The Voice US inovou em sua 18ª temporada

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18ª temporada de The Voice US apostou no dinamismo

Com uma pandemia começando a ganhar força em todo o mundo, a NBC manteve seu cronograma e lançou mais uma edição do The Voice US. reality em sua 18ª edição contou com a presença de Nick Jonas, juntando-se aos veteranos Blake Shelton, Kelly Clarkson e John Legend.

Com todas as suas fases gravadas finalizadas, a atração teve que inovar para os episódios ao vivo não sofrerem cortes ou adiamentos. Para isso, todos fizeram apresentações diretamente de suas casas, assim como seus coaches em suas respectivas residências. Carson Daly foi o único que realmente gravou dos estúdios da emissora.

Contudo, temos que admitir que independente da pandemia ou não, três semanas de live shows caíram como uma luva. Trouxe um dinamismo totalmente diferente, sem contar blind dividida em apenas cinco episódios. Como o programa vem apresentando queda constante de audiência, tais mudanças trouxeram novos ares ao mesmo.

Enfim, vamos ao que interessa, não é mesmo?

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TEAM BLAKE – Renata

Imagem: NBC/Divulgação

Olá, pessoal! Estamos de volta para mais uma temporada, que veio cheia de novidades. E só posso dizer que quem é rei nunca perde a majestade. Não é mesmo, Sir Blake Shelton?!

– BLIND AUDITIONS

Mais uma temporada que foi aberta de forma fenomenal. Todd Tilghman deu tudo que a gente pede em uma apresentação: voz, paixão, poder e carisma. Ai, gente!  Eu fiquei totalmente arrepiada com o pastor cantando, d qual de longe foi uma das melhores blinds que já assisti no The Voice. E escolheu certíssimo, né? Blake sabe muito como guiar acts assim. Vejo Todd indo longe nessa temporada.

Outro Todd, que pra mim também foi uma surpresa ótima nessas blinds, foi Todd Michael. E olha, que não sou muito fã desse tipo de rock e de voz. Acho incrível o alcance e tudo que acompanha, mas definitivamente não é meu tipo de música. Posso dizer que tive um crush ali, e portanto fiquei imaginando o que Todd poderia fazer mais a frente.

Jon Mullins e Kailey Abel são nomes que valem a menção, ela por ter entregue uma versão tão maravilhosa de ”Forever Young”.  Essa rouquidão e paixão foi o que me pegou, contudo espero que ela consiga chegar longe, entregando mais e mais. O rapaz, por sua vez, pela doçura e emoção. Um timbre que me encantou demais, em que poderia facilmente ficar ouvindo ele por muito tempo.

Finalizo com Toneisha, que me deixou no chão com “I Want to Know What Love Is”. Tenho um carinho bem especial por músicas assim, e ouvindo-a lançar a braba, como já diriam os jovens, fiquei de cara. E não sei porque achei que seria a cara de Blake guia-la por essa caminhada. Tenho certeza que eles vão ter um caminho brilhante, os vocais de Toneisha têm poder e quero vê-la cantando mais e mais clássicos.

BATTLE ROUNDS

Não é novidade que eu amo essa fase do programa, pois é a hora de ver quem entrega e quem está só de passagem.

Então já iniciamos com Jacob Daniel e Toneisha, numa batalha divertida e contagiante. Nunca pensei que ia amar tanto ver essa dupla. Blake acerta até quando faz junções improváveis. Toneisha entrega experiência e potencia, enquanto Jacob acrescenta doçura e leveza, o que resultou numa batalha muito linda de se ver.

Jon Mullins e Todd Tilghman, chegaram para entregar emoção. Ai gente, amei ver os dois juntos também. Mais uma junção ótima na parte de Blake Shelton, foi 100% emocional, principalmente ver a conexão entre os dois para entregar uma performance tão linda. Todd seguir não foi nenhuma surpresa, mas Jon está de parabéns por ter lutado bravamente, e ter feito participado de uma batalha a sua altura.

Mais uma vez o #TeamBlake trouxe batalhas satisfatórias, mostrando que os acts vão dar trabalho para as outras equipes.

