The Voice

The Voice US mostra que 16ª temporada está com tudo, após as blind auditions

Vocês acharam mesmo que não teria mais review de The Voice?

Olá meu povo! Demoramos um pouquinho, mas por uma boa causa. Ano novo, formato novo nas reviews do Team Reality. A partir de agora viremos com textos mais dinâmicos, e podem já se preparando que as novidades não param aqui.

Enfim, na última segunda-feira chegou ao fim a primeira fase da nova temporada de The Voice US.reality musical mais badalado do mundo voltou no final de fevereiro, com uma novidade em sua bancada. John Legend assumiu o lugar de Jennifer Hudson – atualmente na versão britânica do programa – nas badaladas cadeiras giratórias. O aclamado cantor já mostrou logo de cara que não está de brincadeira, e que dará sim muita dor de cabeça aos veteranos Adam Levine, Blake Shelton e Kelly Clarkson.

Nossa equipe conta com a volta do super Luke Santtos, enquanto Luke Franco reassume seu posto na season 17. Chega de papo e vamos conferir tudo que rolou nas blinds?

 

TEAM ADAM (Edu)

Imagem: NBC/Divulgação

Confesso que fiquei com um pé atrás, quando me foi designado a defender o team Adam nessa temporada. Sabemos muito bem que Sr. Levine anda bem preguiçoso, desde que viu sua angelical Addison Agen ficar em segundo lugar na décima terceira temporada. Nas duas edições seguintes ele sequer chegou com algum candidato seu na final. Lamentações à parte, posso dizer que essa é a chance de sua redenção na disputa.

Performances

Primeiramente, ele abriu seu time com Trey Rose, que soube dar uma roupagem bem bacana para o hit de Avicii. Sim, a apresentação teve suas falhas, mas eu acredito que ele possa mostrar mais ao que veio nas battles. Na sequência tivemos Jimmy Mowery, que mostrou-se inconstante, e acredito que não terá vida tão longa assim na disputa.

Após esse começo ok, tivemos as escolhas precipitadas. Karly Moreno, por exemplo, foi uma delas. Achei sua performance tão sem sal, que não me empolgou ver o que virá para ela em seguida. Mas desses nenhum se compara a Anthony Ortiz, que péssimo. A audição foi tão ruim, que nem foi exibida na íntegra, e tenho certeza que o mesmo acontecerá com sua batalha. Cruz credo!

Na medida que fui vendo essa primeira fase da temporada, fui mudando minha percepção. Em um saldo geral, Adam levou muita galera boa para seu time, como Domenic Haynes, Mari Jones, Kalvin Jarves e Andrew Jannakos. Entretanto ele conseguiu nomes poderosíssimos também, que têm tudo para levá-lo à final após um hiato de duas temporadas. O que foram Ciera Dumas e Celia Babini? Simplesmente maravilhosas, suas performances foram marcantes, e já tornaram-se duas das minhas favoritas da temporada. Adam, nem ouse colocar uma contra a outra, pois você está com a faca e o queijo na mão. Agora temos que prestar muita atenção em Patrick McAloon e LB Crew, que são dois nomes que têm tudo pra fortalecer ainda mais o time.

Balanço Geral

No modo geral, Adam está com o segundo melhor time, na minha opinião. John e Kelly disputam acirradamente o topo da lista, enquanto Blake fica na lanterninha. Depois do fraco desempenho das duas últimas temporadas, estou com a esperança de Adam vir com sede de vitória. Se ele quiser, consegue barrar o tri de nossa original Idol, ainda mais com um time bem interessante que construiu. Adam teve boa aceitação de candidatos com quatro cadeiras viradas, e isso é um fator muito positivo. A questão maior é como ele vai parear as batalhas, pois agora que veremos os times tomando definitivamente suas formas. Contudo espero e muito não me decepcionar, pois da última vez que defendi o team Adam por aqui ele conseguiu chegar em segundo lugar, com a “angelinda” Addison Agen.

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TEAM BLAKE (Luke)

Imagem: NBC/Divulgação

Mais uma temporada e o negócio já começou muito bem. Cá estou pra comentar sobre o #TeamBlake e preciso dizer que o cowboy já me impressionou demais com as escolhas pro seu time nessa primeira fase. Ele foi bem mais eclético do que imaginei e conseguiu formar um time bem interessante. Foi ótimo ver Blake usando e abusando daquelas suas piadas, sempre dando aquele ar cômico nos episódios, mas quando era pra falar sério dava conta do recado.

Performances

Sobre os candidatos, teve Kim Cherry que eu jamais imaginei entrando pro time do Blake e foi uma baita surpresa maravilhosa. A mulher fez uma ótima blind com direito até a um rap no meio da música. Lily Joy me ganhou no momento que abriu a boca cantando aquela delícia de música da minha Gwen (<3) e gente, Blake virando não poderia ter sido melhor. Pode pedir pra Gwen fazer uma visita em algum momento da temporada só pra eu matar a saudade? Carter Lloyd já veio me derrubando com aquela história familiar triste e, chorão do jeito que sou, assisti a blind dele bem destruído aqui. Também gostei muito da voz do guri, mas foi aquele act que pra mim não mostrou nem metade do seu potencial e me deixou curioso pra ver o que mais tem reservado.

Agora gente, Dexter Roberts, Dalton Dover, Cecily Henningan e Rod Stokes pra mim são as melhores do #TeamBlake até o momento. Foram as quatro audições que mais gostei e mais fiquei empolgado assistindo. Dexter tem um vozeirão que me cativou logo no início da música, sendo aquele cara que eu vejo fácil indo muito longe na competição. Não é à toa que Blake brigou com todas as suas forças para conseguir arrastar o menino pro seu time e o esforço valeu a pena. Dalton por outro lado veio com uma vibe bem mais delícia e também me ganhou demais. Fiquei aqui imaginando tantas músicas naquela voz gostosa e pedindo por um álbum dele desde já.

