the voice s16 final

Após 16ª edição desastrosa, The Voice conta com final aceitável

Décima sexta temporada de The Voice US chega ao fim

Na última terça-feira, os Estados Unidos conheceu a mais nova voz de lá. Depois de uma temporada que começou promissora, mas que foi despencando após a fase de cross battles, The Voice  até que soube entregar uma final coerente.

Numa final dominada por Blake e seus três cowboys, o astro country tinha ainda no páreo o estreante John Legend e sua pupila. O que será que rolou, hein? Uma coisa podemos dizer, que nossa equipe ficou mais que satisfeita com o que foi mostrado.

 

PERFORMANCES

 

Maelyn Jarmon – “Wait For You”

Bernardo: Ótimo começo de final de temporada. Maelyn já mostrou que é a única capaz de redimir uma temporada tão cabaleante quanto essa. Contudo, confesso que não gostei muito dessa performance de Wait For You”. Em todos os momentos estava esperando o grande momento. O problema é que ele infelizmente nunca aconteceu. Tem muito pela frente ainda, mas queria algo mais explosivo, confesso.

Edu: Começamos a final com aquela que realmente merece vencer essa temporada extremamente flopada. Eu gostei da canção inédita de Maelyn, pode não ser radiofônica, mas tem sua particularidade. Sem contar que casou perfeitamente com sua voz, merecendo e muito ser aplaudida de pé.

Luke: E a dona da temporada já abriu a noite com uma performance linda! Eu adorei a voz dela, e pra mim combinou perfeitamente! Já quero aqui na minha playlist, porque essa voz, gente, nem tem como cansar de ouvir.

Renata: Tinha que ser Maelyn mesmo para abrir essa final decepcionante. Confesso que achei a música bem chiclete e fiquei cantarolando por algumas boas horas. Não é a melhor da inéditas já apresentadas, mas é boa! Achei que seria mais bombástica, mas não vou exigir.

 

Blake Shelton & Andrew Sevener – “All Right Now”

Bernardo: Gostei dessa música, vou colocar para baixar mais tarde, mas passarei longe desse dueto. Andrew tentou inventar ao cantar uma música, cujo estilo ele geralmente não domina. Foi tão ruim que nem o Blake conseguiu salvar. Pelo menos o chapéu de cowboy estava bonito.

Edu: Primeiramente que Andrew nem devia estar na final, uma vez que ele tomou o lugar que seria de Rod. No entanto tenho que admitir que até aceitei essa performance, mas muito também por conta do Blake, e nem tanto por esse embuste. Nosso cowboy tem um carisma único que, mesmo com o pior candidato, ele consegue injetar uma dose de ânimo.

Luke: Andrew chegou na final e de uma forma bastante questionável, mas em relação ao dueto eu gostei, mas não achei nada demais. A música não é toda ruim, mas alguns exageros que ele fez me irritou um pouco.

Renata: É um querendo ser mais cowboy que o outro. Andrew não deveria nem estar aqui, mas já que chegou não mata a gente. Foi uma performance que deu pra assistir, mas só isso mesmo.

 

Dexter Roberts – “Anything Goes”

Bernardo: Eu sou o primeiro a defender a necessidade de música country no The Voice, afinal a grande razão pela qual a audiência do reality show é razoável é pelos bons números na região centro oeste. Dito isso, confesso que não gostei muito dessa versão de Anything Goes”. Faltou força, paixão e sensibilidade. A grande final não é lugar para zona de conforto.

Edu: Depois de ter dado um show na semifinal, Dexter veio com uma apresentação ok na final. Não foi nada inovador, o mesmo clichê country vindo de um act do Team Blake. Não foi ruim, mas foi longe de ser aquela coisa extraordinária

Luke: Bom, eu já vou meio que do contra, e dizer que foi uma das performances do Dexter que eu mais gostei. Pra mim o fato dele conseguir se conectar emocionalmente com suas músicas de uma forma tão fácil acaba sendo um diferencial e eu viajei junto com essa apresentação.