– KNOCKOUT ROUNDS

Começo os nocautes citando Joei Fulco x Both Give e o quanto foi complicado aqui, porque esbarramos mais uma vez na idade e experiência. No entanto, ao meu ver, o vencedor seria Both, mas sei que é meio controverso dizer isso. Entretanto o rapazinho entregou uma performance arrebatadora, claro que não sobreviveria muito mais tempo e precisava ter dado uma cambalhota pra derrotar Joei. Mesmo assim achei que a performance dele foi mais empolgante e boa de assistir.

Todd Tilghman x Cam Spinks foi maravilhoso de se ver. Eu não sei, se o fato de ser pastor ajuda Todd, mas gente que performance foi essa? É incrível a presença de palco que esse cara tem. Qualquer coisa que ele cante, eu vou ficar me pé e bater mil palmas. Cam chegou mais tímido, porém entregou uma performance consistente. Mas não com tanta presença quanto Todd, então normal mais uma vez Todd ter saído vitorioso dessa.

Deixo aqui uma observação para apresentação de Todd Michael, com “Somebody to Love” de um jeito mais uma vez, incrível! Muita gente acha que ele faz mais do mesmo, mas acho bem diferente de tudo. E gosto muito de vê-lo cantar.

LIVE SHOWS

Nas playoffs, só ficou claro o quanto Todd Tilghman continuou se destacando e usando a seu favor sua presença e apostando em clássicos. Foi incrível assistir a performance de “Glory of Glory” no top 17.

Já Joanna Serenko, por sua vez, chegou devagar, mas bem direta. Passou a ser uma competidora de mão cheia, com sua presença e voz aveludada que foram chamando atenção, e a moça passou a ser uma das estrelas do #TeamBlake. Cuidado Todd, você não está sozinho na disputa!

Toneisha lá no top 9 voltou a arrebatar meu coração, cantando Celine Dion. Às vezes a gente foca tanto em outros competidores, que esquece a grandeza de muitos que estão ao redor. E é maravilhoso ver que o #TeamBlake tem várias chances de levar esse ano, por ter artistas tão diversos e potentes. Love U, Toneisha.

TEAM KELLY – Luke Santtos

Imagem: NBC/Divulgação

Mais uma vez o programa trouxe novidades na bancada e confesso que por aqui quebrei a cara, por achar que o menino Nick não seria uma boa adição e logo na première já tinha virado fã do rapaz por ali. Nessa temporada estou com o #TeamKelly até o final e já posso dizer adiante que, pra mim, ela conseguiu montar um time cheio de potencial, quase que todo só de mulheres e pode surpreender pela frente.

BLIND AUDITIONS

Logo no primeiro episódio fui presentado com Tayler Green cantando aquela versão maravilhosa de “Issues”, que fez dela uma das minhas favoritas do time. Chelle e Gigi Hess são as outras duas que estou botando fé, pois ambas têm excelentes vozes e mandaram bem demais em suas blinds.

Já Sara Collins, Samantha Howell e o único boy do time, Micah Iverson, foram os acts que eu gostei da audição e fiquei com aquela ideia de que os três tem muito mais potencial do que demonstraram por ali. Micah me ganhou já com sua song choice, até porque “All I Want” é uma das minhas preciosidades e já estou curioso pra ver quais serão suas próximas músicas.

Megnan Danielle e Anaya Cheyenne foram as duas que pra mim mereciam mais cadeiras viradas depois da blind, principalmente Anaya que entregou uma versão maravilhosa de “I’ll Never Love Again”. Por fim, vale sim comentar sobre aquela baita surpresa que foi Mandi Thomas. Não é especificamente meu estilo musical favorito, mas gente, impossível negar o quanto ela me arrepiou com a linda “Time to Say Goodbye”. Então, vale dizer que já estou bastante curioso pela próxima fase, pois esse time tem tudo pra surpreender.

BATTLE ROUNDS

E vamos pra fase dois, com direito a alguns baldes de água fria na minha vida. Teve gente que na primeira fase de blinds que eu curti demais e acabou sendo eliminado, mas também rolaram novas surpresas por ali. Pra mim Kelly continua com um time bastante forte comparado com os demais, então vamos seguir na torcida.

