setembro estaria correta, quando cravou-a como vitoriosa. É chocante ver alguém com tanto talento, força e emoção ficar em quarto lugar atrás de pessoas com pouquíssima estatura. Essa final mostra o quão ruim e frustrante foi essa 15ª temporada. Desde a lambança do Sr. Adam Levine até chegar aqui. Eu ficarei desapontado se essa produção vencer um Emmy em 2019 e fica aqui a minha torcida para maio do próximo ano, quando estivermos aqui para comentar a final da próxima temporada, possa dizer que, enfim, o resultado foi justo.

Edu

Aquele momento que você se pergunta sobre o resultado, se o mesmo não está de trás pra frente. Olha, pra mim foi inadmissível ver Kennedy em quarto lugar, sendo que deles a garota era a única que deveria vencer. A jovem foi a mais completa e versátil nessa temporada, apesar de alguns deslizes sim. Chevel merecia o segundo lugar, por sua trajetória ascendente. Ela começou como uma menina do interior, com um country raiz, mas que foi absorvendo tudo que sua técnica lhe ensinou nos últimos seis meses (pois eles estão gravando desde junho). Chris merecia o terceiro lugar, enquanto Kirk o quarto, já que chegaram até aqui. Pra mim não me desceu ver Kirk na frente de Kennedy, francamente.

Nunca foi tão evidente um favoritismo em cima do coach, do que do próprio candidato. Chevel venceu, mas quem se saiu melhor mesmo foi Kelly Clarkson. Ela é maravilhosa, dona de um carisma e talento ímpares, além de muito amada pelo público americano, e com certeza foi isso que lhe rendeu seu bicampeonato no programa. Ela conseguiu quebrar paradigmas, se tornando a primeira mulher a ganhar duas vezes seguidas o The Voice. Entretanto, JHud precisa abandonar a versão americana do programa e focar apenas na britânica, onde é melhor reconhecida.

O resultado final foi ridículo, mostrando como os americanos são racistas e machistas. Seria demais pra eles ver uma garota negra vencendo o programa, vinda de um time liderado por uma mulher negra. Se pararmos para ver, até hoje só três candidatos negros, em 15 temporadas, que venceram o The Voice. Desses citados dois eram treinados por coaches homens e brancos. Uma estatística triste, porém bem realista.

Luke

Um grande golpe, isso que essa temporada tem pra nos mostrar!! As explicações aqui já dadas são fatos verídicos e não tem o que contestar, mas, cara, sério?? Kennedy em último é um protesto muito pesado sobre a melhor act dessa final. Ter um Kirk aqui no lugar de estrelas como MaKenzie ou Kimberly é um absurdo. Enfim, a comoção conta mais do que a qualidade. Por isso sempre serei a favor de ter o voto popular como um ponto a mais. A popularidade conta para um sucesso futuro? Com certeza. Não fico triste ao ver Chevel ganhando, foi merecedora de sua evolução até aqui, mas ver Kennedy em quarto é bem impactante. Acho que o programa precisa de mudança o quanto antes, com renovação de bancada, produção e tudo mais…

Depois das coisas bizarras dessa temporada, não sei mais o que esperar!! Fica aqui um triste consolo a JHud, que faz um trabalho único com seus acts e vê tanto desmerecimento com a votação popular.

Renata

Primeiramente, começo dizendo que para mim, essa foi a pior temporada em MUITO tempo! Ainda digo mais, não lembro de uma final tão fraca, com participantes fracos, músicas chatas e etc. Bicho, quem chegou a final nem de longe eram meus favoritos, exceto Kennedy, que claramente, era a mais merecedora do prêmio por ser mais completa em todos os sentidos. Não foi uma surpresa ver Chevel ganhando e Chris em segundo, desde que a final foi definida a gente já sabia que o country seria a base.

Eu concordo quando o Edu diz que é inadmissível ver Kennedy atrás de Kirk, gente, olha tudo que essa menina fez dando banho em todo mundo. E ele foi bem linear durante toda temporada, não ousou, era bom, mas só isso! Coloco meu ranço de lado para falar de Chevel, a menina cresceu sim, mudou, evoluiu, mas não entendo o porquê dela ter levado o prêmio, sério.

Não canso de dizer que a gente não se surpreende com a votação da América, a gente tem raiva mesmo, povo burro e preconceituoso. Ano após ano deixando candidatos fabulosos pelo caminho e premiando o povo mais sem graça do mundo. Numa temporada que teve MaKenzie e Kimberly, ver Chevel e Chris no topo eu não consigo acreditar. Se possível, essa temporada tem que ser enterrada e o The Voice repaginado. Sorte e sucesso a todos que caminharam durante uma temporada tão difícil de engolir.

 

Chevel Shepherd é a grande vencedora da 15ª temporada de The Voice US

Imagem: NBC/Divulgação

O que acharam da vitória de Chevel Shepherd. O The Voice retorna em sua 16ª edição no dia 25 de fevereiro. Não esqueçam de continuarem acompanhando nossas coberturas.

Ah… e agora janeiro começa o The Voice UK.

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