Renata: Diferente do sentimento que tenho por Andrew. Ai meu coração, adoro Dexter e gostei muito da apresentação. Acredito que ele conseguiu transmitir a emoção necessária. É aquela coisa, jogou no que ele sabe e sabe bem.

 

Blake Shelton & Gyth Rigdon – “Take It Easy”

Edu: Olha, Gyth é o único além de Maelyn que merece estar no final. Entretanto, tenho que admitir que o dueto de Blake com Andrew foi melhor. Uma pena!

Luke: Pra ser bem sincero, eu esperava uma música melhorzinha pra esse dueto. Essa em questão não me empolgou foi nada.

Renata: O que fizeram com Gyth? Blake, pelo amor do santo, faz uma forcinha ai. Parece que abriu mão no meio do caminho.

 

Andrew Sevener – “Rural Route Raising”

Bernardo: Você percebe o desastre de uma apresentação quando os backing vocals não ajudam, a banda fica limitada e a produção do programa não impressiona. Depois de ver essa performance eu fui assistir a versão musical e sinceramente, Andrew está anos luz de distância.

Edu: Não foi ruim, mas também não foi bom. Como lidar?

Luke: Achei que foi uma apresentação sólida, mas como estamos falando de uma final, não acho que tenha sido o suficiente pra ele sair na frente.

Renata: Numa final quase totalmente country mostre o que você tem de diferente. Isso ai eu vejo todo dia e de uma forma melhor.

 

 

John Legend & Maelyn Jarmon – “Unforgettable”

Bernardo: Depois de uma performance morna seguido de apresentação, temos não só música de qualidade, como também ótima televisão. A sensação é que estávamos num dueto profissional num bar de Nova York. John Legend incrível como sempre, assim como Maelyn, que é uma força da natureza.

Edu: O QUE FOI ESSE DUETO? Gente, sério, eu estou no chão!! Que coisa mais linda, meu Deus do céu! Se depois dessa Maelyn não vencer eu nem sei o que esperar do programa daqui pra frente.

Luke: Dueto lindo com essas duas vozes que nem tinha como dar errado, né? Maelyn é maravilhosa, mas conseguir cantar tão bem ao lado do John definitivamente não é pra qualquer um, e ela mereceu os aplausos, porque o negócio foi maravilhoso!

Renata: Um momento de descanso aos nossos ouvidos. Ai que coisa mais linda! Estava tudo casando perfeitamente. Maelyn doendo de tão linda e John eu não sei explicar, né? Dona dessa final.

 

Gyth Rigdon -”Once In a Blue Moon”

Bernardo: Quem deu a ideia de tornar essa final uma competição de quem canta a pior balada? Senhor Jesus, que preguiça. O que me deixa mais frustrado é que eles têm todas as possibilidades de ir além, fazer algo verdadeiramente surpreendente, mas não, preferem jogar na zona de conforto no maior, senão o único, momento da carreira.

Edu: Voltamos à programação normal. Depois de uma apresentação morna, Gyth se restabeleceu, entregando um número singelo e honesto. Foi simples, mas lindo e emocionante. Amei!

Luke: Eu venho afirmando há várias semanas que Gyth e Maelyn são os únicos com potencial suficiente pra ganhar a competição e dessa vez, prefiro confessar que bateu até uma preocupação aqui. Não sei porquê, mas senti que no começo da música rolaram umas derrapadas ali, mas felizmente ele conseguiu se recuperar depois de alguns segundos e confesso que arrepiou um tanto aqui. Música linda e a voz dele nem se fala. Na espera pelo álbum!

Renata: Aqui o porquê a maioria de nós apostou em Gyth e Maelyn para finalistas. A música casou perfeitamente com voz. Fiquei bem emocionada enquanto assistia, e isso não significa que a performance tenha sido a melhor nem perfeita, mas bem executada.

 

Dexter Roberts – “Looking Back”

Bernardo: Eu com certeza consigo ver o Dexter vendendo muitas músicas. Ele tem uma boa presença de palco, tem um bom apelo musical e uma intuição boa. O problema é que ele ainda não encontrou sua identidade. O que lhe diferencia de outros tantos cantores country? Ele precisa responder essa pergunta antes de qualquer coisa. Contudo, avaliando essa música e essa apresentação, ele certamente está no caminho certo. Foi uma composição madura, com uma ótima mensagem e de fácil compreensão pelos consumidores e telespectadores.