Sobre as batalhas tivemos Chelle vs. Anaya vindo primeiro e gente, as duas cantaram “Scared to Be Lonely” na frente da Dua Lipa. Tipo, eu tinha ficado todo surpreso aqui, até porque só de ouvir o sotaque da cantora dei aquela amolecida. A música é ótima e gostei da batalha, fiquei triste pela Chelle, mas Anaya disparou na frente ali.

Gigi vs. Micah pra mim foi uma das melhores batalhas do #TeamKelly, porque gente, “Someone You Loved” foi uma das melhores músicas de 2019 e ambos cantaram lindamente por ali. Disse na blind que o Micah tinha potencial pra mostrar bem mais e foi exatamente o que ele fez ali. Ele mereceu demais ganhar, mas Gigi também merecia continuar por ali e fiquei triste com a eliminação. Agora, meu primeiro lugar nessa fase ficou por conta de Samantha vs. Megan, que fizeram uma batalha LINDA, cantando uma música ainda mais LINDA! Na primeira nota da Megan eu já estava arrepiado aqui, e ela mereceu demais a vitória, pois tem uma voz maravilhosa. Mas Kelly fez muito bom uso do seu save com Samantha, pois ambas tinham que continuar por ali.

KNOCKOUT ROUNDS

Meus amigos, por aqui eu não saberia escolher entre CammWess e Megan Danielle. Ambos fizeram uma knockout maravilhosa e me arrepiou demais aqui. CammWess me surpreendeu demais cantando “Say Something”, aquela que todo mundo conhece e está até meio cansado de ouvir nesses programas, mas o cara conseguiu fazer uma versão incrível e me arrepiou do começo ao fim. Megan, por sua vez, pegou o tiro de “Piece by Piece” e pronto, derrubou o restante que estava em pé por aqui. Outra performance linda com aquela voz dela que me ganhou nas battles. Megan saiu vencedora, mas também comemorei demais o CammWess voltando pro time do John e continuando na competição.

Já Micah Iverson vs. Tayler Green não foi exatamente como eu imaginava. Confesso que esperava um pouco mais do Micah depois do que ele fez nas fases anteriores, mas a song choice não ajudou muito. Por mais que a voz dele seja maravilhosa, senti que faltou algo na performance. O que não posso dizer da Tayler, que particularmente achei que roubou a cena legal, cantando “Time After Time”. Achei a performance dela linda, então confesso que dei um pulo aqui com Micah levando a melhor dessa vez. Senti demais pela eliminação da Tayler, pois ela realmente surpreendeu demais ali.

Mandi Thomas também saiu vencedora de sua knocouts, mas a edição deu aquela cortada e não mostrou muita coisa. Agora gente, que coisa mais linda Kelly usando seu steal com a Cedrice. Eu já estava chorando aqui com a possível eliminação dela depois daquela performance LINDA de “Love On the Brain”, mas quando Kelly apertou aquele botão gritei com força e ela definitivamente foi uma baita adição pro #TeamKelly.

LIVE SHOWS

Quem roubou a cena por aqui, mais precisamente no Top 17, definitivamente foi Micah com aquela versão deliciosa de “Your Song” que ele fez. Essa música sempre me faz lembrar da Janet Devlin e sua versão maravilhosa no The X Factor lá em 2011, mas aqui ele realmente teve seu momento. Megan é outra que acertou em cheio na song choice, até porque além de super difícil, podemos dizer que “Anyone” é uma baita música poderosa né? Os vocais dela estavam ótimos!

Por isso achei mais do que justo os dois sendo os que seguiram pra próxima fase. Mandi e Cedrice também mandaram bem, mas Cedrice pra mim foi ótima e ao contrário do meu colega (a.k.a Duh), não achei nada pesado aquele cenário de fundo.

E vamos de semifinal com o menino Micah sendo salvo pela América depois de mais uma vez me fazer viajar junto com a performance. Não conhecia aquela “I Will Follow You Into the Dark”, mas gente, que música linda e que performance deliciosa! Megan, por sua vez, também fez uma boa performance, mas agora eu realmente senti que faltou algo ali, mesmo assim senti pela eliminação dela no instant save, mas o Micah realmente mereceu a vaga na final.