Cecily meu povo, essa mulher me derrubou com aquela versão maravilhosa de “Foolish Games”! Eu viajei gostoso vendo-a cantar e ainda não acredito que o Blake foi o único que virou, porque ela foi maravilhosa demais. Rod, por outro lado, foi aquele act surpresa, porque você vê toda a personagem do guri e espera ele cantando cowntry e quando abriu a boca, veio com aquele tom bem ‘gospel’ e me surpreendeu demais da conta. Gostei dele ter escolhido o Blake, pois os dois podem render muita coisa boa pela frente.

Balanço Geral

Então pra mim Blake realmente conseguiu formar um bom time, com potencial pra ir longe na competição. Entre todos os que menos gostei foram Hannah Kay e Andew Sevener, mas ambos têm ótimas vozes e quem sabe não surpreendem na próxima fase. Além deles Gyth Rigdon, Matthew Johnson, Selkii e Kendra Checketts completaram o time. Todos também mandaram super bem na audição e ainda não superei aqui a Kendra cantando “Sober”, e mexendo mais uma vez com meu emocional. Só sei que deu pra ficar bem ansioso pela próxima fase e acredito que vão sair algumas batalhas épicas desse time.

 

TEAM JOHN (Bernardo)

Imagem: NBC/Divulgação

Primeiramente eu quero elogiar nossa equipe de edição pela reformulação na cobertura, assim como agradecer o apoio dos leitores que tem nos apoiado durante todos esses anos. Sei que somos chatos às vezes, principalmente quando discordamos de vocês. Mas acreditem quando digo que tudo aqui é feito com muito carinho e com a vontade de sempre fazer a melhor (e mais divertida) cobertura do The Voice.

Com isso, posso confessar para vocês que fiquei muito, mas muito feliz quando soube que seria o avaliador do John Legend nesta temporada, uma vez que é um dos principais, senão o principal, artista da sua geração. Se alguém discordar da minha afirmação, recomendo assistir Jesus Christ Superstar, um dos seus melhores trabalhos da carreira. Não é a toa que lhe colocou no seleto grupo de vencedores do EGOT. Mas aí fica a pergunta – será que ele daria certo como técnico?

Performances

A resposta para essa indagação veio logo na Season Premiere, em que ele foi bloqueado na sua primeira virada de cadeira por… Blake Shelton, mostrando uma clara intimidação. Mas quer saber? Isso foi até bom, porque manteve Legend aberto para o que estava por vir. E que apresentação, senhores. Maelyn Jarmon, que é surda de um ouvido, impressionou em todos os sentidos e mostrou que ela é uma daquelas para acompanhar.

Outro destaque, que veio também da Season Premiere, foi Matthew Johnson, ou o “Sr. Personalidade” que surpreendeu com uma apresentação delicada, porém potente de “I Smile”, uma música gospel que já está na minha playlist (e olha que isso não acontece sempre). Julian King, que poderia muito bem ser aprovado para uma audição de dublê do Daveed Diggs, foi bom, mas não me impressionou. Savannah foi ótima e certamente deve impressionar caso tenha os conselhos corretos, assim como Lisa Ramey e Oliv Blu que têm minha atenção, por enquanto, em virtude do estilo.

Balanço Geral

Se você me perguntar os grandes nomes do Team John, sem sombra de dúvidas, é Maelyn e e Matthew Johnson.

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TEAM KELLY (Renata)

Imagem: NBC/Divulgação

Finalmente, voltamos para uma temporada que começou não decepcionando em nada nas blinds. Não quero criar muitas expectativas, mesmo já criando – hahaha -, diante do fracasso da última temporada, essa se mostrou superior desde o início. Coincidência ou não, sou a única mulher do #TeamMix  e estou aqui para exaltar o #TeamKelly. Que mulher, né gente? Cada temporada que passa a bicha só melhora.

Com a entrada de John as coisas complicaram pra todos os técnicos, porque é quase impossível resistir ao charme do moço. Minha gente, já estou apaixonada. Esse fator contou muito para a formação do time de Kelly. Fiquei bem frustrada em ver que realmente homem nenhum escolhia ela. Pode ter sido apenas mais uma coincidência, mas tenho que defender essa rainha.

Performances

Com um  time quase 100% feminino, Kelly conseguiu acts que prometem muito essa temporada. Mulheres fortes e poderosas, um country que valeu a pena esperar, um trio que não sabemos como vai ser recebido pelo público, e alguns homens que talvez não cheguem tão longe.

Rizzi Mayers e Beth Griffith-Manley são meus nomes do time, vieram com performances de cair o queixo, sobrou técnica, alcance e emoção. Pra mim já tem passe livre pra chegarem muito longe. A jovem Mikaela também pode surpreender na caminhada, tá? Me encantei com a mocinha, porém não acho que tem vida longa no show, a não ser que a América se encante também. Dos homens escolhidos, Jej chegou com uma delicadeza de encher os olhos e o coração. Que essa fada o leve longe!

Balanço Geral

Aos trancos e barrancos Kelly montou um time diversificado e que promete dar muito trabalho. Eu sempre costumo escolher meus favoritos nas batalhas, porém espero me surpreender com os outros participantes que não citei do time. Está só começando, e eu já me diverti como se a temporada estivesse na metade.

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O que estão achando dessa nova temporada de The Voice? Ah sim, e o que acharam do novo formato das nossas reviews. Aqui não é call center, mas a opinião de vocês é muito importante para nós!

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Team Mix Reality

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