Edu: Me julguem, mas eu amei o single do Dexter. É aquela balada country que sabe te prender do começo ao fim, e eu viajei aqui ouvindo.

Luke: Olha, preciso dizer que eu gostei da música e não foi pouco. Pra mim combinou perfeitamente com a voz e estilo do Dexter, toda aquela presença que ele transmite no palco prendeu minha atenção do começo ao fim.

Renata: Euzinha aqui adorei, hein?! É aquela música que escuto facilmente no repeat. Foi bem certeira!

 

Andrew Sevener – “Lips Of An Angel”

Bernardo: Sério mesmo? Cara que desperdício de tempo, dinheiro e talento dessa equipe trabalhadora do The Voice. Então me poupe, nos poupe.

Edu: A vontade de cortar os pulsos foi mais alta na hora que vi essa performance. Que lástima!

Luke: Depois de um dueto e uma performance solo que pra mim foram ambos bem mais ou menos, achei que Andrew conseguiu se reerguer um pouco e ter um ótimo momento ali no palco. Achei a música linda e sim, me emocionei junto aqui.

Renata: Confesso que não odiei, talvez por gostar demais dessas músicas sentimentais. Eu poderia ouvir mais umas três vezes.

 

Blake Shelton & Dexter Roberts – “Hard Workin’ Man”

Bernardo: Eu gostei, talvez, pelo fato de ser uma das poucas músicas mais animadinhas. Contudo, julgando pelo lado artístico e técnico da coisa, não tivemos nada de novo ou de surpreendente.

Edu: Como diz minha mãe, pra quem é bacalhau basta. Nada de surpreendente e bastante previsível, nesse caso em específico nem Blake salvou.

Luke: Outro dueto divertido de assistir, mas só.

Renata: Me balancei bastante vendo. Talvez o sentimento pelo Dexter tenha me levado. Nada de extraordinário, mas divertido.

 

Gyth Rigdon – “Proof I’ve Always Loved You”

Bernardo: Eu vou ter que confessar pra vocês que não gostei muito não. A impressão é que Gyth faz o mesmo trabalho e as mesmas caras e bocas. Não tenta arriscar num gênero diferente ou ser ousado o suficiente para caprichar num arranjo inovador. É uma infelicidade e grande frustração ter que reclamar de algo assim na final.

Edu: Ah finalmente os refrescos! Depois de duas apresentações bleh, finalmente Gyth veio salvar essa primeira parte, preparando o território pra proprietária da temporada. Fiquei arrepiado com essa performance, sério. Gyth soube vir com algo singelo, evoluindo e explodindo no momento certo para no final retornar ao ponto de partida. Pra mim foi uma das melhores apresentações dele na disputa.

Luke: Ah, pra mim foi uma ótima apresentação, me fazendo lembrar o motivo dele sempre me ganhar quando está no palco. A voz é linda e a música não ficou muito atrás. Prevejo o garoto tendo uma carreira bem positiva pela frente.

Renata: Não é difícil entender o porquê dele ter chegado até aqui. A presença de palco é uma grande parte de Gyth e ele uniu tudo em uma apresentação. Ai, gente, fiquei super empolgada, achei uma construção maravilhosa para essa explosão final. Aff… vem cantar aqui em casa!

 

Maelyn Harmon – “Hallellujah”

Bernardo: Hallellujah” é um clássico numa final, não é mesmo? Contudo, há maneiras e maneiras de apresentar um clássico. Maelyn optou pela maneira menos ousada, o que é perfeitamente aceitável, desde que ela tenha consiga entregar e fazer um bom trabalho. Exatamente o que aconteceu aqui. Que apresentação linda, gostosa e inspiradora. Acredito que a produção poderia ter ido numa direção menos clichê na escolha da pegada da apresentação, mas isso não é culpa da Maelyn.