Na final, pela primeira vez gostei de todos os singles, achei que as músicas serviram feito luva para cada um dos finalistas, e do Micah já quero aqui na minha playlist. Agora ele cantando a minha “Chasing Cars” na segunda performance pra mim foi coisa linda, porque além e amar essa música, ele conseguiu fazer uma versão que combinasse perfeitamente com sua voz e estilo. Por sim, precisa nem dizer que achei o dueto dele com a Kelly simplesmente maravilhoso, né?

TEAM LEGEND – Edu

Imagem: NBC/Divulgação

Em sua terceira temporada na disputa, John Legend definitivamente está mega à vontade na bancada. Apesar de ter assumido o manto de veterano nas cadeiras vermelhas, posso dizer com veemência que esse foi seu desempenho mais fraco no programa.

BLIND AUDITIONS

Pra começar, a primeira adição do time foi um candidato bem genérico. Nelson Cade III até que canta bem, mas não trouxe nenhum adendo à disputa. O bom que logo na sequência veio Darious Lyles, que me fez brilhar os olhos.

No meio de um time fraquíssimo, John teve uma adição e tanto com a chegada de CammWess. Particularmente eu odeio The Weeknd, mas o rapaz veio com uma versão espetacular de uma das pouquíssimas músicas que ouço desse cantor sem vontade de me matar. Quando bati meus olhos no candidato, vi sua capacidade de ir longe na disputa e, quem sabe, até mesmo na final.

Se CammWess já tinha sido uma surpresa e tanto, o melhor veio na sequência. Thunderstorm foi outra grande surpresa ao #TeamLegend, uma vez que o rapaz veio com um clássico, e mostrando um grande potencial ao prêmio da temporada.

Entretanto, no meio de um time bem homogêneo, as mulheres também tiveram a vez aqui.  Zan Fiskum foi um frescor à parte, assim como Brittney Allen e a latina Mandi Castillo.  Apesar disso, a grande surpresa ficou para o final, com Cedrice. A candidata veio com um ar provocante, totalmente diferente dos demais candidatos que passaram. Seria um desperdício John não virar a cadeira para a moça.

BATTLE ROUNDS

A fase de batalhas começou com uma bem esquecível, o que já me deixou preocupado sobre o time que defendo nessa temporada. Contudo tivemos confrontos memoráveis também, como de Mandi e CammWess. Ambos se saíram muitíssimo bem, e por mim ambos poderiam vencer. No final ela se saiu melhor, mas o rapaz felizmente ganhou uma nova chance no #TeamKelly.

Tivemos alguns confrontos interessantes, como de Darious vs. Nelson, assim como Brittney vs. Zan, mas o melhor ficou para o final. Cedrice e Thunderstorm entregaram a melhor batalha da temporada, desculpa sociedade! No entanto fiquei mega revoltado com o resultado. O motivo? Só um se salvou, sendo essa pessoa Thunderstorm. Não que a vitória tenha sido desmerecida, muito pelo contrário, mas me enfureci com o fato de John ter gasto o seu save com o embuste do Nelson. Se ele não tivesse feito isso, Cedrice não teria sido roubada por Blake. Cuidado com a burra!

– KNOCKOUT ROUNDS

Essa foi a fase que me arrependi de ter pego #TeamLegend pra defender nessa temporada. Primeiramente, acho que o coach deve ter usado algo, pois algumas de suas escolhas foram só por Deus. Uma delas foi o confronto entre Darious Lyles e Mike Jerel, que vergonha! Era nítido que o primeiro merecia ter vencido, mas infelizmente não foi o que aconteceu.

Teve disputa que não tinha como se posicionar, como entre Zan e Joanna Serenko. Ambas foram muito boas, portanto qualquer vitória ali seria justa e a eliminação dolorosa, mas felizmente Joanna ganhou uma nova chance no #TeamBlake.