Edu: EU ESTOU NO CHÃO!!!! Que performance mais maravilhosa, pra encerrar essa noite com chave de ouro. Olha, se depois dessa Maelyn não vencer, definitivamente começarei a considerar a hipótese de largar a versão US do The Voice. Dos quatro, Maelyn foi a única que surpreendeu e estourou com as três performances exibidas nessa primeira parte da final. Ela não vencendo será uma das maiores injustiças da história do programa, superando a sacanagem que fizeram com Kennedy na temporada passada.

Luke: Quando vi que ela cantaria esse tiro já fiquei no chão, mas gente, quando terminei de assistir não pensei duas vezes e voltei pro início, porque uma maravilha dessa merece ser assistida inúmeras vezes. Que mulher! Que voz! Não aceito nada menos que ela sair vencedora do negócio todo.

Renata: Pelo amor de Deus, NINGUÉM para essa mulher! Não teria maneira melhor de terminar essa temporada. “Hallellujah” é aquela música que a gente chora involuntariamente, imagine depois dessa performance. Foi tudo incrível, de cenário até maquiagem .Um sopro de emoção, sensibilidade, talento e potência, numa final arrastada por homens medianos.

 

RESULTADO

Maelyn Harmon, única sobrevivente do team Legend, tornou-se a grande vencedora da décima sexta temporada. Com isso, a cantora derrotou o trio de cowboys do team Blake.

Imagem: NBC/Divulgação

Edu

Essa temporada tinha tudo pra ser uma das melhores, mas se tornou a pior da história do programa. Até as battles tivemos candidatos incríveis, nos quatro times, só que infelizmente isso se perdeu na confusa cross battles.

No entanto temos que admitir que a final dessa edição foi muito melhor, comparando-se ao desfecho da temporada passada. Bato pé novamente, em dizer que Shawn e Rod eram merecedores nos lugares de Andrew e Dexter. Se formos mais além, voltando lá no começo do Top 13, a final certa mesmo seria entre Maelyn, Gyth, Rod e LB.

Eu gostei do que foi mostrado aqui e, pela primeira vez, desde a season 10, o Top 4 foi justo e da forma como eu queria. Maelyn é uma vencedora potente, que surpreendeu desde as blinds, tornando-se a maior campeã do programa desde a rainha soberana Alisan Porter. Não me lembro de deslizes de sua parte, e se rolou, com certeza foram pequenos.

Gyth, por sua vez, teve deslizes, mas aceitáveis, sendo então merecedor sim de estar na final e ter conquistado o segundo lugar. Os outros dois, prefiro nem comentar.

Apesar dessa temporada ter sido extremamente desastrosa, soube entregar uma final coerente e balanceada. Até as specials performances, que nem sempre me agradam, foram boas. É o mínimo a ser feito, após tudo de ruim que aconteceu nessa edição. Espero e muito que a 17ª temporada seja infinitamente melhor, mandando essas cross battles pra bem longe, ou melhor estruturada, pois foi aí que tudo começou a ruir.

Luke

Sei que fiquei responsável pelo #TeamBlake nessa temporada e ao longo dos episódios respirava um pouco tranquilo pelo fato de pelo menos ter o Gyth no time, que pra mim estava fazendo jus ao negócio. Mas gente, que foi difícil, isso sem sombra de dúvidas e concordo com o fato de ser de longe uma das piores temporadas do programa.

Lá na primeira fase eu realmente estava empolgado, pois parecia que o negócio iria fluir da melhor maneira possível, mas foi uma derrapada atrás da outra e aquela tal Live Cross Battle foi a pior coisa que resolveram enfiar por ali. Se a coisa já não estava indo muito bem das pernas, essa fase definitivamente fez o negócio afundar de vez e desviar minha empolgação cada vez mais.

Pelo menos tivemos esse resultado que pra mim foi o mais justo possível, pois mesmo achando que Gyth tinha potencial pra levar o prêmio, Maelyn foi a verdadeira joia rara da temporada e ninguém merecia mais do que ela vencer o negócio. Ela teve uma jornada linda quando as coisas caminhavam na direção contrária e eu não poderia ter ficado mais feliz por vê-la levantando aquela taça no final.