Entretanto a revolta master veio no KO de Thunderstorm e Mandi. Gente do céu, o que deu em John? A garota não foi ruim, mas Thundestorm é perfil de finalista, e o coach o deixou ir para o #TeamNick. Me lembrou Miley dando vitória de mão beijada ao Blake na S13, ao eliminar Chloe Kohanski, vencedora daquela edição. A revolta falou mais alto, mas pelo menos ele deu uma concertada no time, ao trazer CammWess de volta.

LIVE SHOWS

Na fase ao vivo, tivemos Mandi, Zan e principalmente CammWess como destaques do top 17. Desses citados, os dois últimos acabaram indo para o Top 9 merecidamente, e isso não contestei. Na semifinal,  por sua vez, Zan se sobressaiu anos luz no #TeamLegend, e ela era a minha torcida para representar o time na final, mas infelizmente não foi o que aconteceu.

Na semana derradeira da disputa, CammWess entregou performances coerentes e muito bem executadas. Pra mim “Purple Rain” foi uma das melhores apresentações da final, uma song choice pra lá de certeira. Outro ponto alto foi quando ele fez dueto com John, ao som de “Rocket Man”. Que apresentação, meus caros!

TEAM NICK (Bernardo)

Imagem: NBC/Divulgação

Primeiramente preciso dizer o quão feliz eu fico por ter a oportunidade de comentar, pelo menos nesta temporada, a estreia do Nick Jonas como coach do The Voice. Desde o princípio, ele se mostrou capaz de trabalhar com dois lados, o estratégico, de alguém que queria chegar na final, assim como o emocional que era levado por alguém cheio de potencial, mas sem o preparo para ir longe neste momento.

BLIND AUDITIONS

Meus destaques, nesta fase, ficaram com Joanna Serenko, que cantou de forma muito impactante “All My Loving”, dos Beatles. Allegra Miles que, ao representar as Ilhas Virgens dos Estados Unidos, fez um excelente trabalho com “Use Somebody”, assim como Kevin Farris com “Home”.

BATTLE ROUNDS

O grande momento do #TeamNick, onde tomou todas as decisões corretas. Logo na sua batalha, arriscou-se e salvou, de forma muito acertada, o Michael Williams da eliminação num embate épico com a Allegra Miles. Pode parece algo raro, ainda mais de alguém que adora um polêmica como eu, não ter discordado em nenhum momento das decisões do Nick, mas é isso aí.

KNOCKOUT ROUNDS

Aqui foi o melhor momento do #TeamNick, mas foi, ao mesmo tempo, o pior momento do #TeamLegend. Thunderstorm foi claramente o vencedor da knockout com a Mandi Castillo. Uma das piores decisões deste ano, indiscutivelmente.

No que se refere ao #TeamNick, confesso que não gostei da ideia em colocar a Allegra Miles e o Jacob Miller para cantar algo tão difícil como Chandelier”. É uma música que não precisa apenas de um controle vocal impressionante, como também de um visual singular.

Se tiver que escolher, a Knockout entre Roderick Chambers e Tate Brusa foi intensa, apesar de não aguentar mais ouvir “The Scientist” em reality shows musicais.

LIVE SHOWS

Essa fase do programa foi destacada, logicamente, pela performance arrebitadora do Sr. Thunderstorm Artis com “Summertime”, que eu mais uma vez agradeço o John Legend por tê-lo ‘entregado’ ao nosso time.

Digo pra vocês que eu também gostei do trabalho apresentado pela Allegra Miles, embora tenha entendido que Roderick Chambers tenha feito um trabalho melhor na apresentação de “Lost Without U”.

O VENCEDOR DO THE VOICE FOI…

Todd Tilghman (Team Blake) foi o grande vencedor da 18ª temporada.

– BERNARDO

Queridos, eu não gostei de absolutamente nada. Nada! A vitória do Todd foi mais um erro ao longo dessas 18 temporadas. É verdade que ele fez um ótimo trabalho no decorrer desse décimo oitavo ano, mas nada que merecesse uma coroação como essa.