Só sei que irei aguardar ansiosamente pelo álbum e torcer pra que ela consiga seu lugarzinho ao sol nessa indústria difícil. Quanto ao programa em si, realmente vou torcer pra que na próxima temporada consigam dar uma repaginada no negócio e fazer com que todos os erros cometidos dessa vez sejam superados e fique no passado.

Bernardo

Não vou me repetir e dizer que essa foi uma das piores, senão a pior, temporada do The Voice até aqui. Até porque nós já sabemos disso. Contudo, o que me preocupa não é um ano ruim ou que deixou a desejar, mas sim o que isso representa para as perspectivas do programa.

Os participantes não ajudam, a gente sabe. Adoro meu trabalho de colaborador no Mix de Séries e apesar da enorme quantidade de responsabilidades que tenho no site, tenho orgulho em dizer que dou conta. Contudo, comentar essa temporada do The Voice foi algo realmente desafiador. ‘Putz, tem que comentar de novo?’; ‘Será que melhorou?’; ‘Falta quanto tempo mesmo pra terminar?’.

Confesso que não gosto de trabalhar assim, na verdade acredito que ninguém gosta. Deteriora a qualidade do nosso trabalho e faz com que meu comentário seja maçante (sim leitor, às vezes nem eu mesmo me suporto). Dito tudo isso, eu realmente espero que quando retornarmos em setembro para comentar a nova temporada, esteja mais aliviado, desestressado e empolgado.

Sendo assim, conclamo os telespectadores por escolherem Maelyn. Contudo, além de prestar atenção na sua carreira, quero ver o que Dexter trará após essa jornada, mesmo que seu desempenho na competição não tenha impressionado muito.

Renata

Pois é meu povo, chegamos à final de mais uma temporada que parecia que ia engrenar e pisar nas anteriores. No entanto o caminho foi longo e árduo, cheio de desastres e candidatos fantásticos sendo deixados pelo caminho por um novo sistema que acabou com a temporada.

Minha gente, lembro que ao começar a temporada a expectativa era altíssima, e já tínhamos vários favoritos. Coincidentemente só Maelyn estava entre eles, e graças a tudo no mundo, conseguiu salvar essa reta final.

Fiquei extremamente triste por ver Adam massacrado e Kelly jogada para o canto. Foi difícil continuar uma temporada que me soava tão injusta e favorecia tanto Blake. Certo que, talvez eles não fossem vencedores, mas vamos concordar que se tudo tivesse mais igualdade seria melhor de ver e aceitar.

Depois dos desabafos vamos aos fatos. Numa final dominada pelo country, homens e Blake, tivemos Maelyn para dar ao brasileiro um pouco de alegria. Pelo menos dessa vez acertamos a ordem dos finalistas e vimos o americano ser justo numa votação.

Gyth era o que mais chegava perto de vencer Maelyn, e pra gente que já quebrou tanto a cara, isso facilmente aconteceria. Mesmo com alguns deslizes ao longo do programa, o moço mereceu demais o segundo lugar. Andrew e Dexter foi aquela quota que a gente para e pensa: como isso aconteceu? Porque se você olhar pra trás, não entende como LB foi deixado e eles seguiram. Qualquer dia minha cabeça explode tentando entender esses fatos do The Voice.

Por fim, Maelyn, que não teve deslize pelo que eu me lembre. Sempre consistente, emocional, poderosa. John começou com o pé direito, atirou e lutou pela candidata certa. Parabéns aos dois que nos proporcionaram momentos maravilhosos numa temporada desastrosa.

No mais… sucesso e música que preste para a próxima temporada!

 

O último plot twist da temporada

The Voice chegou ao fim com a vitória de Maelyn, mas sua reviravolta maior aconteceu dias depois disso. Na última sexta-feira foi anunciada a saída de Adam Levine no programa, estando na atração desde sua estreia. Com isso, Blake é o único da formação original a continuar no reality.

Em setembro estamos de volta com mais temporada, e obviamente cobrindo o programa. E preparem-se, pois o Team Reality continua a todo vapor e a partir de julho começamos a cobertura do The Voice Brasil. Fiquem ligados!

 

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Team Mix Reality

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