Minha ordem seria: Thunderstorm, Micah Iverson e então o Todd. Acredito que existiu uma exaltação desnecessária do cantor que, infelizmente, não deve ter muita carreira depois dessa vitória, ainda mais num momento que a indústria fonográfica aposta no mais do mesmo diante da crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus.

– EDU

Como John Legend me decepcionou em vários momentos dessa temporada, meu coração estava totalmente direcionado ao #TeamBlake. blind de Todd foi uma das melhores dessa edição, e ali já o vi como potencial finalista. Todas suas apresentações foram coesas, mas na fase ao vivo ele se superou. E suas performances na final? Me emocionaram um tanto que nem consigo descrever. Depois da injustiça da temporada passada, finalmente os refrescos e justiça feita!

– LUKE SANTTOS

Sei que por aqui eu fui #TeamKelly, mas gente, impossível não ficar feliz pela vitória do Todd depois da jornada linda que ele fez desde o primeiro episódio. Cada vez que ele cantava, a gente abria aquele sorriso por ver toda a energia e positividade que ele transmitia em suas apresentações. Fiquei bem feliz com a vitória dele, mas claro que também vou esperar ansiosamente por um álbum do Micah e Thunderstorm, porque gente, ambos merecem muito!

– RENATA

Numa temporada real cheia de tantos talentos, queria dizer que meu time foi vencedor sim! Finalmente, após anos lutando aqui. Blake Shelton me deu uma vitória justa,fazendo até esquecer o vencedor do ano passado.

Posso citar aqui vários nomes dos outros times que ganhariam facilmente essa temporada. Thunderstorm era o dono do meu coração em outro time, a evolução que ele teve e o jeito de encantar único e original, me fizeram questionar várias vezes, se Todd levaria essa. No momento em que estamos vivendo, tudo foi mudado, pensamos talvez que o novo formato poderia prejudicar e favorecer candidatos. Mas não, cada um entregou de si o máximo que pode, e foi grande!

Mas, esse ano tinha que ser de Todd, um cara que desde o inicio mostrou uma paixão enorme pelo que faz. Com uma presença de palco que muitas vezes se sobressaiu, unido a uma voz que prende e faz a gente se emocionar sem nem perceber. Sua evolução é nítida, talvez por isso eu tenha amado tanto ele do inicio ao fim. Tem gente, que a gente olha e sente. Lá nas blinds ele foi o primeiro a fazer nosso coração palpitar, e aqui se consagra como vencedor. De longe, essa pra mim, foi a melhor performance dele. Mas “I Can Only Imagine” tá ali juntinho. Talvez, por expressar tudo que ele acredita, foi fé? Fica ai o questionamento. O que não se questiona é o talento que o rapaz demonstrou durante toda a competição.

Não é porque é do meu time, mas mereceu muito! Parabéns Todd e parabéns Blake por caminhar ao lado e guiar esse cara massa. A gente pode falar o que quiser, mas Blake Shelton conhece os parauês para construir um grande vencedor.

Imagem: NBC/Divulgação

O que acharam do resultado? Ainda não sabemos se a 19ª temporada de The Voice estreará esse ano, uma vez que ainda estamos passando por uma pandemia. Mas continuem conferindo as novidades do Team Reality, que ainda tem para esse ano as versões brasileira e britânica do programa passando aqui!

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Team Mix Reality

#TeamReality no Mix de Séries é responsável pelos realities shows.

2 comments

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  1. Avatar
    Bianca 25 maio, 2020 at 09:04 Responder

    Não curti muito não, até porque existe uma diferença grande quando vão cantar no ao vivo, e aí conseguimos realmente saber quem tem uma boa voz ou não.
    Minha torcida era toda do Thunderstorm, exatamente pelos fatores que já foram colocados pelas pessoas na matéria, inovador, multi-instrumentista, um artista completo.
    O Todd pra mim era só mais um padrãozinho americano.

  2. Avatar
    Hugo Lage 25 maio, 2020 at 13:09 Responder

    Joanna, na minha opinião, era o talento mais puro da edição, sua pouca idade não lhe permitiu escolhas de músicas tão interessantes a ponto de colocar sua voz na final, algo que pela sua blind e a Battle, aconteceria “naturalmente”.

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